segunda-feira, 24 de julho de 2017

Espaço Cultural do Hospital IPO, recebe a exposição “Donna” de Tânia Leal


Com curadoria de Eloir Jr. e Carla Schwab, o espaço cultural do conceituado Hospital IPO na capital Paranaense, inaugura nesta terça, 25/07, a exposição “Donna” da artista Tânia Leal.  A mostra faz parte do circuito cultural deste segundo semestre e segue até 30/10/2017.




Sobre a mostra:
A natureza de seu gênero evidencia a paixão pelo universo feminino e ultrapassa os limites irreais, exterioriza-se nos bidimensionais de Tânia, e nascem do seu gestual as mais belas figurações desta artista mulíebre.

Munidas de sentimentos, estas mulheres podem ser bucólicas e apaixonadas, fortes e ao mesmo tempo sensíveis, pacientes e perseverantes, mas sempre mulheres, todas atemporais e filhas de Eva, e que representadas nas pinturas de Tânia, desfilam num pantone fauvista e transmitem toda a força e emoção do ser feminino.

Vestidas de tintas, estas “Belle Donne” interagem com a natureza, mobiliários, animais e acessórios que a vaidade ostenta, transportando ao cotidiano, cenas narradas em cores expressivas, o que nos dá a impressão de estar sentado ao seu lado aguardando a próxima palavra de uma boa prosa.

Colorido e descontraído é o universo pictórico desta artista, que elegeu o feminino como sua prima linguagem artística e coroa a alma das mulheres com criações ímpares.
Sobre a artista: Tânia Leal é natural de Londrina e radicada em Curitiba há mais de três décadas. Artista visual graduada há 40 anos pela UDESC em Florianópolis e Professora de pintura em seu próprio atelier. De lá para cá, participa de inúmeras exposições, salões de arte e mostras internacionais, tendo seu trabalho editado no Guia de Arte Contemporânea durante sua exposição no Carrousel Du Louvre em 2015. Tânia é figurativa e adora o universo feminino. 
“Pintar é minha libertação”, relata.


Serviço:
Exposição: “Donna” por Tânia Leal
Local: Espaço Cultural do Hospital IPO
Visitação: 25/07 a 30/10/2017
Horário Livre
Endereço: Rua Goiás, 60 - Água Verde
Térreo
41 – 3314-1500
Curitiba-PR

Entrada Franca

quinta-feira, 13 de julho de 2017

IV mostra iberoamericana abriu nesta quinta feira e divulga seu vencedor.


Na Quarta-feira, 12 de julho, no museu centenário da Cidade de San Pedro no México, aconteceu a abertura da  IV mostra iberoamericana de arte miniatura e pequeno formato, ocasião em que foi divulgado o vencedor e as Menções Honrosas.
Na foto abaixo podemos ver o díptico vencedor do Artista Santiago Vela Ruiz.





Participaram Artistas de diversos Países de língua latina e os Países convidados Estados Unidos, Andorra, Espanha, Canadá e Portugal. 
Nesta quarta edição foram recebidas 303 propostas de 159 artistas.
A lista com os selecionados pode ser conferida na lista abaixo. Entraram na Cuarta Muestra 117 obras de 83 artistas de países como a Argentina, Brasil, Colômbia, Cuba, Espanha, Estados Unidos, México e Peru.



Obra "ORLANDO" Dda Série "SAGRADO CORAÇÃO" do Artista Celso Parubocz do Brasil.







De acordo com o júri, foi vencedor "pela sua manipulação de linguagem perto das novas gerações, com um discurso de estudo sociológico usando uma manipulação de meios tradicionais e alternativos".
Foram igualmente concedidas as seguintes menções honoríficas para:
Alexandrina Herrera
Pela peça: Tiny Memory. Lápis no papel. 20 x20 x 2.5 cm.
Seguro Silva
Pela peça: Witch ' S Ladder. Óleo em madeira, 25 x 25 cm.
Nadja Lozano
Pelas peças: Walkers i, II E III oleo sobre cartão adaptado, 10 x 7 cm.
Tomás aqui
Pelas peças: paisagens de aztlan i e II, mista, 26 x 24 x 10 cm.

