sábado, 27 de abril de 2013

Artista Alexa Meade, que transforma pessoas em pinturas vivas.


Artista transforma pessoas em pinturas

Matéria compartilhada do blog» News / por Zupi
Quando você acha que já viu de tudo na arte, aparece uma coisa surpreendente! Dessa vez a nossa surpresa foi com a artista Alexa Meade, que transforma pessoas em pinturas vivas.
Ao olhar a pintura de perto nem pensamos se tratar de pessoas reais, mas quando observamos a foto do processo, ficamos de boca aberta com o talento dessa artista!
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quarta-feira, 24 de abril de 2013

Podemos continuar a sonhar com um Mundo Melhor, não estamos sózinhos ....


A magia da Green School

Existe uma escola no meio da floresta ao norte da cidade de Ubud, no coração da ilha de Bali na Indonésia. Ficamos sabendo da sua existência por meio da TEDTalk de John Hardy, seu fundador. Assistindo ao vídeo tudo parece ser bonito demais, mágico demais para ser verdade e decidimos em outubro do ano passado fazer uma visita, para ouvir também o ponto de vista de outros participantes daquela comunidade. Quase 29 horas depois de embarcar no aeroporto internacional de São Paulo, eu aterrissava em Depansar, capital da ilha.
A cultura balinesa é um capítulo à parte. Bastante devastada e literalmente varrida do litoral da ilha, onde se alastram mais e mais imensos resorts de praia, ainda se mantém de certa forma intacta no interior. Ali, homens e mulheres ainda vestem suas roupas tradicionais como o Sarung usado pelos homens, que de certa forma lembra uma saia longa que vai até a altura do calcanhar. Poucos quilômetros ao norte de Ubud esta a Green School, uma escola internacional como as outras 16 (!) que existem na mesma ilha. Tive a chance de ficar hospedado no Bamboo Village, um pequeno vilarejo com quase uma dezena de casas totalmente construídas de bambu onde moram alguns professores, pais e acomoda até mesmo uma casa que é compartilhada por oito estudantes menores de idade que ali moram junto com um casal de tutores.
crédito Eduardo ShimaharaA magia da Green School
 
A experiência de ir para a Green School a partir da Bamboo Village é mágica pura. Depois de acordar com os sons da floresta, com sapos, cigarras e também galos dos vilarejos vizinhos, você caminha por uma estreita escada entalhada na pedra e chega a uma ponte que parece ter saído de alguma fábula ou até mesmo de um dos filmes da série Senhor dos Anéis. A ponte passa sobre o belíssimo Rio Ayung e te leva direto para o campus.
A escola é praticamente inteira construída de bambu, material abundante e renovável nesta região. O bambu é cortado, torcido, dobrado, moldado, formando telhados em hélice, salas de aula suspensas, mobiliário lindíssimo. É o bambu levado a uma outra dimensão. E para acompanhar, parece que tudo isso ainda é completado pelos sons das aulas de marimba, pelos risos das crianças e jovens e também pelas cores das frutas, animais, e obras de arte feitas pelos alunos.
Na Green School, 80% da energia elétrica consumida é captada através de painéis solares expostos sobre hastes de bambu que fazem o conjunto lembrar uma floresta. Planos ainda mais audaciosos incluem levar este nível para 100% e um grupo com vários pais envolvidos está testando tecnologias com turbinas horizontais num vortex criado a partir da água do rio. A temperatura na região chega fácil aos 30oC e o nível de umidade alcança mais de 75%, mas nenhuma sala ou local tem ar condicionado, com exceção do pequeno caixa eletrônico alimentado inteiramente por energia solar.
crédito Eduardo ShimaharaA magia da Green School
 
