Achei maravilhoso este blog, toda história da nossa literatura.
quarta-feira, 15 de maio de 2013
segunda-feira, 13 de maio de 2013
Aline Wirley e Igor Rickli: 'Ciúme, só um pouquinho!'
Aline Wirley está realizada com o sucesso do marido, cantora ganha um chamego nos bastidores de Flor do Caribe e conta que se emocionou com cenas de Alberto

Apaixonado, Igor Rickli beija a esposa Aline Wirley (Foto: Flor do Caribe / TV Globo)
Igor Rickli recebeu a visita de uma pessoa muito especial no set de gravação de Flor do Caribe, nesta segunda-feira, dia 13 de maio. A cantora Aline Wirley, esposa do ator, conferiu de perto a performance do maridão na pele do vilão Alberto. Feliz com o sucesso do marido em sua primeira novela, Aline garantiu que lida muito bem com o assédio das fãs. “Eu entendo, né? As mulheres acham ele lindo, assim como eu! O assédio é um bom sinal, é resultado do reconhecimento do público. Ciúme, só um pouquinho!”, brinca.
E nem as cenas de beijo do ator com a atriz Grazi Massafera preocupam Aline. “A relação dele com a Grazi é de muito companheirismo, de amizade, estão sempre brincando, sorrindo... É muito legal de ver! Além disso, ele é muito cuidadoso comigo e me deixa super segura”, revela.
Aline acompanhou de pertinho as cenas do marido Igor Rickli (Foto: Flor do Caribe / TV Globo)
Encantada por visitar a cidade cenográfica da novela pela primeira vez, Aline contou que não perde um capítulo da novela e foi só elogios ao primeiro trabalho do marido na telinha. “Acho que o Igor cresceu muito como ator. A cada cena que vejo dele percebo isso. Me emocionei muito na cena em que o Alberto surta e quebra todo seu escritório. Chorei e fiquei muito orgulhosa”, afirma.
Além da esposa, Igor Rickli também teve a companhia da irmã Ivana e do sobrinho Claudio durante o dia de trabalho.
Igor Rickli com a esposa Aline Wirley, sua irmã e seu sobrinho (Foto: Flor do Caribe / TV Globo)Apartamento é encontrado fechado há 75 anos
Apartamento é encontrado fechado há 75 anos
Todos os objetos dentro do local estavam intocados, inclusive pinturas avaliadas em 2,1 milhões de euros.
Fonte da imagem: Reprodução/Wherecoolthingshappen
Hoje em dia, é difícil achar pessoas que ainda guardem tesouros antigos intocados — a maioria os vende para museus ou coleções particulares. No entanto, foi exatamente isso que aconteceu há alguns anos, com uma família francesa, quando eles descobriram um apartamento intocado há 75 anos.
Isso aconteceu porque a dona do local se mudou para o sul da França ainda antes da Segunda Guerra Mundial e nunca mais voltou para o apartamento. Décadas depois, a família dessa mulher acabou encontrando o imóvel, sendo que ele estava trancado e intocado desde o tempo da mudança.
Como se já não bastassem os móveis antigos, brinquedos empoeirados e todo o ambiente que parece mais uma viagem no tempo, a família também encontrou quadros do pintor Giovanni Boldini, avaliados em 2,1 milhões de euros. História incrível, não é mesmo?
Fonte da imagem: Reprodução/Wherecoolthingshappen
Fonte da imagem: Reprodução/Wherecoolthingshappen
Fonte da imagem: Reprodução/Wherecoolthingshappen
Fonte da imagem: Reprodução/Wherecoolthingshappen
Fonte da imagem: Reprodução/Wherecoolthingshappen- FonteWherecoolthingshappen
- Leitor colaboradorFilipe Sobral
domingo, 12 de maio de 2013
Curadores são tema de livros, mostra e seminário
Curadores são tema de livros, mostra e seminário
COMPARTILHADO FOLHA DE SÃO PAULO / ILUSTRADAS
Diante da câmera, curadores respondem a uma única pergunta, sobre o que "fazem ou esperam fazer" quando organizam uma mostra. Entre jovens e mais experientes, falas destoam, com mais diferenças do que semelhanças.
Na ala dos veteranos estão Paulo Herkenhoff, Suely Rolnik, Lisette Lagnado e Moacir dos Anjos, entre outros. Pela nova geração, Luisa Duarte, Clarissa Diniz, Bitu Cassundé, entre outros. Todos foram interrogados pelos artistas Pablo Lobato e Yuri Firmeza para uma obra mostrada uma só vez até hoje.