A amostra permanecerá até o dia 20 de agosto, 2017 no museu centenário.
Segunda a domingo das 10:00 às 18:00 horas, entrada livre.
Não. 84004540 | Liberdade 116, centro de são Pedro

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Museu Guido Viário abre Exposição "RESILIÊNCIA" da Artista Adelina Nishiyama.

Adelina Takako Nishiyama inaugura dia 13 de julho às 19 horas, sua Exposição Pinturas "RESILIÊNCIA"  no Museu Guido Viaro, Curitiba, Paraná. 
A Curadoria de quase 70 obras tem a assinatura de Edilson Viriato e ocupa seis salas do Museu.

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A arte foi o terapeuta na superação da perda. Não nasci resiliente, tento aplicar as regras básicas da resiliência para melhorar como ser humano e resistir às intempéries involuntárias. 
Frequento perto de 20 anos o Atelier CACEV, e cursei a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo UFPR.

Minha gratidão a Curador desta Mostra Edilson Viriato, para mim ele costura o resultado pictórico do artista, dando forma e poesia aos fragmentos da produção.

Teremos uma pequena apresentação do Grupo Taiko de Okinawa

A Exposição estará aberta de 13/07/2017 a 05/08/2017 no horÁrio de funcionamento do Museu.


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Exposição "MOJE BABUSZKI" de Eloir Jr. no Aeroporto Afonso Pena.


Crédito: Lex Kozlik

A Secretaria de Cultura de São José dos Pinhais, em parceria com a Infraero, realiza nesta quarta-feira 05/07, a exposição de Artes Visuais ”Moje Babuszki” no Aeroporto Afonso Pena. A mostra que já foi vista com grande sucesso na Casa da Cultura Polonesa Pe. Karol Dworaczek na Colônia Murici está em itinerância cultural e busca despertar o interesse na cultura e na arte da pintura de bonecas de encaixar através das obras do artista plástico Eloir Jr.

Babuszki em madeira


“Moje Babuszki”, que em polonês significa “Minhas Babuchkas” e carinhosamente “minhas vovozinhas”, é uma coletânea lúdica e sacra, com muita influência eslava, onde o artista expressa seu icônico e preferido tema pictórico através das tradicionais bonecas de encaixar, e neste processo surgem referências as grandes atrizes, lendas e demais personalidades que interagem também com santos católicos em cenários paranistas.  
Os bidimensionais de Eloir Jr. exteriorizam a riqueza cultural das milenares Ucrânia e Polônia, e seus personagens incorporam esta figuração geométrica em harmonia com gralhas azuis, pinhões, araucárias e lambrequins, remetendo a gênese da colonização paranaense.   

Matriochka Maria do Ingá

Crédito: Carla Schwab 
Sobre o artista:
Nascido em Curitiba-PR, Eloir Jr. é Artista Plástico e curador, pós-graduado pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná e graduado pela Universidade Tuiuti do Paraná. Colunista cultural do Sztuka Kuritiba e Arte&Cultura Paranaense da Revista Paulista.
Expõe profissionalmente seus trabalhos artísticos em mostras individuais, coletivas e salões de arte desde 1997 com participações em algumas edições da Casa Cor Paraná, e obtendo 12 premiações durante este período. Suas obras estão em coleções de acervos nacionais, internacionais e livros de arte e cultura.  
Em 2010 representou com suas pinturas o Estado do Paraná na cidade francesa de Vaire-Sur-Marne, em 2013 participou de exposição no Carrousel Du Louvre em Paris e em 2016 na Biblioteca Pública de Nova Iorque.
Há 20 anos é estudioso das etnias européias que imigraram e colonizaram a terra Paranaense, com enfoque principal na cultura eslava da Polônia e Ucrânia, onde não só expressa a pintura sobre tela, como também o artesanato cultural destes países.
Seu trabalho é alegre, colorido e resgata as memórias culturais trazidas pelos diversos povos. Inspirando-se nos folclores polonês e ucraniano, o artista consegue demonstrar a convivência harmoniosa das etnias com os ícones paranaenses como a gralha azul, araucárias e pinhões.

