terça-feira, 11 de agosto de 2015
quarta-feira, 22 de julho de 2015
Concurso de Curtas-Metragens do Patrimônio Cultural
Edital 19/2015 – Edital 019/2015 – Ponta Grossa
Você sabia que exerce participação fundamental em um conjunto de elementos, objetos e ações, tangíveis e intangíveis, pelo qual denominamos patrimônio cultural e que, por meio das artes visuais se torna possível registrar as expressões culturais elementares para a perpetuação da memória de uma comunidade? Inscreva-se no Concurso de Curtas. Os vídeos serão exibidos em um festival, durante a programação do Congresso
.
Inscrições até o dia 9 de agosto.
Leia o edital na íntegra em http://culturapg.com.br/ editais/?p=1105
terça-feira, 21 de julho de 2015
Concurso Municipal de Fotografias do Patrimônio Cultural
Edital 020/2015
Concurso Municipal de Fotografias do Patrimônio Cultural
Que tal compartilhar conosco seu olhar sobre o patrimônio cultural da cidade. Participe da segunda edição do concurso de fotografias dos bens tombados de Ponta Grossa. As fotos farão parte do acervo da Prefeitura e irão compor um álbum do Patrimônio Cultural. A lista dos bens encontra-se anexa ao
Edital. O Concurso é aberto a fotógrafos amadores e profissionais.
Inscrições até o dia 31 de julho. #patrimonioculturalpg
Edital disponível em
: http://culturapg.com.br/quarta-feira, 17 de junho de 2015
Fatos interessantes que você não sabia de Salvador Dalí
Bigodes longos, uma mente aberta, e cenário que lembra o mundo dos sonhos, é um personagem que tem sido uma inspiração para muitos. Considerado um dos mais importantes expoentes do surrealismo, Salvador Dalí tem dado muito que falar.
Salvador Felipe Jacinto Dali i Domenech nasceu em 1904 em Figueras, Gerona. Com uma abordagem à arte desde tenra idade, vemos suas primeiras pinturas datam de cerca de 1914;nestes eles podem observar principalmente paisagens. Mesmo com apenas dez anos de idade, ele já podia ver certo misticismo nas obras que ele fez durante a sua estada no Instituto de Figueres.Ele foi reconhecido por Velázquez, quem Dalí admirado e seria tomar como referência em seu trabalho, e até mesmo uma pessoa. Esses bigodes assim caracterizado que tinha que vir de algum lugar.
Mais tarde, ele experimentos com colagem e seria influenciada pela leitura de Freud. E em algum momento de sua vida ele seria definido como "anarquista, monarquista e anti-catalão."
Com ortografia e escrita que poderia até cair no absurdo, ele prestou atenção apenas ao que o seu pensamento ditá-lo. O pintor excêntrico, influenciados pela estética do modernismo agonia, buscava uma imagem que diferenciá-lo dos demais. Portanto, usar um preto, chapéu de abas largas; nada como chapéus elegantes ele considerava entediante e não amigável. É cílios escuros e mordendo os lábios para Tomasen uma tonalidade vermelha. Maquiagem amado cantor Alice Cooper, dedicando o holograma que é exibido no Museu do Teatro-em Figueres. Ele usava costeletas compridas e rosto pálido. Os olhares estavam começando a notar. Ele nasceu um grande pintor que nada passaria despercebido. Um pintor excêntrico e grandes sonhos fantasias eróticas.
Ele era um dos homens mais importantes nos últimos tempos para a arte, por isso vale a pena rever alguns detalhes sobre sua vida; características que fizeram um carácter único.


Ele chegou a acreditar que ele era a reencarnação de seu irmão
Antes de Dalí nasceu, sua mãe deu à luz a um menino que foi nomeado Salvador Galo Anselmo.Infelizmente, ele morreu poucos meses por causa de uma infecção estomacal. Quando Dali nasceu nove meses depois, ele foi nomeado com o mesmo nome: Salvador. Com apenas cinco anos de idade os pais o levaram para o túmulo de seu irmão e disse-lhe que era sua reencarnação. Algo que Dalí chegou a acreditar e que o marcou para o resto de sua vida. "..nos Parecia como duas gotas de água, mas nós tomamos diferentes reflexões ... Meu irmão era provavelmente um primeiro vislumbre de mim mesmo, mas como um conceito demasiado absoluta".
