terça-feira, 6 de setembro de 2016

Sandra Hiromoto e suas obras na novela Sol Nascente.

As pinturas da paranaense Sandra Hiromoto estão expostas quase que diariamente para todo o Brasil na novela Sol Nascente da Rede Globo de Televisão que passa às 18 horas. São sete obras que fazem parte da série de pinturas inspiradas no cotidiano das mulheres japonesas, que Sandra produziu em 2012.

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A artista paranaense Sandra Hiromoto é Graduada em desenho industrial e pós-graduada em poéticas no ensino da arte contemporânea. Sandra Hiromoto também está em cartaz até setembro no Museu Oscar Niemeyer com a mostra Lugar Incomum: Japão Revisitado. Com obras que intercalam a estética japonesa e brasileira, 


Sandra comanda o módulo “Os Limites do Desenho e da Pintura” no Centro Europeu de Curitiba. A sede da escola no bairro Batel (Rua Benjamin Lins, 999).
Caso tenha interesse em mais informações pelo telefone (41) 3222-6669 ou

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                                                                                                                               foto divulgação.

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CONTATO COM A ARTISTA SANDRA HIROMOTO:
http://www.sandrahiromoto.com.br

MUSEU PARANAENSE COMEMORA 140 ANOS EM SETEMBRO.

Museu Paranaense completa 140 anos com programação especial

Atividades gratuitas serão ofertadas durante todo o mês de setembro em comemoração ao aniversário

Selo comemorativo aos 140 anos do Museu ParanaenseEm setembro, o Museu Paranaense, uma das instituições públicas mais antigas do Paraná, completa 140 anos. Para comemorar a data serão realizadas atividades culturais abertas ao público durante todo o mês. Confira a programação completa abaixo.

O objetivo dessas atividades é estimular os visitantes a experimentarem diferentes sensações que os levem a experiências relacionadas à história e à cultura. Serão palestras, bate-papos, oficinas manuais e lúdicas, visitas guiadas, exposições, dança, música, entre outros. Para participar das palestras, os interessados devem se inscrever no link goo.gl/zGqX3J. Será entregue certificado de participação. Todas as atividades são gratuitas.

Para o secretário de Estado da Cultura, João Luiz Fiani, o Museu Paranaense é um ícone da história do Estado. “É um museu que tem que ser muito valorizado e respeitado porque é um espaço único para a nossa história. A partir desse mês de setembro as atividades da cultura vão estar valorizadas por esta data. O Museu Paranaense foi, é e continuará sendo um orgulho para todos nós”. 
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Aniversário
No dia 25 de setembro (último domingo do mês), data de aniversário do museu, o público poderá celebrar junto com toda a equipe do museu a partir das 10h. Diversas atrações estão programadas, como um workshop de Tai Chi Chuan, oficina de origami, performance, visitas guiadas às exposições, apresentações de bandas curitibanas, como a EletroMUV, Felling Open, Mumbai Express e a Banda da Divisão Feminina de Jovens da BSGI, Nova Era Kotekitai.

“Este é o momento para celebrar junto aos parceiros e público do Museu Paranaense seu 140º aniversário. Cooperações que foram fundamentais para construção deste rico patrimônio. A comemoração da data tem a colaboração de várias instituições e pessoas, que contribuem juntas para a conservação desta história”, comenta o diretor do Museu Paranaense, Renato Carneiro.

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Histórico
Fundando no dia 25 de setembro de 1876 por Agostinho Ermerlino de Leão e José Candido Murici, a instituição guarda um acervo riquíssimo em artefatos históricos, antropológicos e arqueológicos, que juntos contam a memória do Estado.

Programação
6 a 30/09 | Intervenção em crochê do Coletivo Mãos Urbanas.

06/09 | 14h | Roda de chimarrão – Um dedo de prosa com João Nogueira sobre questões geográficas e históricas da erva-mate.

11/09 | 11h | Apresentação de taiko do grupo Ryukyu Koku Matsuri Daiko - Filial Curitiba
13/09 | 16h | Visita guiada à exposição "Vestígios: registros do andar e da memória da cidade" e bate-papo com a artista Bianca Isis.

14/09 | 14h | Palestra “Museu Paranaense e a arqueologia no Brasil”, com a arqueóloga Claudia Parellada.

15/09| 17h | Bate-papo com o artista e ilustrador Daniel Conrade, autor do livro A arte Guarani-Mbya de Guaraqueçaba, aldeia Kuaray Guata Porã.