SERVIÇO:
Exposição de Arte: “MOJE BABUSZKI”
Local: Aeroporto Internacional Afonso Pena
Av. Rocha Pombo, 2730 – Águas Belas
São José dos Pinhais – PR                        
Abertura da exposição: 05/07 às 10h
Período expositivo: até 30/07/2017
Entrada: Gratuita

Classificação: Aberto a todos os públicos








quinta-feira, 29 de junho de 2017

Exposição Linha Traço e Mancha no Museu de Arte de Blumenau.

Abre no dia 06 de julho no MAB Museu de Arte de Blumenau a Exposição Linha, Traço e Mancha.
Participam desta exposição 30 artistas do Centro de Arte Contemporânea Edilson Viriato (Curitiba/PR), todos com uma trajetória sólida no segmento de Artes Visuais que aceitaram o desafio de produzir três obras utilizando apenas três cores: Branco, preto e uma cor de sua preferência.

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Edilson Viriato também participa da mostra com 3 obras de sua autoria, antes da abertura acontece um "bate papo" entre os Artistas e os convidados.



Serviço
Exposições no MAB
Quando: 6 de julho, quinta-feira
Onde: Fundação Cultural de Blumenau (Rua XV de Novembro, 161, Centro)
Horários:
19h: conversa com os artistas
20h: abertura da 3ª Temporada de Exposições do MAB, 
lançamento de livros, declamações de poesias e apresentações musicais
Visitação: até 27 de agosto, de terça-feira a domingo, das 10h às 16h. 
Visitas mediadas podem ser marcadas pelo telefone 3381-6176
Entrada franca

Assessor de Comunicação do MAB: Sérgio Antonello 

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Lançamento do livro “Preciso acreditar que ao fechar os olhos o mundo continua aqui” de Rogerio Ghomes.



O livro ultrapassa o tempo, dialoga com diferentes pessoas e em diferentes lugares, com ou sem a presença do artista. É, portanto, um material interlocutório, que tem o poder de referendar o trabalho dos artistas e abrir-lhes novos espaços e meios de comunicação com o público.

O livro “Preciso acreditar que ao fechar os olhos o mundo continua aqui apresenta um recorte da produção do artista paranaense Rogerio Ghomes a partir da VI Bienal de Havana [1997] até as mais recentes produções, como a série ‘Barroc’, apresentada na Bienal Internacional de Curitiba [2015]. Sua tiragem limitada de 500 exemplares, que são numerados e assinados.
Moacir dos Anjos, crítico pernambucano, faz a apresentação do recorte das obras apresentadas nesta publicação. Além da compilação de três ensaios críticos de autoria de Eder ChiodettoRicardo Resende e Tadeu Chiarelli, sobre sua produção do artista, em distintos momentos da sua trajetória.

A imagem pode conter: área interna

"Preciso acreditar que ao fechar os olhos o mundo continua aqui" é  trilíngue português, inglês e espanhol, publicado pelo selo Expressão Artística da EDUEL – Editora da Universidade Estadual de Londrina, com patrocínio do Programa Municipal de incentivo à Cultura, PROMIC.



