segunda-feira, 19 de junho de 2017

Lançamento do livro “Preciso acreditar que ao fechar os olhos o mundo continua aqui” de Rogerio Ghomes.



O livro ultrapassa o tempo, dialoga com diferentes pessoas e em diferentes lugares, com ou sem a presença do artista. É, portanto, um material interlocutório, que tem o poder de referendar o trabalho dos artistas e abrir-lhes novos espaços e meios de comunicação com o público.

O livro “Preciso acreditar que ao fechar os olhos o mundo continua aqui apresenta um recorte da produção do artista paranaense Rogerio Ghomes a partir da VI Bienal de Havana [1997] até as mais recentes produções, como a série ‘Barroc’, apresentada na Bienal Internacional de Curitiba [2015]. Sua tiragem limitada de 500 exemplares, que são numerados e assinados.
Moacir dos Anjos, crítico pernambucano, faz a apresentação do recorte das obras apresentadas nesta publicação. Além da compilação de três ensaios críticos de autoria de Eder ChiodettoRicardo Resende e Tadeu Chiarelli, sobre sua produção do artista, em distintos momentos da sua trajetória.

A imagem pode conter: área interna

"Preciso acreditar que ao fechar os olhos o mundo continua aqui" é  trilíngue português, inglês e espanhol, publicado pelo selo Expressão Artística da EDUEL – Editora da Universidade Estadual de Londrina, com patrocínio do Programa Municipal de incentivo à Cultura, PROMIC.



O artista Rogerio Ghomes, a convite do curso Licenciatura em Artes Visuais da UEPG, fará uma palestra intitulada "Conversa com artista - Abordagens Possíveis de Rogerio Ghomes". No mesmo dia 23/06, 14hs na UEPG do Campus Uvaranas.
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Serviço:
Lançamento do livro:
Preciso acreditar que ao fechar os olhos o mundo continua aqui
Rogerio Ghomes

Editora EDUEL
23 de junho às 19h30
Livrarias Curitiba – Shopping Palladium
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Serviço:
Palestra - Conversa com artista:
Abordagens Possíveis na Produção de Rogerio Ghomes
com Rogerio Ghomes

23 de junho às 14hs
Licenciatura em Artes Visuais – Central de Salas
Sala 36 - UEPG - Campus Uvaranas

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contato:
(43) 98411.9092
(43) 30263312
hola@rogerioghomes.com

 Mini bio:
Rogerio Ghomes, Ponta Grossa, 1966 - Artista visual e pesquisador nas áreas das artes visuais e design. Doutor em tecnologias da inteligência e design digital pela PUC SP e mestre em design pela UNESP. Contemplado no programa rede nacional funarte artes visuais [2015] com o projeto campo expandido: narrativas da imagem e no conexão artes visuais minc/funarte/petrobras [2013] com o projeto; campo expandido: a convergência das imagens.  Premio Brasil arte contemporânea na ARCO_ madrid 2010.

Participou de mais de 60 exposições nacionais e internacionais cabe destacar as individuais, Preciso acreditar que ao fechar os olhos o mundo continua aqui. DaP Divisão de Artes Plásticas UEL Londrina , Galeria Referencia Brasília.  Não Confie na sua memória. SESI Londrina. Donde estoy, estoy a esperar- te. MARP Museu de Arte de Ribeirão Preto.  Sinto saudades de tudo, inclusive de mim. Centro Cultural Sistema FIEP, Todos precisam de um espelho para lembrar quem são. Ybakatu espaço de arte e Encuentros Abiertos - Centro Cultural Recoleta, Buenos Aires. Território Ocupado Paço das Artes SP. Destacamos as coletivas: Silver Night of Projections - Encontros da Imagem, Braga Portugal, Luz versus Luz - Bienal Internacional de Curitiba, Ybakatu 20 anos, Alguns desvios do corpo - Londrina Arte 4, Coleção Pirelli MASP de Fotografia, Território Estrangeiro - MUMA Museu Metropolitano de Curitiba, , XII Mostra da Gravura , Curitiba PR,  III Bienal Internacional de Fotografia Cidade de Curitiba , Nefelibatas  MAM SP, Ponto Cego  MIS SP, Panorama de Arte Brasileira  MAM SP.   VI Bienal de Havana.