16/09 | 10h30 | Oficina de danças circulares com Domingos Valeski Junior.
14h | Oficina “Criança pequena no museu: o mediador brincante”, com Ariane Azambuja.

17/09 | 11h | Sarau de poesias de Wislawa Szymborska com alunos e professores da Casa da Cultura Polônia-Brasil e com a presença da tradutora Regina Przybycień.

20/09 | 14h às 15h | Palestra “A importância do Museu Paranaense e o seu entorno com a memória”, com Claudio Ogliari.
15h30 às 16h30 | Palestra “Roupas e biografias: o acervo de indumentária do Museu Paranaense”, com Caroline Muller.

21/09| 14h às 15h | Palestra “Etiqueta: Regras do e no Museu”, com Martha Becker.
15h30 às 16h30 | Palestra “Acervo do MP: um estudo sobre as indústrias paranaenses”, com Janaik Baum.

22/09 | 14h às 15h | Palestra “A modernização agrícola: ações do governo Bento Munhoz da Rocha (1951-1955)”, com Renê Wagner Ramos.
15h30 às 16h30 | Palestra “Museu Paranaense: caminhos, contextos e ações museológicas (1876-1976)”, com Ricardo Carvalho Rodrigues.

23/09 | 17h | Abertura da exposição “O Museu da História do Paraná: os 140 anos do Museu Paranaense”.
17h30 | Lançamento do livro Vladimir Kozák: sentimentos de um lobo solitário, da pesquisadora Rosalice Carriel Benetti.

24/09 | 11h | Abertura da exposição "Memória das ruas: retratos dos personagens de Curitiba".
Local: Museu Oscar Niemeyer

25/09 | Aniversário de 140 anos do Museu Paranaense
Workshop de Tai Chi Chuan com Rodrigo Wolff Apolloni, oficina de origami com os voluntários da ONG Dobrando Alegrias, performance da designer Jeniffer Padilha do Coletivo Mãos Urbanas, apresentações musicais com Eletro MUV, Mumbai Express, Felling Open e Nova Era Kotekitai.

27/09 | 10h | Visita guiada ao Museu Paranaense "Curiosidades e os Tesouros do MP", com Ricardo Carvalho Rodrigues.

28/09 | 11h | Bate-papo com a pesquisadora Rosalice Carriel Benetti sobre o livro Vladimir Kozák: sentimentos de um lobo solitário.
14h | Visita guiada ao circuito expositivo do Museu Paranaense com enfoque na Guerra do Contestado, com Flávia Rhafaela Pereira.

29/09 | 14h | Visita guiada ao Museu Paranaense "Curiosidades e os Tesouros do MP", com Ricardo Carvalho Rodrigues.

Serviço
Comemoração dos 140 anos do Museu Paranaense
De 6 a 30 de setembro de 2016
Programação especial
Entrada gratuita
Fonte: SEEC
Museu Paranaense - Cartão Postal
SAIBA MAIS SOBRE O MUSEU PARANAENSE ...
Idealizado por Agostinho Ermelino de Leão e José Candido Murici, o Museu Paranaense foi inaugurado no dia 25 de setembro de 1876, no Largo da Fonte, hoje Praça Zacarias, em Curitiba. Com um acervo de 600 peças, entre objetos, artefatos indígenas, moedas, pedras, insetos, pássaros e borboletas, era então, o primeiro no Paraná e o terceiro no Brasil.

Em 1882, de particular transformou-se em órgão oficial de governo. A partir daí, passou a receber contínuas doações. Deixa de ser um simples depósito para ser um centro de instrução e pesquisa, propiciando a vinda de “missões científicas” para o Paraná.

Foi dirigido por grandes nomes da sociedade paranaense, entre eles Agostinho Ermelino de Leão, Romário Martins e Loureiro Fernandes.

Desde a sua inauguração o Museu Paranaense ocupou seis sedes, até fixar-se na atual, o Palácio São Francisco.

Atualmente o Museu Paranaense desenvolve estudos nas áreas da Arqueologia, Antropologia e História.

Sua nova sede está estruturada para a realização de projetos e atividades culturais, atingindo os diversos segmentos sociais. Possui laboratórios, biblioteca, auditório, além de salas de exposições permanentes e exposições temporárias. 