Invertendo os papéis, Lobato e Firmeza colocaram os curadores na parede, para que explicassem seus métodos e revelassem suas ideias.
| Divulgação | ||
![]() | ||
| Os curadores Daniela Castro, Luisa Duarte, Suely Rolnik, Bitu Cassundé, Clarissa Diniz, Solange Farkas, Moacir dos Anjos, Paulo Herkenhoff, Glória Ferreira, Ricardo Basbaum, Lisette Lagnado, Marconi Drummond, Marisa Mokarzel, Gaudêncio Fidélis, Jochen Volz e Júlio Martins em montagem dos artistas Pablo Lobato e Yuri Firmeza |
"Quem vai para o espaço não é a obra, mas o curador. Sempre teve muita especulação sobre o poder desses caras no Brasil", diz Lobato. "Então, a gente, com um espírito meio punk, queria ver como essa coisa funcionava."
Três anos depois de exibido em forma de instalação em Fortaleza, o projeto "O Que Exatamente Vocês Fazem, Quando Fazem ou Esperam Fazer Curadoria?" vai virar livro, que sai pela Azougue em agosto, enquanto os vídeos devem ser exibidos mais uma vez em mostra em São Paulo.
Esse é só um dos vários projetos que tentam "mapear sensibilidades" entre os curadores do país. Focando a nova geração, Guilherme Bueno e Renato Rezende lançaram há pouco o livro "Conversas com Curadores e Críticos de Arte", em que tentam mapear nomes emergentes.
"Essa é a primeira geração que não passou pelo dilema da transição da arte moderna para a contemporânea", diz Bueno. "A ideia era entender a formação intelectual desses autores, uma tentativa também de gerar história."
E polêmica. Desde que foi lançado, o livro vem provocando debates nas redes sociais, com alguns críticos apontando como falha do livro uma abordagem que põe no mesmo saco as figuras do crítico de arte e do curador.
No fim do mês, essas perguntas também devem ser levantadas no seminário Panorama do Pensamento Emergente. Organizado por Cristiana Tejo, o encontro levará ao Recife dez jovens curadores, entre eles Clarissa Diniz, Ana Maria Maia, Júlia Rebouças e Luiza Proença. (sm)
CONVERSAS COM CURADORES E CRÍTICOS DE ARTE
AUTOR Guilherme Bueno, Renato Rezende (org.)
EDITORA Circuito
QUANTO R$ 37 (365 págs.)
AUTOR Guilherme Bueno, Renato Rezende (org.)
EDITORA Circuito
QUANTO R$ 37 (365 págs.)
INTERCÂMBIO NO LOUVRE
Ibram abre inscrições para bolsa de intercâmbio no Louvre (França)
O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), em parceria com a Escola do Louvre, na França, abriu inscrições para a Bolsa de Intercâmbio de formação no Seminário Internacional de Verão de Museologia da Escola do Louvre (Siem) e estágio em museus franceses.
Serão concedidas três bolsas para brasileiros, sendo uma para servidor do Ibram/MinC e duas para público em geral, com duração de três meses, não renováveis. Os selecionados receberão bolsas no valor especificado na Portaria nº 174 da Capes, na modalidade Capacitação.
Para concorrer, os interessados devem estar inscritos em curso de pós-gradução em nível de mestrado na área da Museologia, História da Arte, Arqueologia ou Antropologia; possuir proficiência em língua francesa comprovada e nacionalidade brasileira, não cumulada com nacionalidade francesa.
As inscrições vão até dia 17 de maio.
Clique aqui para acessar o edital e aqui para conferir a programação do curso (em francês).
Falecimento do Professor Alfredo Bertold Klas
UM GUERREIRO A SERVIÇO DA CIDADANIA:
Veterano expedicionário, Alfredo Klas experimentou na prática aquilo que
conhecemos somente através dos livros, esta entrevista foi feita por alunos do Colégio Eurico Btaista Rosas.
Nascido em 30 de setembro de 1915, ele enfrentou a guerra, problemas
civis e militares. Tornou-se advogado, professor e escritor. Foi músico e
político. O ex-combatente da Força Expedicionária Brasileira (FEB), Alfredo
Bertoldo Klas, acumula 22 condecorações recebidas, 97 anos de idade, uma
esposa, três filhos, nove netos, treze bisnetos e quatro trinetos. Ele
compartilha, nesta entrevista, experiências de sua trajetória e dá para a
juventude com a sabedoria de quem faz parte da história de seu país.
Colégio Eurico: O senhor entrou no exército muito jovem. Como aconteceu?