Nascida em 2007, a escola tem hoje cerca de 200 alunos que vêm de várias partes do mundo para frequentar suas classes que acolhem desde o jardim da infância ate o ensino médio completo. Existe um plano para que 20% destes alunos sejam bolsistas da Indonésia, mas este numero hoje chega a 10% do total. Não é uma escola barata (mensalidades em média custam US$ 1.000,00 por aqui), a língua usada nas salas de aula é o inglês e em várias classes o bahasa – idioma local – é ensinado. “Mesmo com a bolsa de 100%, muitos jovens da Indonésia acabam desejando ir para os Estados Unidos ou Europa para estudar”, diz Tim Fijal, responsável pela área de inscrições da escola. Tim também é responsável pelo tour que acontece todos os dias às 15h. Neste tour, pessoas do mundo inteiro atraídas pela arquitetura, pelo modelo ou mesmo pela curiosidade passeiam pelo campus e é muito interessante observar em quase todas elas um olhar de incrível espanto e admiração.
O currículo tem nível internacional e deve preparar alunos para frequentar as melhores universidades do mundo (se este for o desejo deles), mas ainda vai muto além disso. Baseado no estudo de Alan Wagstaff, que trabalha de forma integrada com 4 dimensões simultaneamente, são elas: emocional/social, espiritual, intelectual e sinestésica. Estas dimensões devem estar presentes nas aulas de forma absolutamente sinérgica ao tema que se está trabalhando. Além disso, os dias aqui passam por um momento de estudos, um momento de reflexão e um momento imerso no campus, fora da sala de aula.
Nos 5 dias que passei literalmente imerso na escola, pude conversar com pais, alunos, professores e também outros funcionários. Música, drama, estudos ambientais, espiritualidade, tudo se mescla para tentar nutrir o interesse de cada aluno, fazendo com que ele seja exposto a uma série de experiências dentro e fora de sala de aula. Aliás, aqui me parece bastante difícil dizer o que é dentro ou o que é fora, já que as salas não têm paredes e se integram perfeitamente ao ambiente.
Perguntei a Sarita Pockell – professora de drama – qual era a diferença entre “lecionar” drama na Green School e em qualquer outra escola onde já tenha sido professora. Com um sorriso que mescla ironia e excitação, ela me diz: “Drama na Green School é uma parte do currículo tão importante quanto qualquer outro assunto e não somente um momento de descontração”. Enquanto conversávamos, um grupo de crianças sorri e corre atrás de um sujeito loiro com um chapéu de folhas trancadas que segura em suas mãos uma raiz. Ele é Matt Shroads, professor de ciências ambientais. Para Matt seu papel na escola é descrito com uma simples frase: “Meu papel é fazer esses garotos olharem para a Natureza e dizerem ‘uau’!”.
crédito Eduardo ShimaharaA magia da Green School
 
Quando chega a hora do almoço, dois pequenos buffets são organizados no salão principal. Um deles tem comida mais ocidentalizada e pode ter macarrão, ou algum tipo de fritura. Do outro lado, um buffet de comida balinesa, onde figuram pratos como o Gado-Gado, um cozido vegetariano com um delicioso molho com base de amendoim. As refeições são servidas sobre folhas de bananeira, o que leva praticamente a zero o resíduo não biodegradável. Refrigerantes, ou comida industrializada parece ser algo de outra dimensão. Por aqui não existe. A origem de quase tudo que é servido vem do próprio campus, que na Green School, é cheio de hortas, é comestível.
Mesmo para quem quer fazer um lanche, as lanchonetes que estão no campus oferecem comida balinesa feita por balineses, uma lanchonete especializada em comida crua e vegana e ainda um café que serve a bebida no máximo 12 horas após a torragem dos grãos – que são colhidos perto da base de um dos vulcões de Bali, numa cultura sem nenhum tipo de agrotóxico.
Em 2012, a Green School formou sua primeira aluna no ensino médio. Ainda não é possível prever para onde vão os que saem daqui, mas algo parece unânime. Conversando com alunos e alunas, nenhuma frase negativa sobre a escola ou os formatos que adotou que estimulam autonomia mantendo liberdade com estrutura. “Aqui pude perceber que pessoas de todas as cores, religiões  e classes sociais devem ser igualmente respeitadas”, disse a aluna sul-coreana. “A diferença de outras escolas para esta? Aqui eu fiquei mais inteligente”, responde o garoto do Canadá. Todos parecem bastante reflexivos nas respostas, serenos e felizes.
Apesar de todas as iniciativas, a palavra sustentabilidade não aparece escrita em nenhum lugar. Em 2010, aprendi com o célebre professor José Pacheco que não é possível educar para a sustentabilidade, só é possível educar NA sustentabilidade. A mágica da Green School, que pode ser sentida em cada imagem daquela TEDTalk, parece de fato acontecer.

terça-feira, 23 de abril de 2013

VAZIO CULTURAL


“vazio cultural”