Destaque para o Pavilhão da História do Paraná que faz a “linha do tempo” desde a pré-história, 8000 anos antes da época atual, até o início do século XX, com a integração dos imigrantes ao nosso Estado.

sábado, 3 de setembro de 2016

LAURO HAIT SCHWAB, imortal Poeta e Contista de Ponta Grossa é destaque na Revista Cultural de Carlos Zemek em Curitiba.

Mais um Cidadão Ponta-grossense que fez História e hoje é referência, que as novas gerações conheçam um pouco de sua trajetória e quem sabe sirva de inspiração para que nossos jovens se dediquem à Literatura.

O Poeta Euclidiano Lauro Hait Schwab
Neste mês na Revista Cultural Carlos Zemek, somos brindados pelo Artista, Curador e Professor de Artes Eloir Jr. com esta matéria que narra um pouco da história biográfica e obras de LAURO HAIT SCHWAB, imortal Poeta e Contista de Ponta Grossa - PR, pai de Iracema Schwab Bertineti e Miriam Schwab Freitas e avô de sua esposa Carla Schwab.
A edição da matéria na revista é de Isabel Furini e Carlos Zemek.


Academia Pontagrossense de Comércio-Colégio SEPAM
Hoje: Sociedade Educacional Professor Altair Mongruel
Fonte/Imagem: Acervo da Instituição
Revista HISTEDBR On-line, Campinas, n.18, p. 156 - 169, jun. 2005 - ISSN: 1676-2584


Lauro Hait Schwab (1918-1953) foi poeta e contista de Ponta Grossa no Paraná, Nasceu em uma família tradicional de imigrantes alemães-russos que colonizaram boa parte do Estado do Paraná, chegando aqui em 1877 , fixando-se no Bairro da Nova Rússia em Ponta Grossa . Herdou bagagem genética de seus avós, tornou-se artista da 6ª. arte, ou seja, literatura, que fez parte de sua vida através da palavra contada e escrita desde sua adolescência e por um curto período de sua vida adulta. Estudou na Academia Ponta-grossense de Comércio, hoje Sepam.
O jovem poeta dos Campos Gerais falece tragicamente em maio de 1953, aos 35 anos e mais uma vez torna-se nota no Tapejara. Sua obra é imortalizada com um único poema publicado, mas com referência e título de Poeta e Contista que deixou diversos trabalhos inéditos para serem estudados, pesquisados, é uma gênese dos tempos dourados da intelectualidade que Ponta Grossa vivenciou um presente para a nova geração e para os descendentes "Schwab".


Leia a matéria na íntegra no blog: 

http://revistacazemek.blogspot.com.br/…/eloir-jr-lauro-hait…






Eloir Jr. é artista Plástico curitibano, pós-graduado pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná e graduado pela Universidade Tuiuti do Paraná, colunista cultural do Sztuka Kuritiba, curador e professor de arte. Há 20 anos é estudioso das etnias europeias no Estado do Paraná, com enfoque principal na cultura eslava da Polônia e Ucrânia, onde expressa seus trabalhos em harmonia com ícones paranistas; araucárias, pinhões e gralha azul.
Carlos Zemek - Embaixador Internacional e Imortal da Poesia,                                   Curador e Artista Plástico,                                                                                            Membro da Academia de Cultura de Curitiba - ACCUR
cazemek@yahoo.co.br . Saiba mais sobre a revista pelo: 
http://curadorcazemek.blogspot.com.br/



quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Documentário BENETT produção da ZOOM ELEFANTE selecionado para o FESTICINI 2016.


Documentário BENETT (25 minutos 2016)
Produção ZOOM ELEFANTE 
https://www.facebook.com/zoomelefante/?hc_ref=PAGES_TIMELINE&fref=nf
Fotografia e direção de fotografia Adriano Sene
Assistente de produção Marina Graciano - 
Direção geral Almir Correia de Ponta Grossa
Produção Executiva Lia Correia e João Batista de Lara
Edição Thiago Gaspar.

O documentário foi selecionado para o FESTICINI 2016, fala sobre o chargista e cartunista Alberto Benett natural de Ponta Grossa que trabalha há alguns anos nos jornais Folha de São Paulo e Gazeta do Povo (PR). Suas charges e tirinhas têm o poder do humor corrosivo que exige do leitor uma mente mais aberta para um mundo cada vez mais fechado. 

Leia os indicados no site: http://www.festicini.com.br/br/os-indicados

Benett Alberto de Macedo ou simplesmente Alberto Benett é cartunista nascido em Ponta Grossa e radicado em Curitiba-PR. Publica suas tiras, ilustrações e charges no jornalGazeta do Povo e é editor da revista de humor e quadrinhos Zongo Cômiques, que teve apenas uma edição. Benett jura que algum dia a Zongo voltará triunfante!