Suas obras integram as coleções; Coleção Joaquim Paiva - MAM RJ Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Coleção McLaren, Fundação Cultural de Curitiba, MAM SP Museu de Arte Moderna de São Paulo, MAC USP Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, MAC PR Museu de Arte Contemporânea do Paraná, MON Museu Oscar Niemeyer, Pirelli MASP Museu de Arte de São Paulo, Pinacoteca de São Paulo, Coleção de Fotografia ABACT.


Dados do livro
Tamanho 
20 x 22cm
Pages 256
Papers Couché 150g/m² + Soft Pollen 180g/m²
Typography Din Next LT Pro + Founders Grotesk


quinta-feira, 15 de junho de 2017

Após 20 anos de pesquisas, Leonilson ganha catálogo com 1.100 páginas

Após 20 anos de pesquisas, Leonilson ganha catálogo com 1.100 páginas

Obras do artista estão em mostra em Fortaleza, na Art Basel, na Suíça, e vão para NY


RIO — Em seus 36 anos de vida, Leonilson manteve uma produção intensa, numa grande variedade de técnicas e suportes, como pintura, colagem, desenhos e bordados, que resultou em mais de três mil obras marcadas por um caráter profundamente pessoal. Nas palavras da irmã Ana Lenice Dias Fonseca da Silva, presidente do projeto que leva o nome do artista, fundado em São Paulo em 1994, a produtividade vinha de uma necessidade quase compulsiva de criar, que o levava a virar noites para terminar uma série de desenhos ou um novo bordado. Toda essa produção está reunida finalmente em um catálogo raisonné, projeto iniciado em 1996 e que será lançado no dia 30 de junho, na exposição dedicada ao cearense no Espaço Cultural Unifor, em Fortaleza. Em setembro, a publicação será lançada em uma mostra no Americas Society, em Nova York. Por agora, a obra do artista, morto em 1993 em decorrência da Aids, está em destaque na Art Basel, uma das principais feiras de arte do mundo, na Suíça, onde a Galeria Marilia Razuk, de São Paulo, expõe dez de seus trabalhos.
— A sensação que o Leonilson nos passava era a de que ele via a criação como um alimento, muito mais do que uma forma de posteridade. Quando já estava doente e ia para o hospital para fazer transfusão de sangue, ele nos pedia para levar cadernos para desenhar. Produzir era algo tão importante para a sua sobrevivência quanto os medicamentos — lembra Ana Lenice, para quem o traço pessoal das obras do irmão garante sua atualidade. — Ele colocava em seus trabalhos coisas que a gente quer dizer e não consegue. Até hoje vejo jovens emocionados com a sua obra, essa ligação permanece.

Ana Lenice assina a curadoria do catálogo com a filha, Gabriela Dias, coordenadora do Projeto Leonilson, e com Ricardo Resende, curador do Museu Bispo do Rosário, no Rio. Com 1.100 páginas e 3.400 obras, a publicação é dividida em três volumes, em ordem cronológica, e traz a produção de Leonilson nos anos 1970, 1980 e 1990. A pesquisa, iniciada há mais de 20 anos, identificou trabalhos que foram vendidos ou doados pelo artista ainda em vida, além do acervo do projeto. A partir do levantamento, Resende organizou a exposição “Leonilson: arquivo e memória vivos”, em cartaz no Ceará até 7 de julho e já visitada por mais de 58 mil pessoas desde março.