PONTOS
(coluna publicada no jornal O Globo, 20 abril 2013)
Se não me engano em fevereiro, há cerca de dois meses, travou-se uma polêmica sobre o “vazio cultural” brasileiro, lançada por um número da revista “Carta capital” que discutia o assunto. Por algum motivo circunstancial (acho que eu estava em viagem) só me dei conta da discussão posteriormente, através de seus ecos. Não tenho condições de recuperá-la agora, mas o meu “vazio cultural” particular de hoje, em que a coluna gira em falso à procura de seu ponto de apoio, me impele de volta à questão. Considerar o tema como “ultrapassado” seria prender-se a uma lógica imediatista. A redução, aliás, de toda cultura a pautas, ganchos jornalísticos e mercadológicos, efemérides e fenômenos virais, é uma das partes do problema.
Vou tentar expor a minha posição, mesmo sabendo que o assunto não cabe aqui. Acho o Brasil um país de grande vitalidade cultural. Essa vitalidade está na diversidade das práticas, no modo como elas se permeiam, nas soluções incomuns que resultam disso, em muitos níveis. Confesso que é difícil descrevê-la, porque ela se apresenta de maneira não usual, múltipla e heterogênea, extraindo a sua força exatamente disso. Ao mesmo tempo, essa vitalidade contracena com o baixo letramento médio brasileiro, que compromete sob muitos aspectos a sua organicidade e a sua capacidade de articulação. Apesar desse baixo letramento, no entanto, fomos capazes de reconhecer uma literatura na qual conviviam, a certo momento, Drummond, Rosa, Bandeira, Clarice, João Cabral e a poesia concreta, junto com teatro, música e cinema incandescentes. Isso não teria acontecido se não houvesse por sua vez uma atividade crítica de peso reconhecível, um campo crítico mapeado e exposto ao debate, um conjunto de publicações acompanhando a vida contemporânea.
As instituições da chamada alta cultura, ou das instituições letradas, sofreram abalos e deslocamentos em todo o mundo, nas últimas décadas, sob a pressão dos meios de massa articulados com a onipresença da publicidade e com uma considerável corrosão da escola tradicional frente a essas novas realidades. Mesmo assim, a literatura, os escritores, a crítica, tiveram ainda um papel determinante no acompanhamento de todas as transformações que se deram na Rússia ao longo do século XX, por exemplo, ou na Argentina ou em Portugal. O lugar do escritor, garantido por um certo lastro letrado, não se evaporou completamente no processo. Certamente não se pode dizer o mesmo do século XXI, mesmo lá.
No Brasil, a tendência a deslocar as pautas culturais do campo das ideias para o das vendagens, comportamento, moda e polêmica de superfície lavou o lastro frágil da vida literária acumulada, e acuou a atividade crítica num papel incômodo, impertinente e estigmatizado, substituído pela atividade dos agentes e assessores de imprensa, dos releases, das entrevistas e notas em colunas sociais, pela participação em eventos, num ambiente de coquetelização da cultura (estou lembrando de um artigo contundente de Flora Sussekind, “A crítica como papel de bala”, publicado no “Prosa e verso” em 2010, algumas balas do qual sobram para mim, se não estou enganado).
É certamente a essa perda de articulação e a esse rebaixamento do papel crítico na esfera pública que Vladimir Safatle se referia, ao intervir no debate caucionando o mote do “vazio cultural”. Vazio cultural, nesse caso, significa a falta de um senso totalizante e de um tensionamento da linguagem que comprometa as produções com algo mais do que sua inserção num mercado ou o seu reconhecimento por um grupo de participantes consumidores. É exatamente o contrário do que pensa Hermano Vianna, para quem a cultura vive da força empenhada nela por seus agentes, que dão a cada cena cultural um sentido total auto-bastante. Onde para um há o vazio para outro sobra excedente. Os pressupostos são tão opostos que não dão lugar a uma conversa possível nem ao entendimento da impossibilidade disso.
Para mim este é o ponto. Não falta acontecimento cultural no Brasil, das mais complexas aventuras intelectuais às mais saudavelmente elementares manifestações do apetite de viver. Faltam, quando faltam, e como faltam, nexos compreensivos capazes de dar conta dessa complexidade, em meio à entropia de um mercado voraz e de um debate reduzido muitas vezes ao quiproquó, à faccionalização dos discursos e à simplificação jornalística.
Em muitos sentidos, “vazio cultural” é um estado do mundo, hoje. Em cada caso, a questão é saber onde estão os “pontos luminosos”, e o Brasil é um vazio cheio deles.

    Fortalecimento a gestão de Museus ... T



    Tudo se copia, as entidades culturais poderiam copiar estas iniciativas ....