Ele amava o dinheiro
Dentro da comunidade artística que ele tinha uma reputação de amar para ganhar dinheiro, então ele foi chamado de "Avida Dollars", que por sua vez é um anagrama de Salvador Dali e uma referência para a sua ganância. Embora existam muitos artistas que nunca faria algo pela única razão de fazer mais dinheiro, Dalí não foi o caso. Um exemplo claro é o logotipo da Chupa Chups que redesenhado em 1968. Além de trabalhar para algumas marcas, também vendeu suas pinturas a um preço elevado. Alcançando alguns compradores contar outra mentira a ser cotado a um preço mais elevado. Outro caso que demonstra o amor ao dinheiro, foi quando ele vendeu a Yoko Ono grama, no valor de 10 mil dólares Dls. A história foi lançado pela atriz francesa Amanda Lear, que observou que Yoko Ono lhe pediu para dar a ela um pouco de cabelo do bigode do artista acordado no montante de R $ 10.000 Dls; embora mais tarde ele temia era usado por bruxaria pelo mesmo John Lennon ou Yoko Ono, que Dalí considerada uma bruxa, então ele decidiu dar um pouco de grama [1].


Foi um exibicionista
A Dali gostava atenção. Além de ser um pintor, escritor e artista, ele era um homem que amava para se mostrar. Como prova disso, em 1936, ele fez uma leitura em um velho traje de mergulho durante a Exposição Internacional Surrealista de Londres. Apesar de estar se afogando, o artista não queria tirar o terno porque "o público entende Dalí ao penetrar fundo do mar ..."; bem que foi no mar do subconsciente [2]. Excêntrico e poderia tornar-se. Ele até mesmo criar um cenário completamente falsa em que sua vida estava em perigo de vender mais cópias de um de seus livros. Ele estava reclinado numa cama de hospital que pegou uma livraria em Manhattan.Rodeado por médicos e enfermeiros, qualquer pessoa que comprou um livro, uma cópia de uma das leituras que deram a máquina para a qual foi ligada também levar.
Diana Brinton-Lee, Salvador Dali (de terno), Rupert Lee, Paul Eluard, Musch Eluard, ELT Mesens na Exposição Internacional Surrealista em Londres (1963)
Ele tinha um fascínio com Hitler
Sim, embora possa soar estranho, Dalí tinha algum interesse para Hitler, como se pode ver refletido em algumas de suas obras. Os argumentos de Hitler havia se tornado obcecado ao ponto de pedir os surrealistas discutir "mística de Hitler, do ponto de vista do irracional nietzschiano e anti-católica".
"Eu estava fascinado pelo macio e gordo volta Hitler, sempre tão bem escondido dentro de seu uniforme. Toda vez que eu comecei a pintar a pulseira de couro que, a partir de sua cintura, foi para o ombro oposto, a suavidade de que a carne Hitlerian espremido sob guerreiro militar, despertou em mim um tal estado de êxtase gosto, leitoso, nutritivo e que wagneriano meu coração estava batendo descontroladamente, emoção tão raro em mim que eu poderia pensar em até mesmo fazer amor"[3]. Isso aborreceu surrealistas como Breton, que pensavam que ele tinha ido longe demais. O enigma de Hitler
é o trabalho que destaca a estranha obsessão de pintor surrealista. E o que seria excluído do grupo surrealista liderado por André Breton.
é o trabalho que destaca a estranha obsessão de pintor surrealista. E o que seria excluído do grupo surrealista liderado por André Breton.
