sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

AS 10 OBRAS DE ARTE MAIS IMPORTANTES DE TODOS OS TEMPOS - REVISTA BULA....




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As 10 obras de arte mais importantes de todos os tempos

Nós somos leigos num assunto até entendê-lo, e uma lista dessas ajuda a compreender um pouco mais o universo da arte. Não tenho a ilusão de encontrar um consenso, apesar de adotar um critério razoável. O mais “importante” nem sempre é o mais “famoso”, muito menos o mais “bonito”. “Importante” é sinônimo de originalidade; uma obra capaz de influenciar gerações e até mesmo mudar os rumos da história. Estou bastante seguro quanto à metade dessas obras. A outra metade certamente rivaliza com qualquer outra não mencionada.

VÊNUS DE MILO (século II a.C., autor desconhecido)

VÊNUS DE MILO
A arte grega clássica é tida por muitos como a mais perfeita realização estética de todos os tempos. E nenhuma delas é mais simbólica do que esta escultura, atribuída por alguns a Alexandros de Antioquia. Temos aqui o padrão de excelência da arte helênica, imitado por toda parte até reduzir-se a adorno kitsch. (Onde: Museu do Louvre)

MONALISA (1503-06), de Leonardo da Vinci

MONALISA
Embora seja admirada pela fama, temos outro motivo para cultivar a Monalisa: a técnica inovadora do chiaroscuro, uma sobreposição de camadas de mesmo tom até alcançar efeitos de luz e sombra (o sorriso da dama deriva desta ilusão). O grau de virtuosismo e perícia pictórica de Da Vinci alcança aqui os limites da arte, em qualquer época. (Onde: Museu do Louvre)

O JUÍZO FINAL (1535-41), de Michelangelo

O JUÍZO FINAL
Com o aparecimento deste afresco a arte renascentista foi definitivamente condenada. Todos os elementos de “O juízo final” opõem-se de maneira consciente e vigorosa contra os ideais vigentes. Por isso a obra é considerada o marco de superação do classicismo, na Itália. De quebra, inaugura o maneirismo e abre caminho para o barroco. (Onde: Capela Sistina, Vaticano)

A RONDA NOTURNA (1642), de Rembrandt

A RONDA NOTURNAA arte de Rembrandt é originalíssima, sendo esta tela considerada a mais perfeita de sua produção de retratos e cenas religiosas. Como a música de Bach, é uma manifestação sublime do gênio protestante. A técnica utilizada é uma verdadeira escola de composição e iluminação, antecipando a sensibilidade fotográfica. (Onde: Rijksmuseum, Amsterdã)

A LIBERDADE GUIANDO O POVO (1830), de Delacroix

A LIBERDADE GUIANDO O POVO
As principais referências do realismo é a pintura de Gericault e depois, Courbet. Eugène Delacroix situa-se entre os dois mestres: contudo, supera o passadismo do primeiro e abre caminho para o segundo. Com esta tela (retrato da revolução francesa) a arte passa a representar o tempo presente e seus próprios mitos. (Onde: Museu d’Orsay, Paris)

ALMOÇO NA RELVA (1863), de Manet

ALMOÇO NA RELVA
Obra inaugural do impressionismo, esta tela foi exposta e ridicularizada no famoso Salão de Paris. Em contraste com a arte oficial e acadêmica (representada por David e seus discípulos), enxergamos aqui o que, na época, julgavam ser uma pintura inacabada, um mero esboço. Além, é claro, de representar um tema afrontoso. (Onde: Museu d’Orsay, Paris)

A CASA DO ENFORCADO (1873), de Cézanne

A CASA DO ENFORCADO
Um dos germes da pintura como a conhecemos a partir do século 20 — isto é, como um problema de composição numa superfície plana, bidimensional — é esta modesta pintura. Podemos citar outras telas de Cézanne (“Jogadores de Cartas” e o “Monte Sainte-Victoire” são imprescindíveis para o cubismo), mas é a esta que cabe a precedência cronológica (Onde: Museu d’Orsay, Paris)

SENHORAS DE AVIGNON (1907), de Picasso

SENHORAS DE AVIGNON
Esta obra, que mais parece uma caricatura, viola as convenções clássicas e acadêmicas ainda prevalecentes, da arte figurativa. Picasso havia sido influenciado por Cézanne e pelas máscaras negras africanas. “Senhoras de Avignon” abre caminho para a revolução cubista, sendo um passo fundamental (e intermediário) entre dois extremos: o impressionismo e o abstracionismo. (Onde: Museu de Arte Moderna de Nova York)

