quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

RETROSPECTIVA 2017 .....

Mesmo com tantos contratempos no País, 2016 foi emocionante.
Tive muitos altos, poucos baixos e muitas viradas como sempre.

Tudo isso só pode acontecer com o apoio de um grupo incrível de Amigos do Bem que sempre estão a disposição para apoiar meu trabalho e claro muita força de vontade e criatividade de minha parte ...

Nesta postagem vou tentar lembrar e fazer uma retrospctiva de momentos que marcaram este ano de 2016 e claro com os dias irei lembrando e atualizando estas memórias.

Terminei o ano fazendo uma retrospectiva do ano de 2015 no rograma do Colunista e Amigo querdido Rômulo Cury que está sempre por dentro de tudo que acontece de bom em nossa Sociedade.



Depois férias no "Pequeno Paraíso" e claro não podia deixar de pintar, refazendo as pinturas da parede que com o passar dos anos vão se desgastando.


Passagem da meia noite em Família no "Pequeno Paraíso" com direito a brinde na beira da piscina e muita champagne.



Em Janeiro chegou meus primeiros filhotes maravilhosos de Cane Cordo Italiano, dois uma preta e a outra tigrada, mas devido a incompatibilidade de gênio com minha labradora tive que devolver a tigrada para o canil.

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Confraternização com Artistas de Curitiba que fazem parte do Grupo Multiplus Olhares.

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Exposição Coletiva de telas do Grupo Multiplus Olhares em Curitiba.





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Assistindo a uma apresentação do FENATA no Parque Ambiental ao ar livre com meus Amigos Alfredo e Edmar.

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Minha participação pela primeira vez como candidato a vereador para aprender um pouquinho como funcona a Política. Foi muito bom a experiência, todos deveriam participar pelo menos das reuniões políticas e aprender como funciona e depois ter argumentos para cobrar bons resultados do trabalho de seus candidatos....

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Com Amigos participando da passeata "Tchau querida".


Durante a visita de minha Amiga Solange Colichesky passeando no Brasil aproveitamos para lembrar os bons tempos de criança quando nossas Famílias Ucranianas se encontravam sempre para passeios na Vila Velha, no São Jorge e para as comemorações tradicionais.....

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Prticipação do evento em apoio ao Juiz Sérgio Moro com Artistas, Amigos e muita gente apoiando a moralização do Pais. Na fot Gagliastri e guitarrista da Banda Calango Bravo.

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Cantor Fagner, Gaglistri, Jorge Pontual e muitos Artistas apoiando o evento.



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Aniversário do programa do meu Amigo de longa data Léo Pasetti, acompanhado de pessoas maravilhosas entre estes nossa Vice Prefeita Elizabeth e seu amrido Lourival Schmidt.
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Lanameto do livro do meu Amigo Luiz Arthur Montes Ribeiro em Curitiba com Alfredo Mourão.

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Divulgação do lançamento do meu livro catálogo 40 anos de Arte na Fazenda Capão Alto, lugar maravilhoso, pessoas maravilhosas comemorando o aniversário da Fazenda uma das mais antigas do Brasil, aniversário da Cidade de Castro e o vernissage da Exposição.

Fazenda Capão Alto 40 anos de Arte - Com os proprietários da Fazenda Kobe e Elizete Petter e os Artistas Roberto Semieniaco e Ana Baldani fazendo uma performance como o Braão e a Baroneza.

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Exposição Coletiva na Estação Arte.

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Entrega de prêmios na Semana da Cultura Bruno e Maria Ennei para Rute Yumi destaque nas Artes Visuais com o Presidente da Fundação Municipal de Cultura.

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Final da Conferênca de Cultura setorial de artes visuais que terminou com uma visita  ao CECI Centro de Estudos Cênicos Integrados

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Passeio em Cambooriu.

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Apresentação do Mágico de Oz no centro de Cultura

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Visita ao Bando da leirura com minha Amiga e Chefe do Bando Lucélia Clarindo.

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Projeto Fazer Arte não tem Idade aulas de Pintura com idosos do Asilo São Vicente de Paula.