Métodos estranhos para inspiração
Claramente sonhos são a chave em obras de Dali. O que seria cometer um DALI não é o que acontece quando você deixar este mundo e ir para o sonho? Mas para chegar a captar o que estava acontecendo durante o sono, o artista teve alguns métodos estranhos. Como ele passou a afirmar, porque ele não usava drogas e era uma droga. Então, o que ele fez? Um dos truques foi sentar em uma cadeira com uma placa nas pernas. Em seguida, ele segurou a colher nele.Quando ele caiu no sono colher caiu no prato, acordando. Este era o momento certo para desenhar as imagens surreais que ele tinha visto em seus sonhos agora. Ele também colocou a cabeça para entrar em um estado semiconsciente.
Obras de refrigeração
Sim, há muitas obras de Dalí que podem ser um pouco perturbador para o seu conteúdo e que elas significam; mas poucos como O Coração real . A peça é feita de ouro e tem incorporado 46 rubis, 42 diamantes e esmeraldas; mas a coisa mais estranha é que a peça realmente em forma de coração como um coração humano bate. A peça faz parte de Dalie Joies, uma coleção de jóias desenhada por Dalí em colaboração com a Cummins Catherwood.
Ele admirava o estilo de Alice Cooper
Salvador Dalí passou muito tempo com os gostos de Pablo Picasso, David Bowie, Elvis Presley, entre outros, mas talvez mais poderia saltar na lista foi a lenda do rock Alice Cooper. Fascinado pelo seu estilo e desempenho em 1973 Dali pediu para se encontrar com o músico. Cooper ficou surpreso quando viu o artista atingiu em uma girafa casaco de pele, Elvis meias brilhantes e botas estranhas. Mas a coisa mais estranha foi quando ele deu Cooper uma escultura de seu cérebro, com chocolate e formigas em cima. Então ele perguntou o músico para posar com o trabalho, além de usar uma tiara que Dalí lhe dera, com um valor de dois milhões de dólares. No final Dalí criou o holograma Cooper conseguido usando laser para fazer uma imagem tridimensional.


Ele invadiu fantasias eróticas
"As fantasias eróticas tirar-me uma grande parte do tempo que eu não posso pintar", do pintor espanhol. Quem refletiu essas práticas, tanto em seu trabalho e em seus livros. Um exemplo é quando era pequeno-almoço e uma mosca pousou em seu pênis, o que, segundo ele, "ela vai picar com seu tronco irregular?". Dalí, satisfeito com o tempo queria colocar uma gota de café na ponta do pênis para prolongar o tempo que o inseto é sobre ele. Ele também colocou uma migalha em seu prepúcio e depois de um tempo veio para o cheiro. "É muito quente e tem um ligeiro odor seminal. I voltar ao lugar lá, onde ele havia tomado, na esperança de que quanto mais o salvar, cheiro mais forte [4] ". *** Referências: [1] Telegraph [ 2] HRC [ 3]

San Martin, Francisco Javier. (2014) Dalí-Duchamp: A fraternidade escondido. Alliance.Madrid. [4] Pérez Andújar, Javier. (2003) Salvador Dali: a conquista do irracional. Algaba, Madrid. Listverse

San Martin, Francisco Javier. (2014) Dalí-Duchamp: A fraternidade escondido. Alliance.Madrid. [4] Pérez Andújar, Javier. (2003) Salvador Dali: a conquista do irracional. Algaba, Madrid. Listverse
quinta-feira, 28 de maio de 2015
Museu Guido Viaro abre exposição de desenhos de Jair Mendes
O Museu Guido Viaro abre nesta sexta-feira, dia 28 de maio, às 19 horas, a exposição Novos Desenhos do artista Vicente Jair Mendes. A mostra com 32 desenhos feitos entre 2014 e 2015 e outros 20 desenhos produzidos em 1981 para o filme “Cerco da Lapa”, de Valêncio Xavier.
Com uma longa carreira artística, Jair, como é conhecido, tem uma obra consistente, com extremo vigor nas formas e traços. Com mais de 30 exposições individuais em Curitiba e uma centena realizadas em outras cidades do Brasil, Argentina, México, Estados Unidos, Portugal, Espanha, Itália, França, fez estágios no Centro Georges Pompideau, em Paris, e na Academia de Brera, em Milão, em 1980.
