quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Galeria de Artes da UEPG no prédio histórico da PROEX abre nova exposição

Exposição “Instrumentos Musicais” por Astrid Verônica 
Jonker Schiochet
Aproveitem este momento único que é a 32ª exposição da 
Artista Plástica Astrid Jonker (entre coletivas e individuais) 
para apreciar obras que retratam instrumentos musicais em 
composições de natureza morta entre outros contextos.
A série iniciada em 2010 apresenta 27 obras de óleo sobre 
tela de diversos tamanhos e tons, comercializadas a partir 
de 380,00 até 1.700,00 reais.
A exposição tem abertura às 20h do dia 4 de setembro de 
2014 – quinta-feira, e fica aberta para visitação no período 
de 4 a 29 de setembro de 2014 na Galeria de Artes UEPG, 
localizada no prédio histórico da PROEX, Praça da Catedral, 
129 – Centro de Ponta Grossa.
Nascida em Carambeí, morou 18 anos em Tibagi e agora 
reside em Palmeira, é graduada na escola de Música e 
Belas Artes do Paraná - EMBAP.
Despertou-se para as Artes Plásticas em 1967 no Colégio 
São José de Castro, tudo começou com a Irmã Solange 
ensinando-a as primeiras pinceladas, sempre pintando 
cenas do cotidiano, usando a mesma linguagem no qual 
ela transmite uma sensação de conforto e aconchego.

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Grupo de Grafiteiros expôem na Galeria Lúcio Mauro Ribeiro no Centro de Cultura Cidade de Ponta Grossa

Trutas Crew
O grupo de grafiteiros em destaque é formado por:

 Leboard, Luwid, Farinha, Jackson e DNS. 

A primeira exposição do grupo segue aberta ao público no Centro

 de Cultura de Ponta Grossa até o dia 10 de setembro.

























FILE une arte, tecnologia e games; vídeo mostra interação com obras

Compartilhado http://g1.globo.com / Gustavo Petró do G1, em São Paulo

Destaques do evento de linguagem eletrônica.
15ª edição acontece em SP, na Fiesp, até 5 de outubro, das 10h às 20h.


O Festival Internacional de Linguagem Eletrônica, o FILE, chega em sua 15ª edição na cidade de São Paulo, com obras de artistas de todo o mundo que unem arte, tecnologia e games. A exposição é uma das principais do gênero que ocorrem no país e, em 2014, continua com a tradição de usar a fachada do prédio da Fiesp, na Avenida Paulista, como tela para apresentar projetos – desta vez, um vulcão digital hipercolorido em erupção. Os trabalhos estão expostos até 5 de outubro. O G1 deu uma volta pelos corredores da Fiesp para ver o que há de mais legal no FILE 2014. Assista ao vídeo acima.
Fachada do prédio da Fiesp, na Av. Paulista, serve como tela para mostrar um vulcão digital em erupção (Foto: Divulgação/File 2014/Fiesp)Fachada do prédio da Fiesp, na Av. Paulista, serve
como tela para mostrar um vulcão digital em
erupção (Foto: Divulgação/File 2014/Fiesp)
Obra 'The Mamori Expedition' permite ouvir sons que estão dentro da água usando um microfone especial (Foto: Divulgação/File 2014/Fiesp)Obra 'The Mamori Expedition' permite ouvir sons
que estão dentro da água usando um microfone
especial (Foto: Divulgação/File 2014/Fiesp)
As obras permitem que os visitantes interajam de diversas maneiras. Em "The Mamori Expedition", a artista belga Els Viane replicou em madeira rios da Amazônia brasileira por onde passou durante uma expedição em 2009. "Quando cheguei lá, vi que havia muitos sons diferentes a cada hora do dia. Então, deixei o meu gravador ligado. Quando voltei, pensei em como mostrar estes sons às pessoas", conta ao G1. "Recriei os braços deste rio e com um microfone que é mergulhado na água dentro destas réplicas de madeira, o visitante pode explorar os sons que escutei. Eram tantos sons que eu nem sabia o que fazer com eles".
A holandesa Alex Verhast criou em "Temps Mort" um quadro digital que interage com os visitantes. Usando o celular, as pessoas ligam para um número que faz tocar o celular de um dos personagens. A cada vez que seu telefone toca, eles reagem de formas diferentes. "Quis mostrar como a relação entre pessoas mudou com os smartphones e tablets. Para onde você vá, estão olhando para as suas telinhas em vez de olhar nos rostos das pessoas", explica Verhast.
Quem quiser ver a força de sua voz pode brincar com a obra "Murmur": nela, tudo o que é dito se transforma em algo visual em um telão. A "Squint" usa o sensor de movimento Kinect para captar o visitante e mover 49 pequenos espelhos que refletem luzes criando um efeito especial. E em "The Life of an Overtaxed Figure", uma folha de papel plástico reage ao visitante como se fosse um animal vivo. "Quis dar a impressão de que o que está ali está vivo e tem comportamentos diferentes dependendo das pessoas que estão ao seu redor", conta Vitus Schuhwerk, o alemão que criou a peça.
E há games feitos no Brasil e no exterior. No andar inferior da Fiesp, há telas com os brasileiros "Headblaster" e "Oniken", ao lado de jogos estrangeiros como "Fru", da Holanda. Nele, o jogador deve controlar um boneco usando o joystick e com o sensor Kinect ele projeta a sombra do seu corpo para revelar segredos do cenário.
Festival Internacional de Linguagem Eletrônica
Quando: até o dia 5 de outubro, diariamente, das 10h às 20h;
Onde: no Centro Cultural Fiesp – Ruth Cardoso, na Av. Paulista, 1.313, na saída do metrô Trianon-Masp. Entrada é gratuita.
Informações: site oficial (acesse aqui) ou telefones (11) 3146-7405 e 3146-7406.