CATÁLOGO REÚNE OBRAS DO PINTOR CEARENSE LEONILSON
Pintura "O inconformado", de 1987. A obra está presente no catálogo raisoneé que será lançado no fim do mêsFoto: Rubens Chiri / Rubens Chiri
"Capaz capaz", de 1983, de Leonilson. A obra está presente no catálogo raisoneé que será lançado no fim do mêsFoto: Eduardo Ortega / Divulgação
Pintura "Leo não consegue mudar o mundo", de 1989. A obra está presente no catálogo raisoneé que será lançado no fim do mêsFoto: Romulo Fialdini / Romulo 
"Pescador de Pérola", de 1991. Bordado sobre voile. A obra está exposta na feira Art Basel, na SuíçaFoto: Rubens Chiri / Divulgação
Catálogo raisonné do pintor de Leonilson. O livro traz cerca de 3.400 obras e será lançado no fim do mêsFoto: Divulgação / Divulgação
Obra sem título, de 1988, aquarela sobre papel. O quadro está exposto na feira de Basel, na SuíçaFoto: Divulgação / Divulgação
Obra sem título, de 1991. Bordado e pintura sobre voile. A obra está exposta na feira Art Basel, na SuíçaFoto: Rubens Chiri / Divulgação
"2 rapazes na guerra", de 1989, acrílica sobre tela. A obra está exposta na feira de Basel, na SuíçaFoto: Divulgação / Divulgação
"El Puerto", de 1992. Bordado sobre algodão e espelho do pintor, desenhista e escultor Leonilson. A obra está exposta na feira de Basel, na SuíçaFoto: Divulgação / Divulgação
"Bandeira verde", de 1991. Acrílica sobre tela costurada do pintor, desenhista e escultor Leonilson. A obra está exposta na feira de Basel, na SuíçaFoto: Divulgação / Divulgação
Nascido em 1957, o artista plástico tem 120 obras reunidas em exposição em Fortaleza, onde seu catálogo será lançado
— A proposta para as 120 obras expostas em Fortaleza foi reunir trabalhos pouco vistos, que foram doados por Leonilson ou comprados diretamente em seu ateliê. A pesquisa para o catálogo indicou o paradeiro de muitas dessas obras, que formam um panorama diverso de sua criação, mostrando Leonilson como o artista único que ele era — destaca Resende.
A família negocia a ida da exposição para outras capitais, como Rio, São Paulo e Porto Alegre, enquanto prepara a mudança do acervo para uma outra casa na capital paulista, em Vila Mariana, onde as obras ganhariam um espaço expositivo maior. Presentes no acervo de importantes instituições internacionais, como o MoMA, em Nova York, o Centro Pompidou, de Paris, e a Tate Modern, em Londres, as obras de Leonilson ganham novos admiradores no estande da Galeria Marilia Razuk na Art Basel, aberta ontem para convidados e de amanhã a domingo ao público em geral.
— Trouxe para Basel obras realizadas entre 1989 e 1993, e elas têm despertado muito interesse entre colecionadores e representantes de instituições — conta Marilia Razuk, por telefone, da Suíça. — As obras conquistam de imediato quem passa pela galeria. Muita gente que tem uma ideia preconcebida da arte brasileira e latino-americana se surpreende, as questões abordadas nas obras são as mesmas que muitos jovens artistas trabalham hoje.
A atualidade da obra de Leonilson é destacada também por Gabriela Rangel, diretora e curadora de Artes Visuais da Americas Society, que organiza uma exposição do artista em setembro, com obras de instituições como o MoMA, o Los Angeles County Museum of Art e o Masp, além do acervo da família e de colecionadores.

— Cecilia Brunson, que dirige uma galeria em Londres e faz projetos independentes de curadoria, propôs a exposição, mas já estávamos atentos à sua obra. Diria sem hesitação que sua apropriação poética da arte popular brasileira e do artesanato vernacular, bem como seu diálogo com Bispo de Rosário e Antonio Dias, são únicos na América Latina — frisa Gabriela.
Para além de toda a obra reunida no catálogo, Leonilson deixou uma vasta produção textual, além de agendas que guardam várias de suas interferências gráficas, ressaltando o caráter autobiográfico de sua obra.
— Às vezes as agendas e os desenhos guardados por Leonilson são expostos em vitrines, em meio às mostras, mas esse material permanece praticamente inédito. Isso daria um volume específico, não daria para incluir no catálogo. É um universo infinito de descobertas — conclui Ana Lenice.


terça-feira, 6 de junho de 2017

Cuarta Muestra Iberoamericana de Arte.

A Cuarta Muestra Iberoamericana de Arte acontece na Cidade da San Pedro no México e dela participam Artistas da América Latina (incluindo os Estados Unidos, Canadá, Andorra, Espanha e Portugal) que são selecionados por uma comissão de críticos de artes.


A Mostra representa um esforço em conjunto da Secretaria de Cultura e a Associação dos Artistas Plásticos de Garza García em trazer para a Comunidade expressões artísticas de outras regiões e tornar-se um evento emblemático de São Pedro Graza Garcia.

Para esta mostra foram inscritas 303 propostas e selecionados 83 Artistas de diversos países entre eles: Argentina, Brasil, Colombia, Chile, Cuba, Espanha, Estados Unidos, México e Perú.

O tema da Mostra é livre e pode-se apreciar pinturas em diferentes técnicas e estilos assim como desenhos e colagens.

A Associação de Artistas de Garza Garzia tem mais de 30 anos de idade e organiza diversas atividades de promoção e difusão das Artes Visuais, nos últimos anos seus Associados participaram de atividades Nacionais e Internacionais.

A obra "ORLANDO" da Série Sacre Couer do Artista Ponta-grossense foi selecionada e estará participando neste ano. 