Evento comemorativo aos o 156º aniversário de Alfredo 

Andersen, comemorado no dia 3 de novembro

A Semana Andersen Dom Quixote e os Escandinavos 
iniciou terça-feira (08/11), com a abertura de 
quatro novas exposições no Museu Alfredo Andersen: 
“Alfredo Andersen retrata Noruega”, “Quixote, a loucura de 
viver”, de Ima Montoya, “To breath through – sobre a 
fragilidade da vida”, de Maria Heed, e “Don Quijote, a sonhar venci mundo”, de Luiz Gagliastri.




Na foto com Amigos Artistas e a abertura da exposição que além dos Artistas Luiz Gaglistri, Ima Montoya, Maria Heed contou com a participação do Secretário de EStado da Cultura, o Cônsul da Espanha e da Argentina



Na casa do KIko com João Belo ....




Tarde de autógrafos da Efigênia Rolin em seu maravilhoso livro contando sua trajetória.....


Crro novo, 0KM, lindinho..... Não sou muito chegado a trocar de carro todo ano e muito menos ostentar carrão, mas depoos de insistentes pedidos da Família troquei meu UNO por um Palio rsrsrsrs.... Melhorou um pouquinho ....


FINAL DA EXPOSIÇÃO NA FAZENDA CAPÃO ALTO ..... Hora de meus filhinhos voltarem para casa.... Meu querido Amigo André que estava passeando acabou ajudando a  fazer a mudança...


Duas viagens mas conseguinhos montar uma belíssima exposição muito bem visitada por turistas do Mundo todo que visitam a  Capão Alto...

André e meu irmão Marcos catando Pinhão quase desaparecem embaixo das lindas Araucárias enormes...


Lançamento do meu livro Catálogo 40 Anos de Arte. Em 2017 farei o lançamento aqui em minha Cidade. Aguardem....


Exposição "Ars Gratia Artis" em Curitiba como Artista convidado.



Exposição das obras do Projeto Fazer Arte não tem Idade com os idosos do Asilo São Vicente de Paula na foto minha Mamãe Erinilda, meus queridos Amigos Alfredo Mourão e Giorgia Bochenek.prestigiando o evento.





Leda Biacchi prestigiando a exposição e o delicioso lanchinho após a abertura....



Governador do Rotary e sua esposa estiveram em nossa Cidade e visitaram alguns Projetos apoiados pelo Rotary Clube Alagados, aqui no Bando da Leitura com a Presidente Juliana de jaloco amarelão...



Governador do Rotary visitando o Projeto Fazer Arte não tem Idade no Asilo São Vicente de Paula.



Última reunião do nosso Clube antes da festiva de fim de ano..... Gente maravilhosa que faz a diferença.



Meu Livro - catálogo e o guarda pó apoio do Rotary Clube Alagados de Ponta Grossa....


Fazenda Capão Alto Eu e minha obra, quase não faço obras cademicas mas a Fazenda é um lugar tão lindo que resolvri retratá-la....


Festiva de final de ano com os Amigos e Familiares do Rotary Clube Ponta Grossa Alagados....



A pequena Grace e a Lilith mihas pretinhas queridas.


Kronos namorado da Grace logo logo teremos Cane Corsinhos Italianinhos ....





 Workshop de pintura na APADEVI Associação de Pais e Amigos dos Defeiciêntes Visuais, projeto piloto, alunos ocm deficiencia visual fazem algumas obras de gravura utilizando isopor, assim que a sede tiver mais espaço para as aulas começaremos mais este desafio....












Mais uma edição da Expo&flor este ano. Como sempre um sucesso fazer o bem é maravilhoso. E a verba arrecadada vai para dezenas de projetos subsidiados pelo Rotary.



Fazenda Capão Alto minha tela participando da exposição na Estação Arte neste anos....











Entrega do Prêmio criado por mim no Cine Ópera oferecido pelo Rotary Clube Alagados para os premiados do Festival Nacional de Contadores de Histórias.



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Passeio Ciclistico da Expo&flor, mais um ano e mais um sucesso.


Revendo Amigos Grupo Rodeio em Ponta Grossa, meu Amigo e grande cantos Régis Marques a voz do Rio Grande chegouuuuu.....


Na Casa do KIKo com Efigênia Rolim em Curitiba.....