    Oficinas de capacitação
    Museus Fortalecimento Programa vai oferecer oficinas
    para fortalecer a governança corporativa de museus

    » Inscrições abertas

    • Os Museus Fortalecimento Program (MAP) , o Museu Nacional da Colômbia - Ministério da Cultura, vai oferecer workshops sobre gestão e competitividade em museus em oito cidades: Tunja, Cartagena, Santa Marta, em Manizales, Popayan, Barranquilla, Bucaramanga e Cali .
    • O PFM tem US $ 64 milhões para patrocinar museológicas oito estados do país que demonstram projectos de empreendedorismo e gestão excelente.

    Bogotá, DC, 22 mar 2013
    Os Museus do Programa de Fortalecimento (PFM), o Museu Nacional da Colômbia - Ministério da Cultura, convida as instituições museológicas de se registar para os workshops sobre gestão e competitividade, que será realizada em oito cidades o país a partir de 26 de abril deste ano.
    Ciente de que os museus devem atender às necessidades de seu público-alvo, desenvolver estratégias e fornecer portfólios de serviços, os criadores do PFM buscam fortalecer a gestão do negócio das instituições museológicas por meio de oficinas, convidando incorporar ferramentas básicas de marketing de seus planos estratégicos. Aqueles registrar nessas atividades podem acessar uma cartilha educativa concebida pela equipe do Programa de Fortalecimento Museus, que oferece dicas e sugestões sobre o uso de tais ferramentas.
    Além disso, diversas instituições em cada região vai patrocinar oito instituições museológicas do país para conseguir se destacar por seus projetos de empreendedorismo e gestão, a fim de acompanhá-los para financiar seus projetos. Para este acompanhamento, PFM gastou US $ 64 milhões.
    As cidades onde as oficinas são oferecidas Tunja, Cartagena, Santa Marta, em Manizales, Popayan, Barranquilla, Bucaramanga e Cali. Instituições interessadas podem inscrever gratuitamente via e-mail jfelix@museonacional.gov.co oumuseos@museonacional.gov.co .
    » Cidades e datas onde serão realizadas as oficinas
    CidadeLugar Data
    TunjaCasa Cultural Gustavo Rojas Pinilla29 e 30 de abril de 2013
    CartagenaMuseo de El Cabrero2 e 3 de maio de 2013
    Santa MartaMuseu Bolivariano de Arte Contemporânea10 e 11 de maio de 2013
    ManizalesMuseum Center20 e 21 de maio, 2013
    Popayan Museo Guillermo Valencia31 de maio e 01 de junho de 2013
     BarranquillaMuseu de Arte Moderna, em Barranquilla4 e 5 de junho de 2013
    Bucaramanga  Museu de Arte Moderna de Bucaramanga14 e 15 de junho de 2013
    CaliMuseo La Tertulia20 e 21 de junho de 2013
            
    " Para dar conta

    • Este projecto destina-se a museus ou instituições museológicas já criados.
    • O PFM não se destina a criar museus, mas para gerar uma boa posição e boa rentabilidade instituições museológicas através da gestão estratégica.
    • Incidirá sobre o uso que os museus devem tornar os recursos alocados pelo Programa de Fortalecimento Museus Programa Nacional de Incentivo e do Programa Nacional, assim como oficinas liderados pelo Grupo Empreendedorismo Cultural.

    " O que é o Programa de Fortalecimento dos Museus?

    é o órgão responsável pela execução da Política Nacional de Museus no país. É a entidade catalítico que processa a demanda da comunidade museu dos desafios do desenvolvimento dos museus hoje.
    Para mais informações sobre os seus serviços, visite o website http://www.museoscolombianos.gov.co/inicio relata Senior Communications Division Museu Nacional da Colômbia, Maria Andrea Izquierdo / Felipe Lozano Telefone: 3816470, ext. 2171/2173 E-mail: prensa@museonacional.gov.co Twitter: @ museonacionalcowww.museonacional.gov.co
     










    Data 2013/04/15 seção
     
    Novos recursos para o atendimento da primeira infância no setor de museus    
    Temos o prazer de informar que graças aos esforços feitos pelo Ministério da Cultura, aprovou a expansão do investimento em CONPES 2013 162 430 821 645 666 USD no valor de Sistema de GSP para projetos de educação infantil apresentado por bibliotecas, museus e casas da cultura, em termos de infra-estrutura e equipamentos. Cada município irá incorporar esses recursos no primeiro semestre de 2013 com a conclusão da obra inacabada prioridade suspensões Criança Centro de Desenvolvimento, com viabilidade técnica e operacional foram iniciados com 115 recursos Conpes . de 2008 e 123 de 2009 Adicional ao presente, as outras linhas de investimento autonomamente escolher são:




