segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Lançamento do livro Olhar do Ícone em Curitiba


No próximo dia 20 de fevereiro de 2014, 
às 20:00h será o lançamento do livro Olhar do Ícone em Curitiba, 
na Poetria Livros e Arte.

Haverá uma performance teatral com textos do livro, 
Preparada com muito carinho por Renata Regis Florisbelo

e pela Eliss de Castro.

Fica aqui meu convite especial para você e o pedido de auxílio na divulgação.

Abraços,

Renata Regis Florisbelo



"Está nas mãos do ser humano aperfeiçoar-se, transformar-se inteiramente no decorrer do tempo". Rudolf Steiner

Um mapa do melhor da arte de rua hoje

Listamos os murais mais incríveis do mundo

Compartilhada da Revista Vogue - 17/09/2012 | POR REDAÇÃO
Uma das capitais mundiais da street art, São Paulo assistiu nas últimas semanas à transformação de três de suas empenas – aquelas paredes laterais, sem janelas, de prédios antigos – em verdadeiras obras de arte. A ação é uma espécie de evolução da Lei Cidade Limpa, que reduziu a poluição visual da cidade e liberou espaço para outros tipos de interferências na paisagem, como os três grafites que agora ocupam edifícios da avenida Paulista, da rua da Consolação e da avenida Brigadeiro Faria Lima. Para atestar o crescimento dessa modalidade de arte urbana e brindar iniciativas do gênero, Casa Voguelistou dez dos mais impressionantes grafites a colorir edifícios e cidades de todo o mundo. Veja!
  (Foto: reprodução)
São Paulo
Autor: Rui Amaral
Das três obras recentemente realizadas pelas ruas de São Paulo, o destaque fica por conta do grafite feito por Rui Amaral na parede lateral de um edifício na avenida Paulista. Sua inserção na fachada valoriza a arquitetura, além de fazer uma menção à empresa que patrocina a ação nas empenas paulistanas. Essa iniciativa, aliás, está em uma nova etapa, em que o público poderá escolher aqui dois entre quatro artistas – Morandini, Glauco Diógenes, Reynaldo Berto e Mário Níveo – que pintarão novos painéis na avenida Prestes Maia, Centro, e na rua Clodomiro Amazonas, Itaim Bibi.
_________________________________________________________________________
  (Foto: reprodução)
Bristol, Grã-Bretanha
Autor: Aryz
Uma rua da cidade portuária de Bristol, no sudoeste da Inglaterra, foi inteiramente renovada graças à street art. Trata-se da Nelson Street, que teve seus muros e paredes coloridos por artistas de todo o mundo em uma ação chamada See No Evil Street Art Project. Entre os grafites mais comentados, está aquele realizado pelo artista espanhol Aryz. O sucesso da iniciativa é tanto que a prefeitura local resolveu fazê-la anualmente, estendendo-a a outras vias do Centro.
_________________________________________________________________________
  (Foto: reprodução)
Moscou, Rússia
Autor: Alexandre Farto
Conhecido como Vhils, Alexandre Farto é chamado pela imprensa europeia de "O Banksy Português", em referência ao famoso grafiteiro britânico, que popularizou a street art. Com apenas 23 anos, o artista luso começou seu trabalho nas ruas de Lisboa, criando esculturas e retratos a partir de técnicas que vão do uso de explosivos a simples pinceladas de tinta. Em comum, as obras têm o fato de retratarem pessoas anônimas das grandes cidades.
_________________________________________________________________________
  (Foto: reprodução)
Lodz, Polônia
Autor: Etam Crew
A cidade de Lodz, na Polônia, realizou em maio o festival Fundacja Urban Forms, dedicado a diferentes modelos de arte urbana. O grafiteiro Sainer, do coletivo local Etam Crew, realizou, em apenas uma semana, aquela que é a obra mais consagrada do evento. O sucesso do painel foi tamanho que a prefeitura decidiu torná-la uma obra permanente da paisagem urbana local.
_________________________________________________________________________
  (Foto: reprodução)
Nova YorkAutor: Eduardo Kobra
Outro artista paulista com reconhecimento internacional é Eduardo Kobra. Após realizar uma série de grafites pelas ruas de São Paulo, ele foi recentemente chamado para fazer este que é um dos projetos mais celebrados do circuito que acompanha a High Line, a via elevada que foi transformada em parque urbano e corredor de arte com acesso exclusivo para pedestres. O mural faz uma referência à foto de Alfred Eisenstaedt, que registrou o beijo mais famoso do mundo na Times Square, pela celebração do fim das hostilidades entre EUA e Japão na 2ª Guerra Mundial.
_________________________________________________________________________
  (Foto: reprodução)
Lüneburg, AlemanhaAutor: Herakut
Com a frase "Art doesn't help people, people help people" (em português, "arte não ajuda as pessoas, pessoas ajudam pessoas"), o grafiteiro alemão Herakut roubou a cena durante o último Artotale Festival, um dos maiores eventos de arte da rua da Alemanha, realizado anualmente na cidade de Lüneburg. A obra traz uma criança vestida como um pássaro, em posição de defesa.
_________________________________________________________________________
  (Foto: reprodução)
Nova YorkAutores: OsGêmeos
O ano de 2010 é um marco na trajetória d'OsGêmeos, de São Paulo. Foi quando eles realizaram o grafite que lhes garantiu fama na cena artística de Nova York. O trabalho contou com a parceria do artista local Futura e fez parte dos festejos do Festival Mundial de Basquetebol, cujo tema naquele ano foi Unite We Rise. A obra foi realizada em uma das empenas do William T. Harris Elementary School, na rua 21.
_________________________________________________________________________
  (Foto: reprodução)
Atlanta, EUAAutor: Roa
Desde 2010, a cidade norte-americana de Atlanta realiza o Living Wall Conference, festival inteiramente dedicado ao grafite e à street art. Em 2011, a lateral de um galpão centenário foi transformada no lar de um crocodilo que se mantém imóvel em uma posição pouco provável, com as patas voltadas para o alto.
_________________________________________________________________________
  (Foto: reprodução)
Katowice, Polônia
Autor: Escif
A cidade polonesa de Katowice também possui seu festival de arte de rua e, em 2012, o destaque foi a obra realizada pelo coletivo espanhol Escif. Trata-se de um interruptor gigante que questiona o uso excessivo da tecnologia pela sociedade contemporânea. O tom acinzentado do mural salienta a inércia dessa dependência.
_________________________________________________________________________
  (Foto: reprodução)
Szczecin, Polônia
Autores: Sepe, Lump e Chazme718
Em um país como a Polônia, que até hoje convive com imensos vazios urbanos decorrentes dos bombardeios da 2ª Guerra Mundial, a street art tem o papel de trazer cor e sentido para muros e paredes que, antes, serviam apenas como memória deste passado recente. Na cidade de Szczecin, no noroeste do país, os grafites são comuns, e este, realizado em 2011 pelo duo Chazme718 e Sepe, em parceria com o artista Lump, faz uma crítica à situação econômica de boa parte das famílias polonesas.
_________________________________________________________________________
  (Foto: reprodução)
Boston, EUAAutores: OsGêmeos
A notoriedade da dupla paulista OsGêmeos rendeu-lhes sua primeira exposição individual nos Estados Unidos. A mostra abriu as portas no Institute of Contemporary Art de Boston, e fica em cartaz por 18 meses. Parte da mostra é este novo mural, concluído no final de julho e uma das primeiras obras realizadas dentro da legalidade na conservadora cidade do nordeste dos EUA