Em 2005 foi vencedor do Salão de Humor de Piracicaba, na categoria quadrinhos. Normalmente os assuntos abordados em seu trabalho são de cunho autobiográfico (neuroses, paranóias, desespero e alguma felicidade), embora possua personagens como Punkadinha (uma espécie de Bob Cuspe das tiras infantis), Barata (um sujeito que vive, e convive, com uma faca fincada no peito), Carlos Invertebrado (personagem que nasceu sem vertebra) e, por conta disso, fica o tempo todo deitado). Seu mais recente personagem é Amok, o menino-caveira com síndrome de Amoque (aquela vontade de matar todo mundo que leva adolescentes a cometerem chacinas em suas escolas) e Ludwig, um menino que é um mero coadjuvante em sua própria vida.
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Suas influências artisticas consistem, basicamente, em quadrinhos de LaerteAngeli e Charles M. Schulz; filmes de Woody AllenWill Ferrell e os Irmãos Marx; e livros de caras como Norman Mailer e Tom Wolfe.
No final de 2007 Benett publicou, pela Editora Juruá, seu primeiro livro de tiras, Benett Apavora! Tiras Infames e Desenhos Encardidos Para Toda Família Disfuncional.

Vera Itajaí convida para Exposição & Rodada Cultural.




Vernissage: Dia 01 - As 19:hrs
Evento Exposição & Rodada Cultural.
Roteiro: Arte.Musica.Dança.Literatura.Teatro e Poesia.
Os Convites podem ser adquiridos na Entrada do Evento\Exposição ao custo de R$ 20,00.
Será Sorteado uma "Gravura" com Assinatura dos Artistas João Moro e Teka \ Ester Braga Côrtes.
O Programa Multiplus Olhares pela Cidade, estará fazendo a cobertura do Evento.
Também faremos a gravação da Mesa Redonda, uma Conversa do Artista, Bate Bola, com o Publico\Convidados

O Artista João Moro, é nosso Convidado, para participar da 1ª Messa Redona, dessa Quinta feira, dia 01 de Setembro.
A Artista Teka\Ester Braga Côrtes, será nossa Convidada, para participar da 2ª Mesa Redonda, das Quintas feiras,dia 08 de Setembro.
O Artista Marcello Romeiro, será nosso Convidado, para participar da 3ª Mesa Redonda, das Quintas feiras, dia 15 de Setembro.
A Artista Elisabeth Sekulic, será nossa Convidada, para participar da 4ª Mesa Redonda, das Quintas feiras, dia 22 de Setembro.
O Artista e Presidente da APAP Osmar Carboni, será nosso Convidado, para participar da 5ª Mesa Redonda, da ultima Quinta feira, do Evento, dia 29 de Setembro.


Em Curitiba, ElOIR JR. inaugura exposição "BABUSKIANDO"

BISA BASÍLIO CAFÉ INAUGURA EXPOSIÇÃO
 "BABUSZKIANDO" DE ELOIR JR.

O elegante Bisa Basílio Café no Água Verde em Curitiba-PR, inaugura nesta quinta-feira, dia 01/09 a Exposição individual “BABUSZKIANDO" do artista plástico e curador Eloir Jr.
Com curadoria de Carla Schwab e do próprio artista, as paredes do aconchegante casarão de vivências eslavas reúne 10 trabalhos da atemporal série “Babuszkas Pop” do artista.


“Babuszkiando” é uma coletânea lúdica com influência eslava, onde o artista expressa seu icônico e preferido tema pictórico numa homenagem as grandes mulheres do mundo, sendo pinturas, artistas, atrizes, lendas e demais personalidades femininas elaboradas em cenários paranistas na forma de Matryoszkas e Babuszkas.  
Os bidimensionais de Eloir exteriorizam a riqueza cultural das milenares Ucrânia e Polônia, e suas personagens incorporam esta figuração geométrica em harmonia com gralhas azuis e pinhões, remetendo a gênese da colonização paranaense.   