    • Ambientes Educativos iniciaisatravés desta linha de investimento, que coordena o Instituto Colombiano Bem-Estar Familiar, pretende estimular e alavancar o desenvolvimento de novas infra-estruturas para a educação infantil, bem como a adequação e / ou dotação existente.
    • Estratégia de Saúde para a Infância 
      Investimento Essa linha visa promover o desenvolvimento adequado dos cuidados de Estratégia primeiros mil dias de vida, coordenado pelo Ministério da Saúde e Proteção Social. A estratégia abrange o período entre o preconceito até a idade de dois anos de vida.
    • Hotelaria educacional e culturalde Investimento Esta linha inclui a expansão, manutenção, reparação e disponibilização de espaço físico onde realizar várias práticas e comunidades artísticas e culturais, como bibliotecas, museus e centros culturais, especificamente os quartos e cenários se concentrar em crianças entre 0 e 6 anos, de acordo com as diretrizes e normas técnicas emitidas pelo Ministério da Cultura.
    • Qualificação dos professores, os professores e educadores que trabalham na educação infantil, no contexto da atenção integralinvestimento Esta linha destina-se a financiar a capacitação de talentos humanos que trabalha com educação infantil, a fim de fortalecer suas práticas cotidianas que resultam na qualidade do atendimento para crianças na primeira infância, de suas famílias e da comunidade, de acordo com as orientações técnicas emitidas pelo Ministério da Educação.
    Anexado é o Conpes documentos , anexos de distribuição e anexo às orientações técnicas da indústria . No link abaixo você pode conferir o resto dos acessórios:https://www.dnp.gov.co/CONPES/DocumentosConpes/ConpesSociales/2013.aspx

    segunda-feira, 22 de abril de 2013

    Bienal de Curitiba matéria da Gazeta do Povo de março de 2013


    Uma Bienal para as ruas

    Edição 2013 da Bienal Internacional de Curitiba terá como norte a arte urbana, e quer que os espectadores se encontrem espontaneamente com as obras
    Valorizar a arte urbana e deixar um bom resíduo desse trabalho da cidade é a intenção dos curadores da edição 2013 da Bienal Internacional de Curitiba, que ocorrerá em mais de 100 espaços da capital entre os dias 31 de agosto e 1.º de dezembro. O crítico de arte Ticio Escobar e o curador do Museu de Arte de São Paulo (MASP), Teixeira Coelho, optaram por dar um novo rumo à Bienal e dispensaram a definição de um tema e um título para guiar a escolha das obras. Entretanto, a arte de rua foi o norte escolhido para a edição comemorativa do evento (que completa 20 anos), e guiará outros eventos paralelos, como o Festival Internacional de Cinema da Bienal de Curitiba – o FICBIC.