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Vai visitas o Museu do Louvre pela primeira vez ....

O museu tem quatro andares:
Sub-solo; térreo; 1º e 2º andares. E três alas: Denon, no lado direito do museu; Richelieu, no lado esquerdo e Sully, área central.

Nessas três alas se encontram  8 seções:
Antiguidade oriental; arte islâmica; antiguidade egípcia; antiguidade greca, etrusca e romana; esculturas; objetos de arte; pintura e arte gráfica.

Você tem duas opções para percorrer seu roteiro, ver todas as obras de um mesmo andar ou se concentrar em uma seção e descer e subir escadas (ou tomar um elevador). É melhor escolher a segunda opção para fazer uma visita mais focada e andar menos dessa maneira.
Divisão dos Departamentos do Museu do Louvre: 
  1. Antiguidade oriental
  2. Egito
  3. Gregos, etruscos e romanos
  4. Arte do Islã
  5. Esculturas
  6. Objetos de arte
  7. Pintura
  8. Artes gráficas.
PODEMOS ACOMPANHAR NA PLANTA ABAIXO
ANDAR TERREO
1º ANDAR
2º ANDAR
Segundo, o museu possui três alas. Quando estiver dentro da pirâmide, você verá 3 entradas, 3 escadas rolantes que vão dar acesso às 3 alas do museu: Denon, Sully e Richelieu. A partir destas informações fica mais fácil encontrar as obras abaixo.
Veja as seis obras  mais visitadas do museu.
  • Aphrodite, Vênus de Milo: rez de chassée (térreo), ala Sully, sala n° 7, no departamento gregos, etruscos e romanos.
  • Egito – la vie quotidiènne e as mùmias: rez de chaussée, ala Sully, (vàrias salas) departamento Egito.
Antiguidades egípcias no Louvre
Antiguidades egípcias no Louvre
  • Os escravos de Miguel Angelo: rez de chaussée, ala Denon, sala 4, departamento escultura italiana.

  • Vitória de Samotrácia: 1° andar, ala Denon, departamento escultura grega, depois do controle da entrada pegar escada da esquerda.
A exuberante Vitória de Samotracia
A exuberante Vitória de Samotracia
  • Mona Lisa – Leonardo da Vinci: 1° andar, ala Denon, sala 6, departamento pinturas italianas.
A Mona Lisa, obra mais famosa do Louvre
A Mona Lisa, obra mais famosa do Louvre
  • La Dentellière – Vermeer: 2° andar, ala Richelieu, sala 38, departamento pintura holandesa.
Jan Vermeer la Dentellière
Se você não quer ficar nas pontas do pés para ver estas maravilhas, faça uma visita noturna ao Louvre.
O museu fica aberto das 9h às 18h todos os dias, exceto  nas terças feiras e nos seguintes feriados: 24,  25 e 31 de dezembro, 01 de janeiro e 01 de maio.
Visitas noturnas: quartas e sextas feiras até 21h45 horas
Ingressos: 12 euros (em 26/12/2013). E atenção: a entrada é  gratuita no 1° domingo de cada mês.
Como ir: metrô linha n° 1, estação Palais Royal/Musée du Louvre e de ônibus n°s 21, 24, 27, 39, 48 e 68, descer em frente à pirâmide do Louvre.
PARTE DA POSTAGEM FOI COMPARTILHADO DE: http://www.conexaoparis.com.br