O artista Rogerio Ghomes, a convite do curso Licenciatura em Artes Visuais da UEPG, fará uma palestra intitulada "Conversa com artista - Abordagens Possíveis de Rogerio Ghomes". No mesmo dia 23/06, 14hs na UEPG do Campus Uvaranas.
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Serviço:
Lançamento do livro:
Preciso acreditar que ao fechar os olhos o mundo continua aqui
Rogerio Ghomes

Editora EDUEL
23 de junho às 19h30
Livrarias Curitiba – Shopping Palladium
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Serviço:
Palestra - Conversa com artista:
Abordagens Possíveis na Produção de Rogerio Ghomes
com Rogerio Ghomes

23 de junho às 14hs
Licenciatura em Artes Visuais – Central de Salas
Sala 36 - UEPG - Campus Uvaranas

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contato:
(43) 98411.9092
(43) 30263312
hola@rogerioghomes.com

 Mini bio:
Rogerio Ghomes, Ponta Grossa, 1966 - Artista visual e pesquisador nas áreas das artes visuais e design. Doutor em tecnologias da inteligência e design digital pela PUC SP e mestre em design pela UNESP. Contemplado no programa rede nacional funarte artes visuais [2015] com o projeto campo expandido: narrativas da imagem e no conexão artes visuais minc/funarte/petrobras [2013] com o projeto; campo expandido: a convergência das imagens.  Premio Brasil arte contemporânea na ARCO_ madrid 2010.

Participou de mais de 60 exposições nacionais e internacionais cabe destacar as individuais, Preciso acreditar que ao fechar os olhos o mundo continua aqui. DaP Divisão de Artes Plásticas UEL Londrina , Galeria Referencia Brasília.  Não Confie na sua memória. SESI Londrina. Donde estoy, estoy a esperar- te. MARP Museu de Arte de Ribeirão Preto.  Sinto saudades de tudo, inclusive de mim. Centro Cultural Sistema FIEP, Todos precisam de um espelho para lembrar quem são. Ybakatu espaço de arte e Encuentros Abiertos - Centro Cultural Recoleta, Buenos Aires. Território Ocupado Paço das Artes SP. Destacamos as coletivas: Silver Night of Projections - Encontros da Imagem, Braga Portugal, Luz versus Luz - Bienal Internacional de Curitiba, Ybakatu 20 anos, Alguns desvios do corpo - Londrina Arte 4, Coleção Pirelli MASP de Fotografia, Território Estrangeiro - MUMA Museu Metropolitano de Curitiba, , XII Mostra da Gravura , Curitiba PR,  III Bienal Internacional de Fotografia Cidade de Curitiba , Nefelibatas  MAM SP, Ponto Cego  MIS SP, Panorama de Arte Brasileira  MAM SP.   VI Bienal de Havana.


Suas obras integram as coleções; Coleção Joaquim Paiva - MAM RJ Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Coleção McLaren, Fundação Cultural de Curitiba, MAM SP Museu de Arte Moderna de São Paulo, MAC USP Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, MAC PR Museu de Arte Contemporânea do Paraná, MON Museu Oscar Niemeyer, Pirelli MASP Museu de Arte de São Paulo, Pinacoteca de São Paulo, Coleção de Fotografia ABACT.


Dados do livro
Tamanho 
20 x 22cm
Pages 256
Papers Couché 150g/m² + Soft Pollen 180g/m²
Typography Din Next LT Pro + Founders Grotesk


quinta-feira, 15 de junho de 2017

Após 20 anos de pesquisas, Leonilson ganha catálogo com 1.100 páginas

Após 20 anos de pesquisas, Leonilson ganha catálogo com 1.100 páginas

Obras do artista estão em mostra em Fortaleza, na Art Basel, na Suíça, e vão para NY