Sobre o artista:
Nascido em Curitiba-PR., Eloir Jr. é Artista Plástico pós-graduado pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná e graduado pela Universidade Tuiuti do Paraná. Colunista cultural do Sztuka Kuritiba, Arte&Cultura Paranaense da Revista Paulista e Coluna Arte da Revista Virtual Cultural Carlos Zemek. Há 7 anos é Diretor-curador dos Grupos de Arte Contemporânea ART.CON e ÓIA NÓIS e ex-integrante do Grupo Folclórico Português Alma Lusa e Grupo Folclórico Polonês do Paraná Wisla, entre as décadas de 1984 e 2004.


Expõe profissionalmente seus trabalhos artísticos em mostras individuais, coletivas e salões de arte desde 1997, obtendo 12 premiações durante este período e suas obras estão em coleções de acervos nacionais, internacionais, livros de arte e cultura e nas edições da Casa Cor Paraná.
Em 2010 representou com suas pinturas o Estado do Paraná na cidade francesa de Vaire-Sur-Marne, e em 2013 participou de exposição no Carrousel Du Louvre em Paris-France.
Há 20 anos é estudioso das etnias européias que imigraram e colonizaram a terra Paranaense, região sul do Brasil, com enfoque principal na cultura eslava da Polônia e Ucrânia, onde não só expressa a pintura sobre tela, como também o artesanato cultural destes países.


Seu trabalho é alegre, colorido e resgata as memórias culturais trazidas pelos diversos povos. Inspirando-se nos folclores polonês, ucraniano, português, italiano entre outros, o artista consegue demonstrar a convivência harmoniosa das etnias que fazem parte de sua terra natal, a terra de todas as gentes.
Em seu percurso artístico se identificou com a linguagem Naïf, que traduz a pura expressão ingênua da cultura, hábitos e costumes em harmonia com ícones paranistas, como gralha azul, araucárias e pinhões.

SERVIÇO:
Exposição "BABUSZKIANDO” de Eloir Jr.
Local: Bisa Basílio Café
Visitação: 01 a 30/09
De segunda-feira a sábado das 10h às 20h
Endereço: Rua Coronel Dulcídio, 1822 - Água Verde
Curitiba-PR
Fone: 41 - 3528-6220

Entrada Franca

terça-feira, 30 de agosto de 2016

FAZENDO ARTE NA MELHOR IDADE

Que bom chegar na Melhor Idade fazendo Arte.
Passamos a Vida estudando, trabalhando, ganhando dinheiro, pagando contas, cuidando dos filhos, dos netos até chegar a Melhor Idade e na maioria das vezes não nos preparamos para a "Velhice".



 Aí, começa as dores, a falta de vontade, as deficiências, o desanimo, a tristeza, a falta de atenção e muitas vezes a falta de oportunidade de fazer coisas diferentes ou até mesmos resgatar aquela vontade de fazer algo que não conseguimos durante a nossa tão agitada Vida.



Os filhos, os parentes, os amigos, todos continuam com sua Vida agitada e uma opção quando ninguém tem mais tempo é ir morar em um Asilo, algumas vezes por conta própria outras levados pela família que não tem mais condições de cuidar dos "Idosos".



Como sempre digo: "Tudo tem a hora certa". Este ano um de meus Projetos com crianças acabou não dando certo e como não gosto de deixar nada pendente acabei mudando este para trabalhar com um grupo de "velhinhos". Fiquei surpreso pela animação e boa vontade de aprender e participar de mais este Projeto de Artes.



A Arte Contemporânea nos dá esta facilidade, o que interessa não é a estética final do trabalho e sim o sentimento que cada um vai expressar naquela obra.



Em pouco tempo estaremos mostrando o resultado de tão gratificante trabalho que deveria ser copiado por todo Cidadão que tem a boa vontade de doar um pouco de seu tempo em prol de nossos semelhantes .....



É muito gratificante ver a boa vontade, mesmo com tantas limitações e deficiências que a Vida lhes proporcionou, o silêncio e o respeito em ouvir um pouco da História da Arte, seus estilos e a preocupação de nunca ter "pintado" nada e claro como todo bom incentivador, deixo bem claro que para um professor de Artes, este é o melhor aprendiz e assim a tarde passa, logo postarei outras fotos das aulas práticas, enfim vamos fazer Arte e aprender muito com os nossos "Velhinhos".