Alfredo Bertoldo Klas: Antigamente, quando o rapaz completava 18 anos ele tinha que ir para o quartel ou tirava o certificado em um curso de tiro ao alvo para guerra. Eu fiz o curso e depois entrei para o Centro de Preparação de Oficiais da Reserva no Exército Nacional, de onde saí como aspirante. Depois de noventa dias fui promovido ao posto de 2º tenente. Em 1943, fui promovido a 1º tenente. Em 1946, me tornei capitão, mas eu deixei os serviços militares no mesmo ano.
Alfredo Bertoldo Klas: Antigamente, quando o rapaz completava 18 anos ele tinha que ir para o quartel ou tirava o certificado em um curso de tiro ao alvo para guerra. Eu fiz o curso e depois entrei para o Centro de Preparação de Oficiais da Reserva no Exército Nacional, de onde saí como aspirante. Depois de noventa dias fui promovido ao posto de 2º tenente. Em 1943, fui promovido a 1º tenente. Em 1946, me tornei capitão, mas eu deixei os serviços militares no mesmo ano.
CE: Você sabia como era a guerra?
Klas: Eu sabia como era a guerra, mas estar lá e presenciar a guerra é muito diferente. O navio que nos levou para a Itália tinha 208 metros de comprimento e levava 5.300 soldados. Era um pequeno inferno. A guerra é uma escola para as pessoas que querem aprender a importância da vida. Lá, eu vi cidades sendo destruídas, pessoas sem casa, com fome e sentindo humilhação. Isso é a guerra.
Klas: Eu sabia como era a guerra, mas estar lá e presenciar a guerra é muito diferente. O navio que nos levou para a Itália tinha 208 metros de comprimento e levava 5.300 soldados. Era um pequeno inferno. A guerra é uma escola para as pessoas que querem aprender a importância da vida. Lá, eu vi cidades sendo destruídas, pessoas sem casa, com fome e sentindo humilhação. Isso é a guerra.
CE: Como foi deixar sua família, seu lar e sua cidade para servir ao
país, na guerra?
Klas: Eu já era casado e tinha dois filhos quando fui para a guerra. Eu lembro que quando estava subindo a escada do navio olhei para trás e me perguntei: “Será que voltarei?” Foi triste, mas eu tinha um objetivo e precisava cumpri-lo. Mas, sabe, eu senti que Deus estava comigo lá o tempo todo, é por isso que eu estou depois de testemunhar tanta brutalidade que costumávamos ter lá (emociona-se).
Klas: Eu já era casado e tinha dois filhos quando fui para a guerra. Eu lembro que quando estava subindo a escada do navio olhei para trás e me perguntei: “Será que voltarei?” Foi triste, mas eu tinha um objetivo e precisava cumpri-lo. Mas, sabe, eu senti que Deus estava comigo lá o tempo todo, é por isso que eu estou depois de testemunhar tanta brutalidade que costumávamos ter lá (emociona-se).
CE: É verdade que o senhor foi o primeiro Tenente a comandar uma companhia
de fuzileiros?
Klas: Sim. Fui um dos oficiais da reserva a comandar a linha três vezes.
Klas: Sim. Fui um dos oficiais da reserva a comandar a linha três vezes.
Pintura de Alfredo Klas / Capela Santa Barbara
CE: Conte-nos um pouco sobre a época em que era criança e os melhores
momentos que ficaram na sua memória.
Klas: Nasci em uma fazenda. Minha família não era rica, porém muito feliz. Eu lembro d eum dia que meu pai saiu a cavalo, pois não tínhamos carro, e voltou com um violino. Ele me disse: “Meu filho, você vai estudar música”. E eu estudei. Depois, já adulto, entrei para a Orquestra Sinfônica de Ponta Grossa e cheguei a ser presidente por nove vezes. Naquela época esta era a maior orquestra amadora do Brasil, com sessenta músicos.
Klas: Nasci em uma fazenda. Minha família não era rica, porém muito feliz. Eu lembro d eum dia que meu pai saiu a cavalo, pois não tínhamos carro, e voltou com um violino. Ele me disse: “Meu filho, você vai estudar música”. E eu estudei. Depois, já adulto, entrei para a Orquestra Sinfônica de Ponta Grossa e cheguei a ser presidente por nove vezes. Naquela época esta era a maior orquestra amadora do Brasil, com sessenta músicos.
CE: E sobre a escola. O senhor era um bom aluno?