Para o crítico português Rodrigues Vaz, a pintura de Jair emociona. “Estas obras rigorosas, às vezes de forma maciça e pesadas, quase herméticas, são interessante lição esotérica, acabando por nos deixar em profundo sentimento de poder e de rigor interior”, disse.
Sobre a exposição Carmela e o Lobisomen, Valêncio Xavier escreveu: “A bem sucedida via-sacra de um amor bem sucedido por um pintor que, no apogeu da juventude de sua arte, pode se dar ao luxo de jogar nas telas toda a liberdade de seu pensamento. E não é isso que exigimos de um artista, que ponha em sua obra toda a liberdade do pensar e do sentir?”
O professor e crítico Fernando Bini lembra que Jair Mendes sempre se recusou a aderir a abstração informal, certamente não por comodismo de estar integrado nas correntes figurativas, mas por sua ideologia em relação ao seu próprio trabalho plástico. Já Nilza Procopiack ressalta que tanto no desenho como na pintura de Jair Mendes se fazem presentes os três requisitos básicos de um verdadeiro artista; o conhecimento da história da arte e do uso histórico dos materiais e o domínio no uso destes mesmos materiais.
A exposição Novos Desenhos estará aberta ao público até o dia 27 de junho de 2015, com visitas de terça-feira a sábado das 14 às 18 horas. A entrada é franca. O Museu Guido Viaro fica na Rua XV de Novembro, 1348, em frente à reitoria da UFPR.
Comprtilhado de http://www.parana-online.com.br
Exposição "Massacre 29 de abril" no Espaço Cultural da Câmara.
Exposição “Massacre 29 de abril: gás, tiro e bomba contra os
professores do Paraná".
A Mostra de fotografias acontece a partir do dia 29 de maio até o dia 5 de junho no hall da Câmara Municipal de Ponta Grossa onde funciona o Espaço Cultural.
O responsável pela exposição
é o Professor Rafael Schoenherr, do departamento de Jornalismo da UEPG.
Serão expostas fotografias
de alguns participantes do projeto de extensão Lente Quente, projeto de
fotojornalismo da UEPG. Os alunos que terão obras expostas são: José Gabriel
Tramontin, Pedro Estevam Guimarães, Angelo Rocha, Victor Ribas, Rodrigo
Menegat, André Lopes.
A exposição fotográfica
retrata o massacre ocorrido no dia 29 de abril deste ano, quando professores de
todo o Estado foram à Assembleia Legislativa do Paraná protestar contra o
projeto que lhes retirava o fundo previdenciário. Durante o protesto, a Polícia
Militar do Paraná usou de força desproporcional contra os professores, jogando
bombas de efeito moral, tiros de bala de borracha, e muito gás lacrimogêneo e
de pimenta. Esta ação resultou em mais de 200 feridos, e agravou a crise
política vivida pelo governo.
O projeto Lente Quente
esteve presente e registrou detalhes do massacre que entrou para a história
como um dos capítulos mais tristes da política paranaense, e agora pretende
expor em espaços públicos o trabalho realizado para que jamais se esqueça esta
data.
Também foi realizado um documentário sobre o tema 'Massacre 29 de abril".
projeto de extensão Lente Quente, fotojornalismo da UEPG.
Abertura dia 29 de maio
A Exposição ficará aberta ao público até dia 05 de junho
Espaço Cultural da Câmara Municipal de Ponta Grossa
Horário das 13 às 19 horas.
sábado, 23 de maio de 2015
PRÊMIAÇÃO SÍNEPE / PR - PLANETA reciclável - Mostra da Escola Particular
O SINEPE / PR Sindicato das Escolas particulares apresentou o resultado da Mostra Particular Planet reciclável onde as Escolas particulares participaram com trabalhos de seus alunos através de maquetes e muita criatividade. O isopor foi usado como temática principal por ser um produto que gera dificuldades de transporte, ser leve e ocupar muito espaço sendo assim descartado no meio ambiente.