PRIMEIRA AQUARELA ABSTRATA (1910), de Kandinsky

PRIMEIRA AQUARELA ABSTRATA
Já esta pequena aquarela divide a história da arte em dois períodos: antes e depois da arte abstrata. Antes dela tem-se a impressão de que a pintura retrata o mundo exterior (é mimética, figurativa, mesmo com Picasso). A partir dela, contudo, adquire autonomia absoluta, tornando-se um universo intuitivo de sensações. É o nascimento da pintura em estado puro. (Onde: Paris, coleção particular)

FONTE (1917), de Duchamp

FONTE
Típica da era industrial, esta obra traduz a impessoalidade que caracteriza a vida moderna. Quintessência do dadaísmo, ela questiona o que é arte e não é, dando origem à chamada arte conceitual. Paradoxalmente é a mais radical afirmação da subjetividade. O sentido de uma obra passa a ser uma “atribuição” (pessoal, crítica e institucional) e não um dado que lhe supostamente imanente. (Onde: Museu de Arte da Filadélfia)

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

DESENHO: A DIFERENÇA ENTRE “COPIAR”, “COLAR” E “CRIAR” - GUSTAVOT DIAZ

DESENHO: A DIFERENÇA ENTRE “COPIAR”, “COLAR” E “CRIAR”

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MARK SIJAN | escultura
O que possibilita participação ativa na esfera da arte é o saber das linguagens. O conhecimento dos códigos constitutivos das categorias artísticas permite uma apreciação qualificada; mas há sempre algo que escapa, mesmo ao melhor crítico, ainda ao diletante mais perspicaz: o interior da técnica. Claro, saber “ler” um desenho a carvão não é o mesmo que saber “desenhar” com este material – o expectador de um desenho estará sempre “de fora”, como se visse um espelho da coisa, com o qual não pudesse interagir.
O domínio da dimensão das linguagens é, por isso mesmo, um pesadelo para o artista: até porque, indiferente daquilo que se produza, o embate com os materiais será uma constante em sua vida. Como venho dizendo, a técnica não é a arte; a técnica é o que possibilita a expressão de significados – uma vez unidos ambos, tem-se a obra artística ou solução plástica de representação.
Vincent Xeus.
VINCENT XEUS | óleo sobre tela
As leis que regem a forma, se aplicadas mecanicamente perdem a dimensão estética – podem ser utilizadas para uma sinalização urbana mais efetiva, por exemplo. Mas a estética é muito mais que isso. Um desenho cujo objetivo é copiar outro desenho, ou fotografia– em que pese a esfera (cri)ativa que possa haver na cópia – sem preocupações em realizar uma “transcriação” da forma (segundo conceito de Haroldo de Campos), limita-se a uma réplica, cujo valor está no aprendizado técnico. Essa mesma técnica aprendida, uma vez introjetada pelo desenhista, torna-se recurso expressivo em suas mãos, capaz de gerar novas obras e explorar novos significados. Do contrário, o desenho se torna produto; é reproduzido como uma página de xerox.
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JENNY SAVILLE | óleo sobre tela
Os significados são ocultos pela moeda gasta dos signos, que os vestem. Desmascarar as convenções que encobrem o “real”, os convencionalismos que se fazem passar por substitutivos dos significados do mundo é tarefa fundamental do artista, sobretudo em nossa sociedade, onde tomamos a coisa pelo vazio de sua aparência. Sabemos que o fundo das coisas (sua suposta “essência” para além da substância), é afinal um deserto.
As convenções, no entanto, encobrem de forma inevitável certas (senão todas as) dimensões da vida e devem ser rearticuladas: a vestimenta com que a linguagem organiza a experiência dos elementos sensíveis do mundo precisa ser trocada permanentemente. A arte, enfim, possui essa importância crucial de descortinar o véu de invisibilidade com que as convenções vestem os eventos.
É claro que o desenhista dedicado ao processo da cópia tem enorme importância, inclusive histórica. Que seria das gravuras dos mestres do passado sem seus gravadores assistentes – o pessoal da oficina de Gravura dedicado a solucionar os difíceis problemas da gravação das tiragens? Ou dos pintores, sem assistentes que executassem os procedimentos sistemáticos da pintura? Têm eles a mesma importância que um tradutor em relação ao poeta cuja obra traduz.
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PATRICK RIGON, 2015 | “O alimentador”, óleo sobre madeira
Não é certamente esse o vetor que vertebra o “Hiper-Realismo Contemporâneo” a que vimos aludindo nos últimos artigos. Os conteúdos da arte obviamente ultrapassam as regras de seu ofício. As representações hiper-realistas atuais, junto de outras fundamentais características definidoras deste tipo de produção, não se limitam à reprodução. Isso seria transformar o meio em finalidade.
O objeto desta “escola” (se podemos chamar assim) não são os elementos da linguagem visual; nela, a importância do mimetismo é definida mediante os conteúdo (psíquicos, sociais, políticos) enunciados na obra. Tanto é que a grande maioria dos artistas filiados ao Hiper-realismo Contemporâneo vale-se de retroprojetores, depois do que pintam por sobre o traçado do desenho. Não se trata de mera demonstração de virtuosismo, por vezes duvidoso, como boa parte de certo hiper-realismo praticado hoje no Brasil…
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ANNA HALLDIN MAULE | óleo sobre tela