Gostou, tem vontade de ajudar e não sabe como?
Precisamos de patrocinadores para comprar materiais e na organização do vernissage final.
Entre em contato pelo 42 - 9962 5952
ou cparubocz@gmail.com

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Artista Carla Schwab é destaque no “Guide International D’Art Contemporain”




Carla Schwab, Artista Visual de Curitiba, participou da Exposição Coletiva que acontece todo ano no Carrousel Du Louvre em Paris. 
O evento organizado pela Curadora, Comissária de Arte, Produtora Cultural e Biógrafa Heloiza de Aquino Azevedo, que há 08 anos reside na França resulta no livro “Guide International D’Art Contemporain vol.II”  que é direcionado especialmente para colecionadores, leiloeiros e galeristas de toda a Europa. 
As obras da Artista Carla Schwab já participam das edições da Casa Cor Paraná, sendo premiada como melhor trabalho relacionado com a sustentabilidade, Casa Cor de outros Estados brasileiros, salões de arte com premiações, exposições coletivas e individuais. Esta é a terceira exposição na França e a  2ª participação no Carrousel Du Louvre, a Curadora Heloiza selecionou as obras da série de Aquarelas rendadas sustentáveis da Artista, onde esta procura a leveza e a sutileza das cores através de suas tramas em crochê sobre papel.
 
            Obras da "Série Aquarelas Rendadas"
Carla Schwab é graduada em Artes Visuais pela UFPel-RS, Universidade Federal de Pelotas-Rio Grande do Sul, é Professora de Artes em estudos de materiais e técnicas de pintura da Associação Cultural Solar do Rosário e pintura no Ateliê Kézia Talisin.

Carla Schwab e Eloir Jr.




Destaca-se o texto crítico do artista e curador Eloir Jr., sobre o trab.alho da Artista e suas obras, o texto bilíngüe (francês/inglês) do “Guide International D’Art Contemporain” estará disponível para Galerias, Espaços Culturais e Críticos de diversos Países.....
Contato: 
e-mail:carlaschwab5@gmail.com 
fone: 041 30266571 ou 041 - 84293278 

http://carlaschwab.blogspot.com.br

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

AMOR À ARTE Os andaimes das falcatruas de uma colecção de arte

Arte sempre foi um ótimo investimento.


Não é de hoje e nem só no Brasil que a Arte é usada por pessoas inescrupulosas para investir dinheiro desviado dos cofres públicos e de corrupção, este texto COMPARTILHADO do Blog https://pracadobocage.wordpress.com/2016/06/02/amor-a-arte-os-andaimes-das-falcatruas-de-uma-coleccao-de-arte é de Portugal.