    Guilherme Artigas/Divulgação / Os curadores Ticio Escobar e Teixeira Coelho: sem título ou tema definido para a escolha das obras
    Os curadores Ticio Escobar e Teixeira Coelho: sem título ou tema definido para a escolha das obras
    “Em princípio, diante da avalanche de produção contemporânea, um tema e um título parecem ajudar. Mas, na verdade, esse título prejudica. No fundo, sempre vai vigorar a opção pessoal do curador. Então, é melhor deixar que isso venha à tona claramente”, salienta Coelho. Outra análise feita pelo curador para a não utilização de um único tema tem relação com as características da arte contemporânea. “Ela pode ser vista por mais de um aspecto e perspectiva, não é um produto fechado, como acontecia durante a Renascença, por exemplo.”
    Priscila Forone/Gazeta do Povo
    Priscila Forone/Gazeta do Povo / O artista curitibano Rimon Guimarães realizou obra na fachada da Casa Hoffman, no Largo da Ordem, na Bienal de 2011. Neste ano, curadoria quer valorizar ainda mais a arte urbanaAmpliar imagem
    O artista curitibano Rimon Guimarães realizou obra na fachada da Casa Hoffman, no Largo da Ordem, na Bienal de 2011. Neste ano, curadoria quer valorizar ainda mais a arte urbana
    Cinema
    Bienal terá festival de cinema paralelo em setembro
    Com curadoria do cineasta Eduardo Baggio, a Bienal Internacional de Curitiba vai promover, em setembro, ainda sem um local definido, o Festival Internacional de Cinema da Bienal de Curitiba (FICBIC), com mostra nacional, internacional e universitária.
    Segundo Baggio, a programação trará, no total, 10 longas-metragens estrangeiros e cinco curtas nacionais na progranação principal, além de mais de 10 filmes voltados para o público infantojuvenil e uma mostra competitiva universitária. “Ainda não fechamos com os filmes, mas posso adiantar que são produções importantes e recentes, que estão tendo grande repercussão em suas primeiras exibições internacionais. Todos os longas internacionais também são inéditos em Curitiba.”
    Por enquanto, a Bienal está resguardando os nomes que devem integrar a programação, mas a ideia é trazer artistas brasileiros e estrangeiros que se sobressaem, principalmente, na área de arte urbana. “Essa é uma seção especial que queremos desenvolver e dar a ela toda a atenção que for possível. Eu, particularmente, sou um entusiasta da arte urbana, ela está aparecendo em vários lugares no mundo com força e resultados sólidos. Aqui no Brasil, essa atenção ainda não foi despertada, e a direção da Bienal aceitou essa proposta”, diz Coelho. A logística para trazer esse tipo de obra, segundo o curador, é mais complicada e cara, mas pode gerar resultados duradouros para a cidade, principalmente se alguns trabalhos forem conservados por um período maior do que os 100 dias de Bienal. “Se Curitiba insistir nessa linha, ela pode ter um resultado estético urbano bastante instigante.”
    Por isso, além dos museus, pode se esperar ver muita arte em locais públicos e incomuns. “A ideia é colocar essa obra em edifícios pelos quais as pessoas passam, em ruas que transitam, em parques que frequentam habitualmente. Que ela veja e se relacione com a arte no seu deslocamento habitual”, conta Teixeira Coelho, frisando que a intenção é, ainda, evitar um pouco a ida específica para se ver arte. “Contra a qual não tenho nada, acho perfeito que seja assim. Mas o traço marcante da arte pública é de estar ali quando você passa por ela. Você pode ter a intenção de vê-la especificamente, ou ser surpreendido por sua presença.”
    Acervo público
    Dar atenção ao material artístico que já integra os acervos de museus estaduais e municipais é outro foco da Bienal 2013, trabalho que ficará a cargo de um núcleo inédito de curadoria coletiva, chamado de Prêmio Jovens Curadores. Com orientação da coordenadora curatorial Stephanie Dahn Batista, os curadores Ângelo Luz, Débora Santiago, Kamilla Nunes e Renan Araújo trarão propostas para ocupar espaços no Museu da Fotografia, Museu da Gravura, Museu de Arte Contemporânea (MAC), Casa Andrade Muricy (CAM), Museu Municipal de Arte (MuMA) e Museu Paranaense. “Esses jovens curadores visitaram os acervos e vão propor, com um olhar amplo e uma preocupação crítica, um diálogo entre esses espaços da cidade. Um artista contemporâneo poderá ser visto no Museu Paranaense, e vice-versa”, esclarece Stephanie.

    EMERSON PERSONA - Under Construction, Exposição na Casa Andrade Muricy.


    CONVITE Under Construction, Exposição do artista Emerson Persona na Casa Andrade Muricy, abertura dia 25 de abril às 17h.

A Casa Andrade Muricy abre no dia 25 de Abril a exposição “Under Construction” do artista visual Emerson Persona. Composta por desenhos e pinturas a exposição apresenta a fragmentação e distorção do corpo humano, pensados a partir da relação do artista com o meio em que vive, nos oferecendo representações do corpo, apresentando assim um universo sensível com figuras doces e violentas que encenam situações que tratam da existência humana.Emerson Persona é formado no Curso Superior de Pintura da Escola de Música e Belas Artes do Paraná, onde também fez pós-graduação em História da Arte Moderna e Contemporânea, atualmente é professor colaborador da mesma instituição. A abertura da exposição será no dia 25 de abril de 2013, às 17h e ficará até 04 de agosto de 2013.site: www.emersonpersona.comUnder ConstructionAbertura: 25/04/2013, 17h às 20hExposição: de 25/04/2013 a 04/08/2013 Horário: De terça a sexta-feira, das 10h às 19hSábado, domingo e feriado, das 10 às 16hCasa Andrade MuricyAlameda Dr. Muricy, 915 - Centro - Curitiba - Paraná - BrasilInformações: 41-3321-4798