Fotos revelam apatia das feiras de arte


Série fotográfica critica universo dos marchands

Compartilhado revista Vogue.... POR REDAÇÃO; FOTOS ANDY FREEBERG
2
  (Foto: Andy Freeberg)
O fotógrafo Andy Freeberg passa boa parte de suas tardes em museus e galerias. Ele não percorre as salas para admirar as obras, mas, sim, as pessoas que trabalham lá dentro. A observação indiscreta, que ocorre desde 2009, já deu material suficiente para ele montar duas exposições, uma sobre as grandes mesas brancas das recepcionistas nas galerias do Chelsea, bairro descolado em Nova York, e outra sobre as mulheres que guardam as telas dos museus de São Petesburgo, na Rússia.
Mas foi nas feiras de arte que ele descobriu o ambiente ideal para praticar este voyeurismo artístico. Seu trabalho camufla-se entre a divertida apatia que acomete as pessoas nos estandes de compra e venda de peças de arte. Uma explosão de tinta derrama-se pela parede, e marchands, colecionadores e artistas não desgrudam os olhos dos seus aparelhos eletrônicos – quando não dão de ombros ou viram-se de costas, quase insensíveis às obras contemporâneas e indiferentes ao talento dos artistas.
Seria uma bela crítica ao momento atual das artes plásticas se Freeberg só estivesse interessado no registro. Mas ele refuta o banal e, atentamente, busca enquadrar junto às cores e expressões uma metáfora inteligente do universo da sua própria obra. “Fui atraído não só pelas pessoas, mas também pelas combinações de arte, roupas, equipamentos e posturas. Encontrei iluminação, figurino, cenografia para fotografar estes dioramas vivos, em que o próprio mundo da arte atua”, explica o fotógrafo.
  (Foto: Andy Freeberg)

  (Foto: Andy Freeberg)

  (Foto: Andy Freeberg)

  (Foto: Andy Freeberg)

   (Foto: Andy Freeberg)

  (Foto: Andy Freeberg)

  (Foto: Andy Freeberg)

  (Foto: Andy Freeberg)

  (Foto: Andy Freeberg)

  (Foto: Andy Freeberg)

  (Foto: Andy Freeberg)