Sr. Ivam Michaltchuk diretor técnico da MSI Treinamento e Desenvolvimento
durante seu discurso de abertura da premiação.
Durante a Exposição no Shopping Palladium foi apresentado uma máquina que transforma o isopor em porções menores que depois são reaproveitados pela fábrica. O processo funciona mais ou menos assim:
Primeiro é coletado o material, que é enviado a cooperativas de reciclagem.
Lá, é feita uma triagem O isopor é triturado em uma máquina de compactação, que retira todo o ar retido no produto, o que equivale a cerca de 98% do seu volume.
Desta forma, o transporte até a fábrica é otimizado e seu custo diminui significativamente. A Santa Luzia é uma indústria que utiliza o poliestireno expandido ( isopor) das indústrias de eletrodomésticos ( embalagens e copos, por exemplo), que antes era descartado em aterros sanitários.
Os resíduos dos produtos da empresa usados na construção civil retornam para serem reciclados.
Em Braço do Norte, o isopor é submetido à extrusão ( processo que cria moldes com uma forma predeterminada) e se transforma em molduras, porta- retratos, rodapés, rodatetos, rodameios, espelhos e revestimentos.
Apenas 10% das 65 mil toneladas de isopor produzidas no Brasil por ano são reaproveitados.
O restante é responsável por 20% do volume dos aterros e demora cerca de 450 anos para ser decomposto naturalmente.
Lá, é feita uma triagem O isopor é triturado em uma máquina de compactação, que retira todo o ar retido no produto, o que equivale a cerca de 98% do seu volume.
Desta forma, o transporte até a fábrica é otimizado e seu custo diminui significativamente. A Santa Luzia é uma indústria que utiliza o poliestireno expandido ( isopor) das indústrias de eletrodomésticos ( embalagens e copos, por exemplo), que antes era descartado em aterros sanitários.
Os resíduos dos produtos da empresa usados na construção civil retornam para serem reciclados.
Em Braço do Norte, o isopor é submetido à extrusão ( processo que cria moldes com uma forma predeterminada) e se transforma em molduras, porta- retratos, rodapés, rodatetos, rodameios, espelhos e revestimentos.
Apenas 10% das 65 mil toneladas de isopor produzidas no Brasil por ano são reaproveitados.
O restante é responsável por 20% do volume dos aterros e demora cerca de 450 anos para ser decomposto naturalmente.
Premiação das Escolas que participaram do evento: Marista, Sagrada Família, SEPAM, Master, Escola São Jorge, Escola São Francisco.
TRABALHOS PREMIADOS:
terça-feira, 19 de maio de 2015
Maior falsificador do século começou a pendurar os seus quadros
Compartilhado do UOL / Vera Moutinho
Foi julgado como falsificador de quadros, o maior do século. Foi preso. Saiu e tornou-se artista em nome próprio. Agora prepara-se para a sua primeira exposição, em Munique, intitulada “Liberdade”.
Até 2011, ninguém sabia quem era o alemão Wolfgang Beltracchi. Mas o mundo conhecia Max Ernst, Heinrich Campendok, Max Pechstein, Fernand Léger, André Derain. Pintores consagrados que Beltracchi “ressuscitou” ao pintar novas obras falsificadas destes autores.
Copiava-lhes o estilo, pintava aquilo que os grandes poderiam ter pintado. Com a ajuda da mulher, Helen, Beltracchi fez fortuna a falsificar o estilo de alguns dos maiores pintores do modernismo clássico. Enganou reputadas galerias de arte, como a Christie´s ou Shoteby´s, que gastaram milhões em obras que venderam depois a preços muito mais elevados.