    CONVITEUnder Construction, Exposição do artista  Emerson Persona na Casa Andrade Muricy, abertura dia 25 de abril às 17h.
    A Casa Andrade Muricy abre no dia 25 de Abril a exposição “Under Construction” do artista visual Emerson Persona. Composta por desenhos e pinturas a exposição apresenta a fragmentação e distorção do corpo humano, pensados a partir da relação do artista com o meio em que vive, nos oferecendo representações do corpo, apresentando assim um universo sensível com figuras doces e violentas que encenam situações que tratam da existência humana.
    Emerson Persona é formado no Curso Superior de Pintura da Escola de Música e Belas Artes do Paraná, onde também fez pós-graduação em História da Arte Moderna e Contemporânea, atualmente é professor colaborador da mesma instituição.
    A abertura da exposição será no dia 25 de abril de 2013, às 17h e ficará até 04 de agosto de 2013.

    site: www.emersonpersona.com

    Under Construction
    Abertura: 25/04/2013, 17h às 20h
    Exposição: de 25/04/2013 a 04/08/2013
    Horário: De terça a sexta-feira, das 10h às 19h
    Sábado, domingo e feriado, das 10 às 16h
    Casa Andrade Muricy
    Alameda Dr. Muricy, 915 - Centro - Curitiba - Paraná - Brasil
    Informações: 41-3321-4798

    domingo, 21 de abril de 2013

    CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE CULTURA


    Você que escreve, consome ou produz nos diversos setores 

    culturais de Ponta Grossa,

    sinta-se convidado para a Conferência Municipal de 

    Cultura,que acontecerá entre os 


    dias 22 e 27 de abril.


    Do dia 22 ao dia 25 acontecerão as reuniões Setoriais de 

    Literatura, Música, Artes 



    Cênicas e Artes Visuais, todas no Centro de Cultura Cidade 

    de Ponta Grossa, das 


    19h30 às 22 horas.


    No mesmo horário do dia 26, o Auditório B do Cine Teatro 

    Ópera receberá a Reunião 


    Setorial de Artes Populares.


    A Conferência terminará no dia 27, com a Reunião Plenária 

    Final, que definirá os sete


    segmentos culturais que terão representação no Conselho 

    Municipal de Cultura. A 


    reunião começará às 14 horas no Centro de Cultura.

    Faça sua parte, participe! Cultura também é cidadania.


    parabéns Eduardo Godoy pelo texto ..... Arte na Praça .


    Parabéns pelo texto Eduardo Godoy, como sempre digo a Arte tem de ir aonde o povo está é só ter boa vontade para isto acontecer ......

    Aos artistas, as nossas reverências

    A que se deve a boa repercussão da II Feira Cultura Plural?
    Resgatar um espaço cultural em Ponta Grossa tem se mostrado uma tarefa difícil. E talvez seja esta a desculpa usada por muitos (inclusive da administração pública - e não falo somente desta gestão) para fechar os olhos e fazer de conta que a conversa não é com eles. Congregar diferentes manifestações artísticas em um mesmo local, de acesso gratuito e aberto, é uma das principais demandas levantadas pela comunidade nas conferências e fóruns de cultura.
    A histórica manhã de hoje, 20 de abril de 2013, serviu para mostrar (pela segunda vez) que a força de vontade e o amor pelo que faz, ou, deixando o sentimentalismo de lado, o comprometimento social é capaz de muito mais do que imaginamos. A II Feira Cultura Plural reuniu 18 grupos e artistas ponta-grossenses numa miscelânea cultural. Uma 'Torre de Babel' calcada pelo respeito e admiração mútua. E tudo ali, para quem quisesse ver, ouvir ou dançar.
    A praça serviu de palco, feira, museu... e graças à boa vontade de artistas que se dispuseram a mostrar um pouco de seus trabalhos, dos mais experientes aos iniciantes, dos eruditos aos populares, tudo de maneira voluntária, assim como a equipe que trabalhou durante o último mês para que tudo desse certo, trabalhando com menos de R$ 50 em caixa e contado com valiosos apoiadores.
    A mesma equipe que acordou cedo num sábado pela manhã para ajudar a montar barraca, colar tnt no chão, criar faixa, receber os grupos, filmar, fotografar, entrevistar, divulgar pelas redes sociais, apresentar... Além de todos envolvidos diretamente, importante observar a diversidade de público, de crianças a idosos, de todas as classes sociais, sem diferenças e com um sorriso no rosto ao apreciar uma exposição, ouvir uma música ou ser retratado por um fotógrafo. Como é bom descobrir que ainda há tanta gente de valor, com uma expectativa de um mundo melhor.
    Enfim, a praça renasceu. E, mais do que isso, renasceu também a esperança num setor cultural democrático, acessível, respeitoso e, principalmente, PLURAL!
    Em nome da Equipe Cultura Plural, nosso muito obrigado a todos e todas: Fabio Ansolin, Kleber Bordinhão, Nicolas Pedrozo Salazar, Leandro Gaertner, Marcelo Ijaille, Coro Cidade de Ponta Grossa, Zé Garcia, Sereninho e André da Sanfona, Hip Hop PG (na pessoa de Guilherme Rudnik, Andrey Fs e Igor Dutra e equipe), Grupo Muzenza de Capoeira (na pessoa do mestre Polaco e equipe), Rodrigo Czekalski, Project Yume (na pessoa de Diego Juraski e equipe), Bando da Leitura (na pessoa de Lucélia Clarindo e equipe), Editora Estúdio Texto (na pessoa de Josmar e Cláudia Fonseca e equipe), Conservatório Maestro Paulino (na pessoa de Jairo Ferreira), Jo Bueno, Celso Parubocz, Projeto Lente Quente, Feira de Artesanato AFESol, Poeta da Ronda, Marcelo Mara, SESC, UEPG, Agência de Jornalismo, Revista D'Pontaponta e Fundação Municipal de Cultura. Aplausos!
    Ah, e se preparem para a III Feira Cultura Plural...