A Série Sacre Couer é uma maneira do Artista chamar a atenção pelas atrocidades que acontecem pelo Mundo devido ao fanatismo religioso. 

A obra "Orlando" é uma delas e faz referência ao massacre de 50 pessoas na Boite Gay Pulse em Orlando na Flórida.


Porque Sagrado Coração?
Nos últimos anos o fanatismo religioso está desencadeando uma série de atentados pelo Mundo. Pessoas inocentes acabam pagando com suas Vidas e outras que sobrevivem acabam sofrendo com as sequelas que ficam. 

O Sagrado Coração para os Cristãos consiste na veneração do Coração de Jesus, do mais íntimo de Seu Amor.
As 12 Promessas do Sagrado Coração de Jesus:

1 - Dar-lhes-ei todas as graças necessárias ao seu estado de vida.
2 - Estabelecerei a paz nas suas famílias.
3 - Abençoarei os lares onde for exposta e honrada a imagem do Meu Sagrado Coração.
4 - Hei-de consolá-los em todas as dificuldades.
5 - Serei o seu refúgio durante a vida e em especial na hora da morte.
6 - Derramarei bênçãos abundantes sobre todos os seus empreendimentos.
7 - Os pecadores encontrarão no Meu Sagrado Coração uma fonte e um oceano sem fim de Misericórdia.
8 - As almas tíbias tornar-se-ão fervorosas.
9 - As almas fervorosas ascenderão rapidamente a um estado de grande perfeição.
10 - Darei aos sacerdotes o poder de tocarem os corações mais empedernidos.
11 - Aqueles que propagarem esta devoção terão os seus nomes escritos no Meu Sagrado Coração e d’Ele nunca serão apagados.
12 - Prometo-vos, no excesso de Misericórdia do Meu Coração, que o Meu Amor Todo-Poderoso concederá, a todos aqueles que comungarem na Primeira Sexta-Feira de nove meses seguidos, a graça da penitência final; não morrerão no Meu desagrado nem sem receberem os Sacramentos: o Meu Divino Coração será o seu refúgio de salvação nesse derradeiro momento.



A Cuarta Muestra acontece na Galeria Principal
Centro Cultural Plaza Fátima; 
Vasconcelos y Calzada San Pedro s/n, 
Col. del Valle. T. 8242-507
Horarios: martes a domingo, de 10:00 a 18:00 hrs; 
jueves, de 10:00 a 22:00 hrs. 
Entrada libre.

quinta-feira, 25 de maio de 2017

“27 anos de Artes Visuais - Luiz Arthur Montes

Entre a escrita e a obra visual:

Montes Ribeiro celebra sua trajetória artística 

Exposição “27 anos de Artes Visuais - Luiz Arthur Montes Ribeiro” terá 80 trabalhos, entre pinturas, desenhos, instalações e objetos

O artista plástico e escritor paranaense Luiz Arthur Montes Ribeiro celebra sua trajetória artística com a retrospectiva “27 Anos de Artes Visuais – Luiz Arthur Montes Ribeiro”, que reunirá 80 trabalhos. São pinturas em óleo e acrílica, nanquim, aquarelas, desenhos, objetos e instalações selecionados pelo próprio artista para contar a sua história.




A exposição fica aberta a visitação na Sala Brasil, do Memorial de Curitiba, entre 21 de maio e 9 de julho. Entre os trabalhos que serão expostos estão obras do acervo pessoal de Montes Ribeiro, que trará também peças de colecionadores de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Santa Catarina. 



: Exposição 
27 ANOS DE ARTES VISUAIS - LUIZ ARTHUR MONTES RIBEIRO.
Abertura: 21/05/2017, às 11h. 
Visitação: De terça a sexta-feira das 9h às 12h e 13h às 18h. Sábados e domingos das 9h às 15h. Até 9 de julho.
Memorial de Curitiba – Sala Brasil – 3.º andar 
(Rua Claudino dos Santos, 79)



ARTE 1



24º Sarau Chatô celebra a cultura da Ucrânia e do Paraná em Brasília.

Os artistas Carla Schwab e Eloir Jr., representam com sua arte, a Ucrânia e o Paraná em Brasília
 O elegante Espaço do Hípica Hall em Brasília-DF recebe na quarta-feira, 31/05 às 19h, a 24ª. Edição do Sarau Chatô,
evento cultural que celebra a Ucrânia e o Paraná, promovido pela Fundação Assis Chateaubriand e com patrocínio da Petrobras.