Os hiper-realistas contemporâneos sabem desenhar, sem dúvida alguma. No mundo da aridez pós-moderna, da assepsia das instalações e da arte conceitual, o Hiper-Realismo Contemporâneo vem trazer um alívio e novo interesse para a visão. Porém, só o faz porque disputa, enquanto arte, o campo dos significados, rearticulando as linguagens e tensionando a própria arte e os artistas.

imagem da capa | RAN ORTNER (óleo sobre tela)


COMPARTILHADO DO BLOGGER DE GUSTAVOT DIAZ
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Gustavot Diaz

Pintor, desenhista e escritor diletante. Formei-me em Artes Visuais (UDESC , 2006), mas o ensinamento técnico, artesanal, do métier me foi dado pelo mestre Moacyr Vidal Ramos, na adolescência, por professores, amigos e muitas horas de silencioso e solitário exercício nos atelieres que tive. Creio no “saber fazer” como um catalisador da comunicação artística – um poderoso canal de mediação.

Essa parece estar sendo também hoje a preocupação de muitos artistas pelo mundo, interessados visceralmente mais com sua produção do que pelos ditames da Academia. Desde 2005 ministro cursos e Oficinas de Desenho, especialmente Anatomia Artística com modelo vivo.

Contato
55 51 8257 1090
gustaveaux@gmail.com
facebook/gustaveaux

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

RUINAS - ORLANDO AZEVEDO NO MuMA


Ruínas ruge em fase final de ajustes e afinações.
O MUMA sangra escarlate.Minha nova individual e a primeira deste ano apresenta 69 imagens que foram impressas pelos meninos exemplares em caráter e qualidade do Maquinótico - Fábrica de imagens de Londrina.
Os considero amigos de grande talento e meus ex alunos da Pós em Fotografia Unopar coordenada pelo maravilhoso artista Rogerio Ghomes.
A equipe da Fundação sob a regência de Ana Luisa Vaz impecável em sua consideração e respeito.
Dia 04 de Fevereiro-agora- às 19.30.
Compartilhado texto e fotos da página do face de: Orlando Azevedo








Museu Municipal de Arte (MuMA)

Portão Cultural

Endereço:
Av. República Argentina, 3430, Terminal do Portão - Portão
Contato:
(41) 3329-2801
portaocultural@fcc.curitiba.pr.gov.br
Horário de funcionamento:
10h às 19h (3ª feira a domingo)

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

As esculturas mais famosas do mundo ...

As esculturas mais famosas do mundo alcançou popularidade por razões muito diferentes. Às vezes é por ter marcado marcos na história da arte, porque se tornaram ícones que pouco ou nada a ver com a arte ou o mistério que envolve e encanta pesquisadores e turistas.
Como é o caso com as pinturas mais famosas do mundo, isso não significa que eles são o melhor, o mais importante, mas aqueles mais prevalente na cultura popular.

Homem 10. Andar I

De Giacometti Walking Man - Jérôme
Escultura de Alberto Giacometti Walking Man II,uma versão mais clara que eu Man Walking. Jérôme





Em favor da popularidade de L'Homme qui marche I tem o estilo tão distinta e reconhecível por Alberto Giacometti, esta série de esculturas em bronze é considerado uma das melhores obras do artista e é um dos ícones da arte do século XX. A blitz de mídia veio em fevereiro de 2010, quando se tornou temporariamente o trabalho mais caro de arte vendida em leilão.
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Moisés de Michelangelo - Luca Volpi
Moisés de Michelangelo, na Basílica San Pietro in Vincoli (Roma). Luca Volpi





9. Moisés

O Moisés de Michelangelo foi reproduzido e publicado diversos livros sobre história da arte com tal robusto e imponente confunde-lo pessoalmente na pequena Basilica di San Pietro in Vincoli (Roma) com um tamanho muito mais modesto e acessível esperado.