 Que venha 2017 com Saúde, Amor e muitos Projetos maravilhosos, afinal colehemos o que plantamos e as sementes foram lançadas, germinadas e agora vem a colheita.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Eloir Jr. ilustra com arte o calendário 2017 da Paraná Turismo

 

No Ano Internacional do Turismo Sustentável para o Desenvolvimento (ONU – Organização das Nações Unidas), a Paraná Turismo realiza o anuário 2017 com o título “Lendas: Cultura Turística”, colorido com arte, pesquisa, cultura e bom gosto pelo artista plástico Eloir Jr., o projeto tem o apoio do SEBRAE e Governo do Estado do Paraná.
Este tema evidencia o que há de mais autêntico na sabedoria popular, as nossas lendas, que resgatadas do imaginário dos índios e caboclos, atualmente compõem também a matéria- prima para o turismo paranaense.


“Extasiados diante de tamanha grandiosidade e beleza da terra em que viviam, seus primitivos habitantes atribuíam-lhes intervenção divina, buscando no sobrenatural, por exemplo, o motivo da origem das magníficas Cataratas do Iguaçu, das misteriosas formações de Vila Velha, da selvagem Gruta das Encantadas, ou ainda a existência de espécies para eles sagradas, como da Araucária, da erva-mate e da gralha azul.
Garimpando a natureza e a alma ingênua do povo, o paranista Eloir Jr. transforma as lendas em arte expressando-se de maneira singular fazendo que seus personagens povoem as telas em uma simbiose perfeita entre diferentes culturas formatadas através das matriochkas e babuchkas trazidas pelos eslavos que aqui se radicaram”, relata Marilda Gadotti, supervisora técnica do projeto.


O Artista explica que: “é um resgate da cultura popular, dos costumes e do imaginário dos índios e dos caboclos paranaenses que transporta para as telas, em perfeita harmonia com a sua temática e linguagem pictórica eslava, que resulta em um trabalho alegre e colorido, inspirado no paranismo que lhe é inato”.


Jacó Gimennes, Presidente da Paraná Turismo finaliza: “Um trabalho que muitos nos honra e que engrandece o Turismo do Paraná”.

A iniciativa do projeto foi do departamento de Estudos e Pesquisas da PRTUR; Supervisão Técnica de Marilda Gadotti; Criação e Arte, Julia Yukari; Supervisão Gráfica de Maria Regina Monticelli/ Departamento de Publicidade e Propaganda da Paraná Turismo.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

A era das "galerias-museus" / Texto de Ana Magalhães compartilhado de www.select.art.br

A era das “galerias-museus”Transformação no sistema internacional da arte na última década aponta para uma reconfiguração da relação entre a produção, o mercado e as instituições artísticas
Ana Magalhães
PUBLICADO EM: 21/12/2016
CATEGORIA: COLUNAS MÓVEIS


Ana Magalhães é historiadora da arte, curadora e professora do MAC-USP, e entre abril e junho de 2016 foi pesquisadora convidada do Getty Research Institute, em Los Angeles, Califórnia (Foto: Divulgação)
Ana Magalhães é historiadora da arte, curadora e professora do MAC-USP, e entre abril e junho de 2016 foi pesquisadora convidada do Getty Research Institute, em Los Angeles, Califórnia (Foto: Divulgação)
Estamos assistindo a uma enorme transformação no sistema internacional da arte na última década. Fala-se em uma reconfiguração da relação entre a produção, o mercado e as instituições artísticas. Os Estados Unidos são apontados como modelo de como esse sistema se comporta e, de fato, ao fazer um rápido panorama da situação norte-americana hoje, percebemos o quanto ela é sintomática de uma tendência à financeirização e à especulação da arte. Essa tendência parece cooptar as instituições artísticas, os museus e começa a inverter o papel do museu de arte moderna e contemporânea. Um dos sintomas dessa inversão é o novo modelo de galeria de arte. Um caso exemplar é o da recém-inaugurada sede da famosa Hauser & Wirth no centro de Los Angeles, na Califórnia (em franco processo de gentrificação).
Num momento em que a grande metrópole da Costa Oeste dos EUA ameaça roubar o brilho de sua irmã do Leste (Nova York), com a expansão do seu chamado Arts District – que hoje começa a se estender para grandes galpões industriais, antes abandonados, do outro lado do Los Angeles River –, a galeria suíça, fundada em 1992, uniu-se em sociedade ao ex-diretor do Museum of Contemporary Art (MoCA), Paul Schimmel, para implantar sua sede ali. Ao mesmo tempo, a Hauser & Wirth prepara-se para “mudar de casa” em sua sede nova-iorquina, ocupando até o ano que vem os espaços do antigo DIA Center, na região de Chelsea.
Vista da exposição Revolution in the Making: Abstract Sculpture by Women, 1947-2016 (Foto: Joshua Targownik/ Hauser & Wirth)