FundacaoArpadSzenesVieiraSilva_01
Quando se adquire uma obra de arte, por maior que seja a paixão, o comprador sabe que está a fazer um investimento de valorização garantida.
Hoje, as obras de arte são um nicho do mercado dos objectos de luxo. Museus e galerias são os pilares do sistema de valores. A obra de arte é filtrada através das galerias, coleccionadores, instituições públicas. Sobre a obra de arte escreve-se em meios de comunicação social. Essa massa flutuante de informação acaba fixada na História(s) de Arte. Na arte, a história e a crítica valem dinheiro. Está-se bem perto dos métodos de funcionamento do sistema bancário. A arte é também um dos veículos preferenciais para a lavagem de dinheiro.
Os compradores de obras de artes ou o fazem porque se interessam por arte ou o fazem para investimento. Nesses últimos há quem maquilhe o objectivo de extrair mais-valias por um súbito amor à arte, como Jorge Brito (JB), Berardo ou Rendeiro, e quem não se preocupe com esse teatro, como Pais do Amaral.
Na ordem do dia a negociação da colecção Berardo e de seis quadros de Viera da Silva que os herdeiros de Brito ameaçam retirar da Fundação Arpad Szenes-Vieira da Silva. Sobre a saga Berardo já se escreveu (*).
As façanhas de JB, coleccionador de arte, homem de negócios, fundador do Banco Intercontinental Português(BIP), são bem descritas por Silva Lopes (Público, 10/09/2008) ministro das Finanças nos primeiros governos provisórios depois da Revolução de Abril, governador do Banco de Portugal de 1975 a 1980. “Agora falamos dessas coisas, (BPN e BPP) mas comparado com que o Brito fazia… (…) O Brito utilizava os depósitos no BIP para os seus negócios pessoais. Tudo o que aí se punha era para os seus negócios pessoais. Não emprestava apenas a si-próprio, emprestava também ao jardineiro que era para ele, claro. Comprava de tudo terrenos, palácios, arte, tudo. Depois nas compensações do Banco de Portugal, o BIP estava sempre a descoberto. O BdP aparecia-me quase todos os dias a dizer mais um descoberto do BIP. O BdP teve que adiantar nessa altura 10 milhões de contos que agora correspondem a mais de 100 milhões.”JB continuaria a viver à tripa forra a comprar de tudo e mais alguma coisa e a coleccionar arte, com dinheiro dos outros que todos nós acabávamos por pagar, se não tivesse sido preso em Setembro de 1974. Em cinco meses, o Estado tapou os buracos financeiros do BIP a uma média de 20 milhões escudos /mês, ao câmbio actual cerca de 100 milhões euros/mês, que caíam sem se perder um cêntimo nos bolsos de JB, o que faz Silva Lopes afirmar: “Pessoalmente, considero que o Brito foi um dos indivíduos mais fraudulentos do país. O que se está a passar agora (BPN e BPP) não é tão mau, apesar de ser grave, mas o pobre do Alves dos Reis ao pé do Brito…e toda a gente sabe o nome do Alves dos Reis”
Em suma, a célebre colecção de arte JB, uma das melhores e mais extensas em Portugal, foi comprada com o nosso dinheiro. Além de saber que aquilo era um bom negócio, também sabia como a valorizar. O caso mais conhecido é o do Pessoa de Almada Negreiros que comprou por mil contos e ofereceu com aparato e sem inocência ao Museu da Cidade, o que fez disparar o valor da sua colecção de almadas. Um especulador nunca perde a mão ainda que enluvada por amor à arte. Quando arrestaram os bens como garantia de pagamento das dívidas, as obras de arte tinham-se quase todas evaporado. Uma parte foi apreendida pela polícia espanhola quando era contrabandeada pela fronteira transmontana.
As alterações políticas em Portugal, favorecem-no. Os governos, mostrando a sua natureza de classe e sem ruga de vergonha, deram passos para ele reaver o património adquirido em sucessivos golpes de contrafacção. Em 1979 o governo de Mota Pinto publica um decreto-lei em que se determinava que JB podia reaver os bens se ninguém se opusesse. O BdP, o seu governador, opuseram-se. O tribunal decidiu em conformidade, mas os ventos eram favoráveis ao esbulho. Em 1982, o governo AD, Sá Carneiro primeiro-ministro, assina um acordo com JB. Arquiva todos os processos judiciais. Devolve-lhe os bens congelados. O mundo da cultura respirou de alívio. O tesouro em arte acumulado por JB deixava de estar agrilhoado e o que tinha sido saído de candonga podia regressar ao país. Todo não, porque, entretanto, JB tinha vendido uma boa parte. As cenas patéticas do amor à arte dessa gente só se apaziguam com maços de notas.
Nos anos 60, quando JB começou a comprar obras de arte, o mercado era quase inexistente o que possibilitou comprar barato, muitas vezes por atacado. Comprou exposições inteiras antes de as ver e de abrirem ao público. O dinheiro jorrava facilmente para os bolsos dele, abrindo buracos gigantescos no BIP que o pronto socorro do BdP ia a correr tapar com o nosso dinheiro. A sua colecção de arte andou por caminhos tão tortuosos que ninguém sabe ao certo a sua dimensão e quantas obras alienou. Em 1983, negoceia com a Fundação Calouste Gulbenkian um conjunto importantíssimo de pintura e desenho com que o Centro de Arte Moderna é inaugurado. Fez algumas doações. Negócio é também oferecer uns trocos. Os Alves dos Reis deste e do outro mundo não são só vigaristas, como todos os bons burladores também são beneméritos.
Anos mais tarde, a colecção de Jorge Brito é fundamental para a constituição da Fundação Arpad-Szenes Vieira da Silva. Em 1994 acerta com Sommer Ribeiro um empréstimo à FASVS. JB movia-se com grande liberdade na FAVS. Ia lá buscar uns quadros, depositava outros. Nesse vai e vem uns voltavam outros desapareciam como conta a directora do Museu da FASVS, Marina Bairrão Ruivo,“queria umas em casa e depositava outras (…) houve alturas em que se percebia que era para fazer um negócio (…) Parece-me que até nisso Jorge Brito foi muito inteligente, porque vendia, mas ficava sempre com o melhor para ele”. JB era fino como um alho, um bom vivant, um homem encantador qualidades essenciais de qualquer trampolineiro de primeira água. Aos princípios éticos dizia nada, como se vê no modo como usava os dinheiros dos depositantes no BIP em proveito próprio.
Em 2006 a morte de Sommer Ribeiro e de Jorge de Brito coloca um problema à FASVS, ambos eram os garantes do acordo de empréstimo. Em curso as negociações desse espólio. Seis quadros, seis milhões de euros. É pegar ou largar. Os quadros estão classificados. Não poderão sair de Portugal a não ser violando a Lei de Bases do Património Cultural, o que com este governo não é acreditável, mas aconteceu recentemente com um quadro de Crivelli, propriedade de Pais de Amaral, pela mão de Franscisco José Viegas. no governo PSD/CDS. Os herdeiros de JB fazem ultimatos. O anterior Ministro da Cultura, João Soares propunha adquiri-los por troca com terrenos no valor de 6 milhões de euros. Não se sabe onde os ia desencantar.
O negócio até pode ser legal, mas é de uma imoralidade gritante! O Estado, com o dinheiro dos contribuintes, irá comprar obras que já tinham sido adquiridas com o seu dinheiro. Compra-as não pelo preço por que foram compradas, mas pelo preço que o mercado hoje as avalia. São milhões de euros em mais valias. É chocante. Por maior que seja o seu valor artístico e estético, uma realidade sem preço, nada legitima o que é imoral e totalmente ilegítimo.
É uma indignidade, uma vergonha que o Estado Português ceda às ameaças, às cominações dos herdeiros de Jorge de Brito, conhecendo-se, como Silva Lopes explica com límpida clareza, os métodos usados pelo banqueiro para, com o dinheiro dos contribuintes, organizar a sua colecção de arte e exibir o seu amor à arte que antecipa com fragor a consigna de Andy Warhol: “a melhor arte é um bom negócio”.
Não haverá decência e coragem para acabar de vez com esta farsa?!  O crime, se for tapado pelo manto esburacado do amor à arte, é permitido e compensa!
(*) A Colecção, o Bimbo, o Primeiro-Ministro e o seu Assessor (Avante! 22/06/2006)
           Lavar o Cupão coleccionando Obras de Arte (Avante!08/06/2006)
          As Negociatas da Fundação Berardo (Avante!22/04/2010)
         Palhaçadas sem Arte(Avante!13/10/2011)