Entre os convidados pela Embaixada da Ucrânia no Brasil e Governo do Estado do Paraná, estarão presentes, e com seus trabalhos, os artistas visuais curitibanos, Carla Schwab e Eloir Jr.


O casal de artistas leva a Galeria de Arte do Sarau, trabalhos coloridos e cheios de simbologia dos laços entre Paraná e Ucrânia.

Eloir Jr. resgata em suas pinturas as memórias trazidas pelos diversos povos ao Paraná em harmonia com araucárias, pinhões e gralha azul.
“Procuro demonstrar a convivência harmoniosa das etnias que fazem de nossa terra, uma terra de todas as gentes”, diz.

Carla Schwab explora através de mandalas rendadas o universo vintage feminino com uma arte contemporânea sustentável.
“Eu me inspiro nas lembranças e vivências, nas rendas executadas por minha mãe e avó”, relata a artista.


Entre a gastronomia eslava e o barreado paranaense, a boa música da Terra de Guairacá e as kolomeikas, esta festa multicultural
conta com a apresentação do Grupo Folclórico Ucraniano Verkhovena de Maringá-PR, Grupo Viola Quebrada e Branco Dipaulo. 
A Orquestra Filarmônica de Brasília dá o tom, e prestará uma homenagem aos dois países com canções temáticas que prometem
 fazer o público vibrar.
 O artesanato será representado pelas tradicionais pêssankas, as porcelanas ucranianas da Vecela Artes de Julia Bordun e colares
 confeccionados no tear de Simone Popovicz.

            
               Obra de Carla Schwab                                       Obra de Eloir Junior

 Há quase 130 anos, desde que os primeiros imigrantes ucranianos chegaram ao Brasil, o Paraná acolheu a maioria das famílias que
partiram do velho continente em busca de uma vida melhor e mantém, até hoje, a maior concentração de descendentes de ucranianos do País.
Esta edição do Sarau Chatô, vai celebrar a herança cultural e hábitos de um povo que foi acolhido na Terra das Araucárias e que muito bem preserva
com orgulho uma identidade étnica ímpar, de raízes milenares que se miscigenou ao Paraná.


Serviço:
24º Sarau Chatô celebra a cultura da Ucrânia e do Paraná
Local: Hípica Hall - Setor Hípico Sul, Área Especial, lote 8 (ao lado da Sociedade Hípica de Brasília – próximo ao Zoológico de Brasília)
Data: 31/05/2017
Horário: 19h
Entrada: Gratuita
Classificação indicativa: Livre
Informações: +55 61 3214-1379

 www.facbrasil.org.br 

domingo, 21 de maio de 2017

Novo record, obra de Basquiat é vendida por mais de 110 milhões de dólares.






A obra “Untitled” do norte-americano Jean-Michel Basquiat reflete um crânio negro sobre 
um fundo azul, com as dimensões de 1,83 x 1,73 metros
GETTY

“Untitled” [“Sem Título”], do norte-americano Jean-Michel Basquiat, 

foi comprada pelo empresário e colecionador japonês Yusaku Maezaw.


Um quadro do norte-americano Jean-Michel Basquiat foi 
vendido esta quinta-feira pelo valor recorde de 110 milhões 
de dólares, numa noite dedicada à arte contemporânea realizada
 pela leiloeira Sotheby's.

"Hoje à noite, Jean-Michel Basquiat entrou no panteão de
 artistas cujas obras comandaram preços acima dos 100 milhões
 de euros, incluindo Picasso, Giacometti, Bacon e Warhol" 
disse o responsável pelo Departamento de Arte Contemporânea
 da Sotheby´s em Nova Iorque, Gregoire Billault.
A peça foi comprada pelo empresário e colecionador japonês 
Yusaku Maezawa após ter sido disputada durante 10 minutos
 pelos interessados, numa disputa que estava a ser assistida por m
ilhares de pessoas na rede social Instagram.
"Quando vi a pintura, fui atingido pelo entusiasmo e gratidão
 do meu amor pela arte", confessou Maezawa, que tenciona
 exibir o quadro no seu próprio museu, no Japão, depois de
 emprestá-lo a instituições e exposições de todo o mundo.
O colecionador japonês acrescentou que espera que a peça 
"traga tanta alegria para os outros" quanto para ele.
A obra "Untitled" reflete um crânio negro sobre um fundo azul,
 com as dimensões de 1,83 x 1,73 metros, e era praticamente 
desconhecida antes de ter sido revelada pela leiloeira Sotheby's.
A Sotheby's afirmou que o quadro permaneceu numa coleção
privada desde que foi comprado em leilão no ano de 1984, 
por menos de 19 mil euros.
Em maio do ano passado, um quadro da autoria de Basquiat 
foi vendido pela empresa Christie's, por 51 milhões de euros, 
e comprado pelo colecionador Maezawa.
Jean-Michel Basquiat (Nova Iorque22 de dezembro de 1960 - Nova Iorque12 de agosto de 1988) foi um artista americano.
Ganhou popularidade primeiro como um grafiteiro na cidade onde nasceu e então como neo-expressionista. As pinturas de Basquiat ainda são influência para vários artistas e costumam atingir preços altos em leilões de arte.