8. Pieta

Misericórdia do Vaticano, Miguel Angel - Stanislav Traykov
O Pieta Vaticano, na Basílica de San Pedro.Stanislav Traykov


O Pieta, de Michelangelo também é um dos muitos tesouros que dá abrigo a Basílica de Basílica de São Pedro. Em 1972, no dia de Pentecostes, a escultura foi danificado por um homem com problemas psicológicos atacou com um martelo contra a figura da Virgem. Com várias cópias existem de o originalpoderia restaurar o trabalho, mas desde então a Pietà só pode ser visto através do vidro à prova de balas que protege-lo.
E Projetos em Execuções fibra escultura de vidro.
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7. Moai

Moai da Ilha de Páscoa - Artemio Urbina
Estátuas de Moai da Ilha de Páscoa (Chile). Artemio Urbina

6. Venus de Willendorf


Os mais de 600 estátuas de pedra monolítica encontrados na Ilha de Páscoa(Chile) gera confusão e muitas perguntas que ainda não foram capazes de responder com certeza. Há todos os tipos de teorias sobre o seu significado, a construção ou o transporte. Um grande quebra-cabeça e atração turística.
Venus de Willendorf - Don Hitchcock
Foto da Venus de Willendorf. Don Hitchcock










O Venus de Willendorf é o mais famoso pré-histórico Venus, genéricos pequenas estátuas do sexo feminino com características exageradas e atributos.Quanto à Vênus de Willendorf existem duas teorias dominantes e rivais sobre o seu significado: para alguns, é um símbolo de fertilidade e prosperidade, enquanto para outros representa a Mãe Terra. É famosa por suas proporções exageradas e volta aqueles que leram a série de livros famosos também os filhos da terra certamente reconhecidas esta estatueta venus da Grande Mãe.
"Como de Ele realmente funciona?" A RESPOSTA Podera LHE Batê-lo!
Grande Esfinge de Gizé - Heinrich Pniok
Imagem da Grande Esfinge de Gizé. Heinrich Pniok

5. Grande Esfinge de Gizé

A Grande Esfinge de Gizé é a maior escultura monolítica do mundo ea mais antiga estátua monumental que é conhecido. Para além destes factores contribuíram também para sua atração fama que muitas pessoas se sentem em egiptologia e da quantidade de tinta que tem se dedicado a envolvê-los em teorias visionários e esotéricos. Na cultura popular que eles têm feito muitas paródias do episódio em que a Sphinx perdeu seu nariz.
Estátua da Liberdade - Charles Sporn
Estátua da Liberdade, em Nova York. Charles Sporn

4. Estátua da Liberdade

Seu nome original é liberdade que ilumina o mundo e foi um presente da França para os Estados Unidos feito para comemorar o centenário da Declaração da Independência. Anos mais tarde, os Estados Unidos iriam devolver o gesto, dando-lhe a França uma versão do mesmo estátua embora muito menor situado em Paris. A fama da Estátua da Liberdade como um símbolo do original Estados Unidos foi completamente eclipsado a miniatura francesa.





O David de Michelangelo - Rico Heil
David de Michelangelo Buonarroti. Rico Heil

3. David

Ele não está exagerando o gênio de Michelangelo ou sucumbir às atrações turísticas do renascimento italiano, o fato é que o David de Michelangelo marca um antes e um depois na história da escultura para seu inovador para uma abordagem comum e cena toda a influência que ele teve o contrapeso na posição. Não só tem um lugar de destaque nos livros de história em vez disso, existem várias réplicas espalhadas por todo o mundo e já tocou em todos os tipos de souvenirs.


Venus de Milo - Jastrow
Escultura Vênus de Milo. Jastrow







2. Venus de Milo

Entre as esculturas da Grécia antiga, a mais famosa é a Afrodite de Milos.Enquanto que é um mais do que dignarepresentante do período helenístico, o fato é que é reconhecido por um fator completamente acidental que a distingue de qualquer outra situação semelhante e qualidade torna imediatamente reconhecíveis: a falta de braços.
O pensador de Rodin - Hans Andersen
O Pensador de Rodin na Ny Carlsberg Glyptotek (Copenhaga). Hans Andersen

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 http://arte.about.com/od/Fotos-de-arte/tp/Las-Esculturas-Mas-Famosas-Del-Mundo.htm












1. O Pensador

O caso mais curioso de o pensador é que ele é mais conhecido como um símbolo da filosofia, da ação de pensar cuidadosamente, que os méritos artísticos da estátua do poeta (seu nome original) inspirado na figura de Dante contra The Gates of Hell Auguste Rodin tinha em mente para a sua criação.
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