RIO — Em seus 36 anos de vida, Leonilson manteve uma produção intensa, numa grande variedade de técnicas e suportes, como pintura, colagem, desenhos e bordados, que resultou em mais de três mil obras marcadas por um caráter profundamente pessoal. Nas palavras da irmã Ana Lenice Dias Fonseca da Silva, presidente do projeto que leva o nome do artista, fundado em São Paulo em 1994, a produtividade vinha de uma necessidade quase compulsiva de criar, que o levava a virar noites para terminar uma série de desenhos ou um novo bordado. Toda essa produção está reunida finalmente em um catálogo raisonné, projeto iniciado em 1996 e que será lançado no dia 30 de junho, na exposição dedicada ao cearense no Espaço Cultural Unifor, em Fortaleza. Em setembro, a publicação será lançada em uma mostra no Americas Society, em Nova York. Por agora, a obra do artista, morto em 1993 em decorrência da Aids, está em destaque na Art Basel, uma das principais feiras de arte do mundo, na Suíça, onde a Galeria Marilia Razuk, de São Paulo, expõe dez de seus trabalhos.
— A sensação que o Leonilson nos passava era a de que ele via a criação como um alimento, muito mais do que uma forma de posteridade. Quando já estava doente e ia para o hospital para fazer transfusão de sangue, ele nos pedia para levar cadernos para desenhar. Produzir era algo tão importante para a sua sobrevivência quanto os medicamentos — lembra Ana Lenice, para quem o traço pessoal das obras do irmão garante sua atualidade. — Ele colocava em seus trabalhos coisas que a gente quer dizer e não consegue. Até hoje vejo jovens emocionados com a sua obra, essa ligação permanece.

Ana Lenice assina a curadoria do catálogo com a filha, Gabriela Dias, coordenadora do Projeto Leonilson, e com Ricardo Resende, curador do Museu Bispo do Rosário, no Rio. Com 1.100 páginas e 3.400 obras, a publicação é dividida em três volumes, em ordem cronológica, e traz a produção de Leonilson nos anos 1970, 1980 e 1990. A pesquisa, iniciada há mais de 20 anos, identificou trabalhos que foram vendidos ou doados pelo artista ainda em vida, além do acervo do projeto. A partir do levantamento, Resende organizou a exposição “Leonilson: arquivo e memória vivos”, em cartaz no Ceará até 7 de julho e já visitada por mais de 58 mil pessoas desde março.

CATÁLOGO REÚNE OBRAS DO PINTOR CEARENSE LEONILSON
Pintura "O inconformado", de 1987. A obra está presente no catálogo raisoneé que será lançado no fim do mêsFoto: Rubens Chiri / Rubens Chiri
"Capaz capaz", de 1983, de Leonilson. A obra está presente no catálogo raisoneé que será lançado no fim do mêsFoto: Eduardo Ortega / Divulgação
Pintura "Leo não consegue mudar o mundo", de 1989. A obra está presente no catálogo raisoneé que será lançado no fim do mêsFoto: Romulo Fialdini / Romulo 
"Pescador de Pérola", de 1991. Bordado sobre voile. A obra está exposta na feira Art Basel, na SuíçaFoto: Rubens Chiri / Divulgação
Catálogo raisonné do pintor de Leonilson. O livro traz cerca de 3.400 obras e será lançado no fim do mêsFoto: Divulgação / Divulgação
Obra sem título, de 1988, aquarela sobre papel. O quadro está exposto na feira de Basel, na SuíçaFoto: Divulgação / Divulgação
Obra sem título, de 1991. Bordado e pintura sobre voile. A obra está exposta na feira Art Basel, na SuíçaFoto: Rubens Chiri / Divulgação
"2 rapazes na guerra", de 1989, acrílica sobre tela. A obra está exposta na feira de Basel, na SuíçaFoto: Divulgação / Divulgação
"El Puerto", de 1992. Bordado sobre algodão e espelho do pintor, desenhista e escultor Leonilson. A obra está exposta na feira de Basel, na SuíçaFoto: Divulgação / Divulgação
"Bandeira verde", de 1991. Acrílica sobre tela costurada do pintor, desenhista e escultor Leonilson. A obra está exposta na feira de Basel, na SuíçaFoto: Divulgação / Divulgação
Nascido em 1957, o artista plástico tem 120 obras reunidas em exposição em Fortaleza, onde seu catálogo será lançado
— A proposta para as 120 obras expostas em Fortaleza foi reunir trabalhos pouco vistos, que foram doados por Leonilson ou comprados diretamente em seu ateliê. A pesquisa para o catálogo indicou o paradeiro de muitas dessas obras, que formam um panorama diverso de sua criação, mostrando Leonilson como o artista único que ele era — destaca Resende.
A família negocia a ida da exposição para outras capitais, como Rio, São Paulo e Porto Alegre, enquanto prepara a mudança do acervo para uma outra casa na capital paulista, em Vila Mariana, onde as obras ganhariam um espaço expositivo maior. Presentes no acervo de importantes instituições internacionais, como o MoMA, em Nova York, o Centro Pompidou, de Paris, e a Tate Modern, em Londres, as obras de Leonilson ganham novos admiradores no estande da Galeria Marilia Razuk na Art Basel, aberta ontem para convidados e de amanhã a domingo ao público em geral.
— Trouxe para Basel obras realizadas entre 1989 e 1993, e elas têm despertado muito interesse entre colecionadores e representantes de instituições — conta Marilia Razuk, por telefone, da Suíça. — As obras conquistam de imediato quem passa pela galeria. Muita gente que tem uma ideia preconcebida da arte brasileira e latino-americana se surpreende, as questões abordadas nas obras são as mesmas que muitos jovens artistas trabalham hoje.
A atualidade da obra de Leonilson é destacada também por Gabriela Rangel, diretora e curadora de Artes Visuais da Americas Society, que organiza uma exposição do artista em setembro, com obras de instituições como o MoMA, o Los Angeles County Museum of Art e o Masp, além do acervo da família e de colecionadores.