Nova sede em Los Angeles da Hauser & Wirth (Foto: Brian Forrest/ Hauser & Wirth)
Para a inauguração da sede de Los Angeles, em março de 2016, Paul Schimmel convidou a também historiadora da arte Jenni Sorkin para conceber uma exposição que reunisse apenas artistas mulheres, que nos últimos 70 anos dedicaram-se à escultura abstrata. Nos espaços de 2 mil metros quadrados de uma antiga fábrica produtora de trigo reformada com a consultoria de arquitetos renomados, a exposição Revolution in the Making: Abstract Sculpture by Women, 1947-2016 apresenta obras históricas de artistas mulheres consagradas ao longo da segunda metade do século 20, ao lado de artistas contemporâneas também consolidadas e de fama internacional. Até aqui, nada de muito surpreendente, se pensarmos na lógica do mercado internacional de arte hoje – ainda que alguns críticos considerem surpreendente o fato de a galeria privilegiar artistas mulheres dentro desse contexto. Mas sabemos que essa tem sido uma estratégia do mercado de criar “novidades”. Curiosamente, nesse caso, apenas 20% das obras em exposição estavam disponíveis para venda, pois o restante foi emprestado de museus norte-americanos (tais como o Whitney Museum, de Nova York, e o próprio MoCA de Los Angeles). Além disso, a galeria está no auge de suas aquisições de espólios de artistas contemporâneos, dentre eles a recente incorporação do Projeto Lygia Pape, artista que é objeto da mostra em cartaz na galeria neste exato momento (setembro de 2016).

Vista da exposição Revolution in the Making: Abstract Sculpture by Women, 1947-2016 (Foto: Joshua Targownik/ Hauser & Wirth)
Vista da exposição Revolution in the Making: Abstract Sculpture by Women, 1947-2016 (Foto: Joshua Targownik/ Hauser & Wirth)
O que surpreende é o fato de entrarmos num espaço que, além de se assemelhar a uma área de museu, usa das estratégias do museu de arte contemporânea para se legitimar. A mostra é acompanhada de um catálogo primoroso, com ensaios curatoriais encomendados a estudiosos reconhecidos – o que certamente fará dele documento importante para quem vier a estudar o assunto no futuro. Tudo isso acompanhado de um espaço com equipamentos museológicos: a monitoria das salas, a livraria (que, em seu press release, a galeria orgulhosamente apresenta como “a primeira casa especializada em livros de arte de Los Angeles”) e um restaurante. Por fim, a mostra teve seis meses de duração, e este será o padrão adotado pela Hauser Wirth & Schimmel para seu programa de exposições.
Situada num circuito que envolve o próprio MoCA e sua extensão (o Geffen, que no primeiro semestre abrigava uma mostra muito inteligente sobre a produção contemporânea dos anos 1990), e museus como o também recém-inaugurado Broad Museum (outro sintoma dessas inversões do sistema da arte), a galeria se abre para um público mais amplo do que aquele, muito seleto, que frequenta o espaço tradicional de uma galeria. Mas ele se distingue muito daquele que hoje vemos nos museus norte-americanos, fruto de um franco processo de massificação do museu de arte, e para quem o que se mostra também é massificado. Estaríamos num processo de substituição da função do museu de arte contemporânea pela da galeria comercial? Qual a finalidade desse processo, em que as instituições públicas e de interesse público parecem relegadas ao segundo plano, e vemos a criação de galerias a quem são entregues os legados da produção artística atual? É nelas que se desenha, a partir de agora, a narrativa da arte do século 21? Terão elas o compromisso de documentar essa história?
Não se trata aqui de discutir o mérito da curadoria da exposição apresentada, nem tampouco das obras e artistas – que eram excepcionais. Mas, nesta nova configuração do sistema das artes, seria fundamental discutir o que se espera de um museu de arte contemporânea.

A era das "galerias-museus" / Texto de Ana Magalhães compartilhado de www.select.art.br