Museu do Louvre durante segunda guerra mundial


Desde 1932, quando os nacionalistas tomaram o poder na Alemanha,  diretores dos museus da França tiveram a iniciativa de listar as principais coleções públicas e privadas que seriam escondidas em caso de conflito.
Em 1938, quando Hitler invadiu a Áustria e uma parte da Tchecoslováquia, as autoridades francesas iniciaram a operação de transferência das obras de arte para castelos situados longe das linhas férreas, alvo das bombas inimigas.
Embalo das obras do Louvre durante a segunda guerra mundial
Embalo das obras do Louvre durante a segunda guerra mundial
Usando empresas de transportes, as caixas de madeira contendo as obras saíram da Cour Carré do Louvre em direção aos castelos do Vale do Loire.
No dia seguinte da declaração de guerra à Alemanha, 3 de setembro de 1939, o Louvre já estava vazio.
Os objetos frágeis,  móveis pesados, pinturas de menor valor artístico e esculturas que estavam sendo restauradas ficaram no museu.
As obras renomadas ou marcantes para a história da arte foram levadas para o Castelo de Chambord e depois distribuídas para outros lugares. Assim, 3.691 pinturas foram desmontadas de suas molduras e encaixotadas para uma viajem perigosa, sem escoltas ou seguranças.
Vênus de Milo embalada para a viagem
Vênus de Milo embalada para a viagem
A Vênus de Milo, a Vitória de Samotrácia e várias esculturas greco-romanas, todas do departamento de esculturas gregas, foram enviadas para o castelo de Valençay (Vale do Loire).
As antiguidades egípcias foram enviadas para o castelo de Courtalan (Vale do Loire).
As pinturas espanholas, para o Museu Ingres, na cidade de Montauban ( Tarn-et-Garonne).
Um total de 5.446 caixas foram transferidas em mais de 200 viagens. Uma verdadeira guerra de esconde-esconde para salvar uma parte do acervo francês.
Museu do Louvre vazio durante a segunda guerra mundial
Museu do Louvre vazio durante a segunda guerra mundial
Após a invasão de Paris no dia 14 de junho de 1940, o Museu do Louvre, totalmente diferente e silencioso,  abriu suas portas ao público. Algumas salas estavam abandonadas, sujas e vazias. Outras apresentavam somente obras sem interesse, réplicas de pinturas, cópias de esculturas em gesso. O Louvre tinha se transformado em um museu triste e decepcionante.
Hitler nomeou um alemão, conde Franz Wolff-Metternich, como co-diretor do Louvre. Homem culto, ele soube trabalhar com Jacques Jaujard em boa harmonia durante quase dois anos.
Em 1942 Wolff-Metternich  foi substituído e voltou para a Alemanha. Nestas alturas ele já sabia onde as obras estavam escondidas mas  nunca revelou este grande segredo. Apaixonado pelas artes e, temendo que tudo fosse queimado ou destruído pelos seus superiores, guardou para si a informação.
O novo diretor, sob ordens de Hitler, esvaziou salas do Louvre e do Jeu de Paume para estocar as coleções pilhadas aos judeus franceses. Protegidas militarmente até serem expedidas para Alemanha, Jacques Jaujard não conseguiu impedir estas transferências. Mas seus colaboradores fizeram clandestinamente uma lista com os nomes dos verdadeiros proprietários. No final da guerra, graças a esta lista, muitos destes proprietários foram restituídos.
O retorno da Mona Lisa
O retorno da Mona Lisa
O Louvre recebeu de volta todas suas obras intactas e, depois de restauradas, voltaram para os seus lugares. O grande herói desta peripécia, o diretor Jacques Jaujard,  recebeu a medalha de honra ao Mérito da Resistência francesa por salvar uma boa parte do Patrimônio da Humanidade.
E veja abaixo todas as viagens da Mona Lisa durante a 2° Guerra Mundial :
- 27 de setembro de 1938, primeira viagem para o castelo de Chambord, voltando no mês seguinte para o Louvre.
- 28 de agosto de 1939, viaja novamente para Chambord, ( Loire).
- 14 de novembro de 1939, transferida para o castelo de Louvigny (Loire).
- 03 de junho de 1940, transferida para a abadia de Loc-Dieu, (Aveyron).
- 03 de outubro de 1940, transferida para o museu Ingres à Montauban ( Tarn-et-Garonne).
- 03 de março de 1943, transferida ao castelo de Montal, (Lot).
- 16 de junho de 1945, volta triunfante para o museu do Louvre.