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

EXPOSIÇÃO CULTURAL “MUNDO DO ARTISTA”

            
Espaço Cultural do Shopping Jardim das Américas

A exposição cultural “Mundo do Artista” iniciou em homenagem ao dia do Artista Plástico em maio de 2014, foi exibida na Galeria da Fundação Cultural Mokiti Okada, seguiu no mesmo ano para no Salão Principal (entrada) do Colégio Militar de Curitiba-PR e agora poderá ser vista no Espaço Cultural do Shopping Jardim das Américas.


A mostra possibilita novas percepções sobre o mundo na visão criativa do artista. O universo tridimensional das obras é criado em globos de isopor com 40 cm de diâmetro que formam entre si uma instalação aérea com interferências em diferentes técnicas e linguagens. As esferas servem como suportes para os artistas mostram suas ideologias, percepção artística e contexto em que estão inseridos.


A mostra é idealizada por Oswaldo Fontoura Dias, coordenador da exposição, cuja intenção é fazer uma reflexão sobre o papel que o Artista Plástico exerce nas questões inerentes ao dia adia e conta com 18 artistas, sendo eles: Alani F. de Mello, Alvaro Wambier Jr., Ana Lectícia Mansur, Carla Schwab, Celso Parubocz, Eloir Jr., Felipe Sekula, Gabriela Rockenbach, Janete Fernandes, Katia Velo, KéziaTalisin, Oswaldo Fontoura Dias, Ruth Mara, Suzana Lobo, Suzete Cidral, Tânia Leal, Waltraud Sekula e Wilma Vanessa Wambier.



“Esta instalação aérea possibilita que as obras sejam observadas sobre vários ângulos e seu conjunto forma, através da diversidade da expressão artística presente, um universo tridimensional, onde a criatividade é o DNA da exposição”, comenta o coordenador da mostra, Oswaldo Fontoura Dias.

SERVIÇO:
Exposição “MUNDO DO ARTISTA”

Local: Espaço Cultural do Shopping Jardim das Américas -1º. Piso
Coquetel de Abertura: 16/08 às 19h30min

VISITAÇÃO: 12/08 a 30/09/2016
Horário comercial do Shopping
Endereço: Av. Nossa Senhora de Lourdes, 63
                   Jardim das Américas-Curitiba-PR
                   Entrada Franca

Colaboração: Eloir Junior ....