Resultado de imagem para Jean-Michel Basquiat

Carreira

Basquiat tinha ascendência porto-riquenha por parte de mãe e haitiana por parte de pai. Desde cedo mostrou uma aptidão incomum para a arte e foi influenciado pela mãe, Matilde, a desenhar, pintar e a participar de atividades relacionadas ao mundo artístico. Em 1977, aos 17 anos, Basquiat e um amigo, Al Diaz, começaram a fazer grafite em prédios abandonados em Manhattan. A assinatura era sempre a mesma: "SAMO" ou "SAMO shit" ("same old shit", ou, traduzindo, "sempre a mesma merda"). Isso gerou curiosidade nas pessoas, principalmente pelo conteúdo das mensagens grafitadas. Em dezembro de 1978, o veículo Village Voice publicou um artigo sobre as escrituras. O projeto "SAMO" acabou com o epitáfio "SAMO IS DEAD" (SAMO está morto) escrito nas paredes de construções do SoHo nova-iorquino.
Em 1978, Basquiat abandonou a escola e saiu de casa, apenas um ano antes de se formar. Mudou-se para a cidade e passou a viver com amigos, sobrevivendo através da venda de camisetas e postais na rua. Um ano depois, em 1979, contudo, Basquiat ganhou um status de celebridade dentro da cena de arte de East Village em Manhattan por suas aparições regulares em um programa televisivo. No fim da década de 1970, Basquiat formou uma banda chamada Gray, com o então desconhecido músico e ator Vincent Gallo. Com o conjunto, tocaram em clubes como Max's Kansas City, CBGB, Hurrahs e o Mudd Club. Basquiat e Gallo viriam a trabalhar em um filme chamado Downtown 81 (também conhecido por "New York Beat Movie"). A trilha sonora deste tinha algumas gravações raras da Gray. A carreira cinematográfica de Basquiat também incluiu uma aparição no vídeo "Rapture" da banda Blondie.
Basquiat começou a ser mais amplamente reconhecido em junho de 1980 quando participou do The Times Square Show, uma exposição de vários artistas patrocinada por uma instituição de nome "Colab". Em 1981, o poeta, crítico de arte e "provocador cultural" Rene Ricard publicou um artigo em que comentava sobre o artista. Isso ajudou a catapultar de vez a carreira de Basquiat internacionalmente. Nos anos consecutivos, Basquiat continuou a exibir sua obra em Nova York ao lado de artistas como Keith Haring e Barbara Kruger. Também realizou exposições internacionais com a ajuda de galeristas famosos.
Já em 1982, Basquiat era visto freqüentemente na companhia de Julian SchnabelDavid Salle e outros curadores, colecionadores e especialistas em arte que seriam conhecidos depois como os "neo-expressionistas". Ele começou a namorar, também, uma cantora desconhecida na época, Madonna. Neste mesmo ano, conheceu Andy Warhol, com quem colaborou ostensivamente e cultivou amizade.
Dois anos depois, em 1984, muitos de seus amigos estavam preocupados com seu uso excessivo de drogas e seu comportamento paranóico. Basquiat, então, já estava viciado em heroína. No dia 10 de fevereiro de 1985, Basquiat foi capa da revista do The New York Times, em uma reportagem dedicada inteiramente a ele. Com o sucesso, foram realizadas diversas exposições internacionais em todas as maiores capitais europeias. Basquiat morreu de um coquetel de drogas (uma combinação de cocaína e heroína conhecida popularmente como "speedball") em seu estúdio, em 1988. Após sua morte, um filme que levava seu nome foi lançado contando sua biografia, dirigido por Julian Schnabel e com o ator Jeffrey Wright no papel de Basquiat.