Terá sido o pai de Wolfgang Beltracchi a mostrar-lhe as técnicas dos velhos mestres. Aos 14 anos, já copiava Picasso. Restaurava e vendia quadros para pagar as contas até que lhe disseram que conseguiria que lhe pagassem muito mais dinheiro se tivesse elementos humanos nas obras. Aí pensou: “Porque é que não os pinto de raiz?”, conta no documentário Art of the forgery (2014), do realizador alemão Arne Birkenstock.
Durante 36 anos, fez mais do que isso. Para enganar o mercado da arte, Beltracchi e a mulher inventaram a história de uma coleccionadora - a própria avó de Helen - que durante o nazismo teria comprado obras ao famoso galerista alemão Alfred Flechtheim. Nunca descurando os detalhes: revelaram fotografias em papel dos anos 30 onde a mulher de Beltracchi se fazia passar pela avó, posando junto aos quadros falsificados. Beltracchi confirma ter pintado mais de 300 obras, muitas das quais estão ainda por encontrar e identificar como sendo falsas. Muitas estarão pendurados nas paredes dos maiores museus do mundo. Para Beltracchi, não era apenas possível tal fraude. Era fácil. No documentário, há mesmo uma cena em que Beltracchi pinta uma tela e atira: “acho que consigo pintar qualquer coisa”. O interlocutor avança:
- “Vermmer?”
“Sim, esse também”.
- “Rembrandt?”
“Qualquer um dele”.
- “Leonardo?” [Da Vinci]
“Claro. Ele não é difícil. De todo”.
No filme, Beltracchi é apresentado com uma rock-star. O falsificador dos falsificadores que acredita que as suas cópias são melhores que os originais. Numa entrevista recente à BBC, diz que a única coisa que fez de mal foi assinar com um nome que não era o seu. As pinturas, essas, não tinham nada de errado. Onde falhou o perfeccionista Beltracchi? Nenhum detalhe no estilo, nenhum desvio no traço, nenhum percalço nos temas. A viúva de Max Ernst chegou a descrever a floresta que o marido pintou num dos quadros como a mais bela de sempre. Mas tinha sido Beltracchi a pintá-la.
O que o denunciou? Tinta. Uma análise química ao quadro Rotes Bild mit Pferden, de Heinrich Campendonk, datado de 1914, revelou que Beltracchi utilizou um pigmento – branco titânio – que não existia à data que os quadros teriam sido pintados. Foi condenado a seis anos de prisão. A mulher, Helen, a quatro.
Na prisão, Beltracchi pintou retratos de outros presos. Foi libertado em Janeiro de 2015 e acaba de inaugurar a primeira exposição em nome próprio em Munique, na galeria Art room9. No texto de apresentação da exposição, intitulada Liberdade, a galeria escreve que Beltracchi pinta agora “livre das antigas restrições" de ter que manter a similitude das obras dos grandes pintores. A exposição inclui 24 obras e ainda não tinha inaugurado e já a galeria recebia telefonemas de todo o mundo com propostas de compra. A obra mais cara custa perto de 80 mil euros. Agora, o mundo já sabe quem é Wolfgang Beltracchi.
Copiava-lhes o estilo, pintava aquilo que os grandes poderiam ter pintado. Com a ajuda da mulher, Helen, Beltracchi fez fortuna a falsificar o estilo de alguns dos maiores pintores do modernismo clássico. Enganou reputadas galerias de arte, como a Christie´s ou Shoteby´s, que gastaram milhões em obras que venderam depois a preços muito mais elevados.
Terá sido o pai de Wolfgang Beltracchi a mostrar-lhe as técnicas dos velhos mestres. Aos 14 anos, já copiava Picasso. Restaurava e vendia quadros para pagar as contas até que lhe disseram que conseguiria que lhe pagassem muito mais dinheiro se tivesse elementos humanos nas obras. Aí pensou: “Porque é que não os pinto de raiz?”, conta no documentário Art of the forgery (2014), do realizador alemão Arne Birkenstock.