    CECI CENTRO DE ESTUDOS CÊNICOS INTEGRADOS

     Um sonho tornando-se realidade....

    Envio convite eletrônico para que possa organizar sua agenda ......  

    No dia 25 de abril aas 19 horas será inaugurado em Ponta Grossa um espaço de Artes Cênicas - CECI - Centro de Estudos Cênicos Integrado. Serão abertas atividades das quatro áreas das Artes Cênicas, mas nesse início, o foco será para o teatro. Utilizará a metodologia e a qualificação de ensino da Cena Hum - Academia de Artes Cênicas.
    É uma oportunidade incrível para artistas e alunos de Ponta Grossa entrarem em contato com a metodologia e qualidade do ensino da Cena Hum. 

    Ceci - Centro de Estudos Cênicos Integrado - "A arte integrada na sua vida..."

    Será muito importante compartilhar este momento com você ...
    Beijos com carinho 

    Heloísa

    Catálogos de exposições do Museu Oscar Niemeyer terão desconto no Dia Mundial do Livro


    Catálogos de exposições do Museu Oscar Niemeyer terão desconto no Dia Mundial do Livro

    Matéria compartilhada do Blog Katia Velo

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    Foto / Divulgação
    Para comemorar o Dia Mundial do Livro, dia 23 de abril, terça-feira, o Museu Oscar Niemeyer (MON) oferece, nesse dia, 10% de desconto na compra de catálogos de exposições organizadas pelo museu.
    Catálogos das mostras de artistas como Di Cavalcanti, Pablo Picasso, Amedeo Modigliani, Anita Malfatti, Edgar Degas, Poty Lazzarotto, Magda Frank, entre outros, podem ser encontrados na MON loja, aberta das 10 às 18h de terça a domingo.
    Os visitantes poderão conferir também as exposições em cartaz: “A Magia de Escher”, “O Brasil de Marc Ferrez- fotografias do Instituto Moreira Salles”, “Múltiplo Leminski”, “Ione Saldanha: o tempo e a cor”, “Estruturas Brincantes” – intervenção do artista Geraldo Zamproni no espelho d’água,“PR/BR”, “Acervo MON – Aquisições 2011/2012”, “Museu em Construção” e “Cones”.

    Serviço:Dia Mundial do Livro no Museu Oscar Niemeyer
    Catálogos das exposições do MON: 10% de desconto
    Data: 23 de abril, terça-feira
    Local: MON Loja
    Horário: de terça a domingo, das 10h às 18h
    Dias e horários especiais
    Exposição “A Magia de Escher” – até 11 de agosto de 2013
    Terça a sexta-feira: das 10 às 20 horas – venda de ingresso e entrada até 19h30
    Sábado e domingo: 10 às 18 horas
    Controle de acesso às salas
    Ingressos: R$ 6,00 e R$ 3,00 (meia-entrada)

    Primeiro domingo do mês: entrada gratuita
    Primeira quinta-feira do mês: horário estendido até as 20 horas. Entre 18 e 20 horas entrada gratuita
    Museu Oscar Niemeyer – Rua Marechal Hermes, 999 – Centro Cívico
    Mais informações: (41) 3350- 4400
    www.facebook.com/monmuseu
    www.twitter.com/monmuseu