Klas: A escola era muito diferente do que é hoje. Existe uma coisa que é impossível de esquecer: a régua. Os alunos levavam muitas reguadas na palma da mão, o que não foi o meu caso, porque eu sempre respeitei o professor. Hoje, o professor não tem o respeito dos alunos. Até hoje guardo uma foto do dia 7 de setembro onde aparecem o meu velho professor e os pais das outras crianças da escola.
Klas: A escola era muito diferente do que é hoje. Existe uma coisa que é impossível de esquecer: a régua. Os alunos levavam muitas reguadas na palma da mão, o que não foi o meu caso, porque eu sempre respeitei o professor. Hoje, o professor não tem o respeito dos alunos. Até hoje guardo uma foto do dia 7 de setembro onde aparecem o meu velho professor e os pais das outras crianças da escola.
CE: O senhor foi também advogado. Poderia nos contar um pouco sobre essa
etapa de sua vida?
Klas: Eu me formei em Direito em 1938 e por cinquenta anos atuei na defesa de pessoas carentes. Depois disso entrei para a Universidade Estadual de Ponta Grossa para lecionar a disciplina Estudos de Problemas Brasileiros, onde fui coordenador da disciplina e chefe do Departamento de História. Também fui presidente da comissão para a construção do campo de esportes, interventor do Centro Psicotécnico e diretor do Museu Campos Gerais.
Klas: Eu me formei em Direito em 1938 e por cinquenta anos atuei na defesa de pessoas carentes. Depois disso entrei para a Universidade Estadual de Ponta Grossa para lecionar a disciplina Estudos de Problemas Brasileiros, onde fui coordenador da disciplina e chefe do Departamento de História. Também fui presidente da comissão para a construção do campo de esportes, interventor do Centro Psicotécnico e diretor do Museu Campos Gerais.
CE: Como o senhor avalia a educação atualmente comparada ao tempo em que
o senhor lecionava?
Klas: Nós precisamos recuperar o valor do aprendizado porque os professores, hoje, fazem parte de uma classe desprotegida e mal remunerada. Alguns políticos, na véspera das eleições, prometem melhorar a saúde, segurança e educação, mas só prometem e não cumprem. Esta é a atual situação da educação no nosso país.
Klas: Nós precisamos recuperar o valor do aprendizado porque os professores, hoje, fazem parte de uma classe desprotegida e mal remunerada. Alguns políticos, na véspera das eleições, prometem melhorar a saúde, segurança e educação, mas só prometem e não cumprem. Esta é a atual situação da educação no nosso país.
CE: O senhor se tornou escritor. Por quê?
Klas: Porque eu tinha o desejo de contar o que realmente aconteceu na guerra. O meu primeiro livro foi “A verdade sobre Guanella: um drama da FEB”. Ele estava pronto em 1956, porém, não pude publicar devido à censura da época. Em 2002, cinquenta anos depois, eu publiquei. Meu segundo livro, “A verdade sobre Abetaia: drama de sangue e dor no 4º ataque da FEB ao Monte Castello”, foi publicado em 2005.
Klas: Porque eu tinha o desejo de contar o que realmente aconteceu na guerra. O meu primeiro livro foi “A verdade sobre Guanella: um drama da FEB”. Ele estava pronto em 1956, porém, não pude publicar devido à censura da época. Em 2002, cinquenta anos depois, eu publiquei. Meu segundo livro, “A verdade sobre Abetaia: drama de sangue e dor no 4º ataque da FEB ao Monte Castello”, foi publicado em 2005.
CE: O senhor tem alguma mensagem para deixar aos jovens?
Klas: Eu diria que devem aprender para saber, saber para fazer coisas boas, e usar a inteligência, a capacidade e a formação, e elevar Deus acima de tudo. O progresso, nossa pátria e a família são as bases da sociedade. Fortaleça seus ideais para que seja o instrumento de fortalecimento dos ideais morais, cívicos e educacionais, que irão influenciar o destino do país, a nossa casa. Nós devemos trabalhar pela nação, pelo povo e por nós, para sermos felizes.
Klas: Eu diria que devem aprender para saber, saber para fazer coisas boas, e usar a inteligência, a capacidade e a formação, e elevar Deus acima de tudo. O progresso, nossa pátria e a família são as bases da sociedade. Fortaleça seus ideais para que seja o instrumento de fortalecimento dos ideais morais, cívicos e educacionais, que irão influenciar o destino do país, a nossa casa. Nós devemos trabalhar pela nação, pelo povo e por nós, para sermos felizes.
Retrato feito pelo amigo Sidney Mariano.