— Cecilia Brunson, que dirige uma galeria em Londres e faz projetos independentes de curadoria, propôs a exposição, mas já estávamos atentos à sua obra. Diria sem hesitação que sua apropriação poética da arte popular brasileira e do artesanato vernacular, bem como seu diálogo com Bispo de Rosário e Antonio Dias, são únicos na América Latina — frisa Gabriela.
Para além de toda a obra reunida no catálogo, Leonilson deixou uma vasta produção textual, além de agendas que guardam várias de suas interferências gráficas, ressaltando o caráter autobiográfico de sua obra.
— Às vezes as agendas e os desenhos guardados por Leonilson são expostos em vitrines, em meio às mostras, mas esse material permanece praticamente inédito. Isso daria um volume específico, não daria para incluir no catálogo. É um universo infinito de descobertas — conclui Ana Lenice.


terça-feira, 6 de junho de 2017

Cuarta Muestra Iberoamericana de Arte.

A Cuarta Muestra Iberoamericana de Arte acontece na Cidade da San Pedro no México e dela participam Artistas da América Latina (incluindo os Estados Unidos, Canadá, Andorra, Espanha e Portugal) que são selecionados por uma comissão de críticos de artes.


A Mostra representa um esforço em conjunto da Secretaria de Cultura e a Associação dos Artistas Plásticos de Garza García em trazer para a Comunidade expressões artísticas de outras regiões e tornar-se um evento emblemático de São Pedro Graza Garcia.

Para esta mostra foram inscritas 303 propostas e selecionados 83 Artistas de diversos países entre eles: Argentina, Brasil, Colombia, Chile, Cuba, Espanha, Estados Unidos, México e Perú.

O tema da Mostra é livre e pode-se apreciar pinturas em diferentes técnicas e estilos assim como desenhos e colagens.

A Associação de Artistas de Garza Garzia tem mais de 30 anos de idade e organiza diversas atividades de promoção e difusão das Artes Visuais, nos últimos anos seus Associados participaram de atividades Nacionais e Internacionais.

A obra "ORLANDO" da Série Sacre Couer do Artista Ponta-grossense foi selecionada e estará participando neste ano. 