Durante 36 anos, fez mais do que isso. Para enganar o mercado da arte, Beltracchi e a mulher inventaram a história de uma coleccionadora - a própria avó de Helen - que durante o nazismo teria comprado obras ao famoso galerista alemão Alfred Flechtheim. Nunca descurando os detalhes: revelaram fotografias em papel dos anos 30 onde a mulher de Beltracchi se fazia passar pela avó, posando junto aos quadros falsificados. Beltracchi confirma ter pintado mais de 300 obras, muitas das quais estão ainda por encontrar e identificar como sendo falsas. Muitas estarão pendurados nas paredes dos maiores museus do mundo. Para Beltracchi, não era apenas possível tal fraude. Era fácil. No documentário, há mesmo uma cena em que Beltracchi pinta uma tela e atira: “acho que consigo pintar qualquer coisa”. O interlocutor avança:
- “Vermmer?”
“Sim, esse também”.
- “Rembrandt?”
“Qualquer um dele”.
- “Leonardo?” [Da Vinci]
“Claro. Ele não é difícil. De todo”.
No filme, Beltracchi é apresentado com uma rock-star. O falsificador dos falsificadores que acredita que as suas cópias são melhores que os originais. Numa entrevista recente à BBC, diz que a única coisa que fez de mal foi assinar com um nome que não era o seu. As pinturas, essas, não tinham nada de errado. Onde falhou o perfeccionista Beltracchi? Nenhum detalhe no estilo, nenhum desvio no traço, nenhum percalço nos temas. A viúva de Max Ernst chegou a descrever a floresta que o marido pintou num dos quadros como a mais bela de sempre. Mas tinha sido Beltracchi a pintá-la.
O que o denunciou? Tinta. Uma análise química ao quadro Rotes Bild mit Pferden, de Heinrich Campendonk, datado de 1914, revelou que Beltracchi utilizou um pigmento – branco titânio – que não existia à data que os quadros teriam sido pintados. Foi condenado a seis anos de prisão. A mulher, Helen, a quatro.
Na prisão, Beltracchi pintou retratos de outros presos. Foi libertado em Janeiro de 2015 e acaba de inaugurar a primeira exposição em nome próprio em Munique, na galeria Art room9. No texto de apresentação da exposição, intitulada Liberdade, a galeria escreve que Beltracchi pinta agora “livre das antigas restrições" de ter que manter a similitude das obras dos grandes pintores. A exposição inclui 24 obras e ainda não tinha inaugurado e já a galeria recebia telefonemas de todo o mundo com propostas de compra. A obra mais cara custa perto de 80 mil euros. Agora, o mundo já sabe quem é Wolfgang Beltracchi.
sábado, 16 de maio de 2015
Exposição na PROEX traz fotos de Garis trabalhando no seu dia a dia.
O Dia do Gari é comemorado dia 16 de maio e a Galeria da PROEX comemora este dia com uma exposição de 20 fotos em preto e branco que mostram garis entrevistados pelo fotógrafo Fayson Rodrigo Merege Barbosa durante um projeto que durou quatro anos e rendeu mais de 2 mil imagens.
Barbosa conta que começou a puxar conversa com os garis que encontrava pela cidade, há cerca de quatro anos. No começo, os varredores e coletores ficaram resistentes. O fotógrafo conta que ficou dois anos apenas conversando com os garis e, só depois disso, começou a fotografar a rotina dos profissionais.
O fotógrafo acredita que a desconfiança inicial se justifica pelo fato de a maioria dos garis passar despercebida na rotina de trabalho. “Muitos não dizem nem um bom dia para eles”.
A exposição na Proex foi bancada por alguns parceiros e especialmente pelo fotógrafo, que é formado em Educação Física e se especializou em Educação. A intenção, segundo ele, é escrever um livro com imagens e relatos da troca de experiências entre os Garis.
O serviço de limpeza pública em Ponta Grossa é feito por uma empresa contratada pelo município. Segundo a empresa, a cidade tem hoje cerca de 130 garis, que trabalham em escalas de sete a oito horas diárias.
A exposição fica até 15 de junho na Galeria da Proex
Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG)
Praça Marechal Floriano Peixoto, 129
De segunda a sexta. A entrada é gratuita.
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