>>O ex-combatente da FEB, Alfredo Bertoldo Klas,
também é um dos fundadores do Instituto Histórico, Geográfico e Etnográfico de
Ponta Grossa; foi integrante e presidente da Orquestra Sinfônica de Ponta
Grossa, da Orquestra da Câmara da UEPG e da Orquestra de Concertos da Sociedade
Concórdia em Curitiba; é membro da Academia de Letras dos Campos Gerais.
Estudou Contabilidade, Administração e Direito. Klas também foi prefeito de
Palmeira (1951-1955).
Entrevista do Programa “Vamos Ler” feita por alunos do Colégio Eurico Batista Rosas e que participou do Concurso Mundial “Entrevista dos meus sonhos”
“Além de músico e escritos Porfessor Klas gostava de pintar telas com
paisagens dos Campos Gerais.
Pessoa de inteligência ímpar, sua conversa cativava, ouvi muitas
histórias de sua Vida e acompanhei algumas pinturas que ele fazia, tive o
privilégio de ser Curador de uma exposição sua no Espaço Cultural da Câmara
Municipal de Ponta Grossa. Além de um grande Artista era uma pessoa que só
fazia o bem. Descanse em paz Professor Alfredo Klas.”
Celso Parubocz.
sexta-feira, 10 de maio de 2013
Galeria de Arte Zilda Fraletti vende obra em fac-símile de M.C.Escher ....
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Galeria de Arte Zilda Fraletti
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Av: Batel, 1750 – ljs 08/10/12
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Cep:80420-090 – Curitiba – PR
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Retratos Abstratos do Coreano Shin Kwang Ho
Compartilhado do blog Veja coluna Ricardo SettiOs impressionantes retratos “abstratos” do artista coreano Shin Kwang Ho
Prestem atenção ao trabalho do jovem artista Shin Kwang Ho, radicado em Seul, capital da Coreia do Sul.
Mantendo, em suas pinturas, os olhos dos modelos relativamente “normais”, ele traça com total liberdade de cores e movimentos o resto dos rostos e corpos retratados, criando uma forte identidade.
Além de belos, os óleos sobre tela resultantes transmitem uma forte expressividade, ainda que seus personagens se vejam em meio a um caos que flerta com a arte abstrata.
Prolífico, ele exibe em seu blog as dezenas de obras que criou entre 2012 e 2013.
Vale a pena conferir:
Instalação do artista sul-coreano Lee Eunyeol
Compartilhado do blog Veja coluna Ricardo Setti

FOTOS MAGNÍFICAS, DE UMA OBRA ORIGINALÍSSIMA: o artista que faz luzes brotarem de fendas da terra

Parece um planeta futurista num filme de ficção: mas é uma das obras do peculiar artista sul-coreano Lee Euneyol, de uma série denominada "Starry Night" (noite estrelada)
Essa instalação do artista sul-coreano Lee Eunyeol surpreende e encanta não apenas pela beleza que contém, mas pela originalidade. Uma da série denominada “Noite Estrelada” (Starry Night), ela transmite a impressão de que a Terra está se partindo e que, de dentro delas, um sem-número de luzes brilhantes emerge até a superfície.
Minuciosas e muito trabalhosas, instalações como essa são montadas em espaços naturais amplos onde Eunyeol encaixa um emaranhado de fios de forma a que à noite fiquem invisíveis, e que alimentam bulbos de luz coloridos.
Elas se destinam, segundo ele, a fazer com que as pessoas imaginem que o céu virou de cabeça para baixo e tomou o lugar da paisagem — dos jardins, gramados e árvores.
“Starry Night expressa várias emoções que não se podem definir e descrever no espaço rotineiro”, diz.
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Série, “Half” (metade) fotografo de Roman Sakovith
Compartilhado do blog Veja coluna Ricardo Setti
DA DROGA PARA A LAMA (2): fotógrafo mostra, em chocantes imagens produzidas, o processo de destruição física de viciados
Às vezes pode parecer uma brincadeira, mas quem vislumbra o trabalho do fotógrafo britânico Roman Sakovich logo percebe que tudo o que ele registra é sério.
Nessa série, “Half” (metade), ele usa modelos maquiados — de um lado do rosto, cheios de saúde, do outro, devastados pelo uso de chrystal met, droga sintética e pesadíssima, que leva embora não só a saúde, a beleza e a juventude dos consumidores, mas também a identidade, a liberdade, a alma e, no final, a vida.
Para criar as fotos, Roman se inspirou na degradação física de amigos próximos, usuários dessa anfetamina seis vezes mais barata que a cocaína e de efeitos dez vezes mais potentes, que deforma a fisionomia de seus usuários.
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