A Série Sacre Couer é uma maneira do Artista chamar a atenção pelas atrocidades que acontecem pelo Mundo devido ao fanatismo religioso. 

A obra "Orlando" é uma delas e faz referência ao massacre de 50 pessoas na Boite Gay Pulse em Orlando na Flórida.


Porque Sagrado Coração?
Nos últimos anos o fanatismo religioso está desencadeando uma série de atentados pelo Mundo. Pessoas inocentes acabam pagando com suas Vidas e outras que sobrevivem acabam sofrendo com as sequelas que ficam. 

O Sagrado Coração para os Cristãos consiste na veneração do Coração de Jesus, do mais íntimo de Seu Amor.
As 12 Promessas do Sagrado Coração de Jesus:

1 - Dar-lhes-ei todas as graças necessárias ao seu estado de vida.
2 - Estabelecerei a paz nas suas famílias.
3 - Abençoarei os lares onde for exposta e honrada a imagem do Meu Sagrado Coração.
4 - Hei-de consolá-los em todas as dificuldades.
5 - Serei o seu refúgio durante a vida e em especial na hora da morte.
6 - Derramarei bênçãos abundantes sobre todos os seus empreendimentos.
7 - Os pecadores encontrarão no Meu Sagrado Coração uma fonte e um oceano sem fim de Misericórdia.
8 - As almas tíbias tornar-se-ão fervorosas.
9 - As almas fervorosas ascenderão rapidamente a um estado de grande perfeição.
10 - Darei aos sacerdotes o poder de tocarem os corações mais empedernidos.
11 - Aqueles que propagarem esta devoção terão os seus nomes escritos no Meu Sagrado Coração e d’Ele nunca serão apagados.
12 - Prometo-vos, no excesso de Misericórdia do Meu Coração, que o Meu Amor Todo-Poderoso concederá, a todos aqueles que comungarem na Primeira Sexta-Feira de nove meses seguidos, a graça da penitência final; não morrerão no Meu desagrado nem sem receberem os Sacramentos: o Meu Divino Coração será o seu refúgio de salvação nesse derradeiro momento.



A Cuarta Muestra acontece na Galeria Principal
Centro Cultural Plaza Fátima; 
Vasconcelos y Calzada San Pedro s/n, 
Col. del Valle. T. 8242-507
Horarios: martes a domingo, de 10:00 a 18:00 hrs; 
jueves, de 10:00 a 22:00 hrs. 
Entrada libre.

quinta-feira, 25 de maio de 2017

“27 anos de Artes Visuais - Luiz Arthur Montes

Entre a escrita e a obra visual:

Montes Ribeiro celebra sua trajetória artística 

Exposição “27 anos de Artes Visuais - Luiz Arthur Montes Ribeiro” terá 80 trabalhos, entre pinturas, desenhos, instalações e objetos

O artista plástico e escritor paranaense Luiz Arthur Montes Ribeiro celebra sua trajetória artística com a retrospectiva “27 Anos de Artes Visuais – Luiz Arthur Montes Ribeiro”, que reunirá 80 trabalhos. São pinturas em óleo e acrílica, nanquim, aquarelas, desenhos, objetos e instalações selecionados pelo próprio artista para contar a sua história.




A exposição fica aberta a visitação na Sala Brasil, do Memorial de Curitiba, entre 21 de maio e 9 de julho. Entre os trabalhos que serão expostos estão obras do acervo pessoal de Montes Ribeiro, que trará também peças de colecionadores de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Santa Catarina. 



: Exposição 
27 ANOS DE ARTES VISUAIS - LUIZ ARTHUR MONTES RIBEIRO.
Abertura: 21/05/2017, às 11h. 
Visitação: De terça a sexta-feira das 9h às 12h e 13h às 18h. Sábados e domingos das 9h às 15h. Até 9 de julho.
Memorial de Curitiba – Sala Brasil – 3.º andar 
(Rua Claudino dos Santos, 79)



ARTE 1