domingo, 29 de março de 2015

Picasso e os Modernistas Espanhóis no CCBB de São Paulo.

Principais obras na exposição de Picasso e modernistas espanhóis (FOTOS)

Pablo Ruiz Picasso é considerado o fundador do cubismo e marcou seu lugar na história ao retratar os horrores da guerra civil espanhola na obra Guernica.

Trabalhos de Picasso e seus contemporâneos do modernismo espanhol, como Salvador Dalí e Joan Miró podem ser admirados na exposição que está em cartaz no:
Centro Cultural Banco do Brasil de São Paulo, até o dia 8 de junho.
A obra Guernica não pode mais sair de seu lugar no Museo Reina Sofía, de Madri, mas vários esboços que foram feitos para se chegar na obra final estão na exposição, ao lado de peças famosas.
Confira os destaques abaixo:
  • Minotauro cego guiado por uma menina na noite (1934)
    Autor: Pablo Ruiz Picasso Água-forte sobre papel texturizado de Montval 24,7 x 34,7 cm Coleção Fundación Bancaja, Valencia
  • Cabeça de cavalo. Esboço para “Guernica” (1937)
    Autor: Pablo Ruiz Picasso Óleo sobre tela 65 x 92 cm Coleção do Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, Madrid. Legado Picasso, 1981.
  • Busto e paleta (1925)
    Autor: Pablo Ruiz Picasso Óleo sobre tela 54 x 65,5 cm Coleção do Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, Madrid
  •   Succession Pablo Picasso / AUTVIS, Brasil, 2015
  • Retrato de Dora Maar (1939)
    Autor: Pablo Ruiz Picasso Óleo sobre madeira 60 x 45 cm Coleção do Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, Madrid
  •   Succession Pablo Picasso / AUTVIS, Brasil, 2015
  • Cabeça de mulher (Fernande) (1910)
    Autor: Pablo Ruiz Picasso Óleo sobre tela 61 x 50 cm Coleção do Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, Madrid
  •   Succession Pablo Picasso / AUTVIS, Brasil, 2015
  • Pedras criando uma paisagem (1930)
    Autor: Benjamín Palencia Pérez Óleo sobre tela 65,5 x 92 cm Coleção do Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, Madrid
  •   Pérez, Bénjamín Palencia / AUTVIS, Brasil, 2015
  • Mulher oca em repouso (1922)
    Autor: Pablo Gargallo Catalán Bronze patinado 25,5 x 32,5 x 25 cm
  •   Coleção do Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, Madrid 11
  • Os noivos 1955
    Autor: Antonio López García Óleo sobre tela 120 x 104 cm Coleção do Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, Madrid
  •   López, Antonio / AUTVIS, Brasil, 2015.
  • Retrato de Gala com turbante (1939)
    Autor: Salvador Dalí Domènech Óleo sobre tela 56 x 50 cm Coleção do Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, Madrid. Legado Salvador Dalí, 1990.
  •   Salvador Dalí, Fundació Gala-Salvador Dalí, AUTVIS, Brasil, 2015.
  • Dom Quixote Ca. 1929-1930
    Autor: Julio González Pellicer Bronze patinado 43 x 12,5 x 6,5 cm Coleção do Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, Madrid. Doação de Roberta González, 1973
  •   Divulgação
  • Pintura (Cabeça e aranha) (1925)
    Autor: Joan Miró i Ferrà Óleo sobre tela 89 x 116 cm Coleção do Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, Madrid
  •   Successión Miró, Miró, Joan/ AUTVIS, Brasil, 2015
  • Arlequim com violino (1919)
    Autor: Juan Gris Óleo sobre tela 91,7 x 73 cm Coleção do Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, Madrid
  •   Coleção do Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, Madrid
  • Homem no Café (Atocha) (1923)
    Autor: Rafael Barradas Óleo sobre tela 84 x 106 cm Coleção do Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, Madrid
  •   Coleção do Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, Madrid
  • Mulher com guitarra 1917
    Autor: María Blanchard Óleo sobre tela 100 x 72 cm Coleção do Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, Madrid
  •   Coleção do Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, Madrid
  • Personagem e pássaro na noite (1945)
    Autor: Joan Miró i Ferrà Óleo sobre tela 147 x 114 cm Coleção do Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, Madrid 
  •   Successión Miró, Miró, Joan/ AUTVIS, Brasil, 2015
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Ajuste fiscal em São Paulo causa demissões em massa na Cultura e cancela projetos

O Brasil está ficando do jeito que eles querem:

Sem Educação e sem Cultura.

MUSEU

O mês de março não tem sido muito bom para as finanças da área de Cultura no estado de São Paulo. Todo o mundo já sabe que 2015 é o ano da crise econômica no Brasil. Os cortes de gastos estão generalizados, mas em São Paulo, a grande vítima foi a cultura.
O governo de Geraldo Alckmin (PSDB) anunciou que vai economizar R$ 2 bilhões, e a principal estratégia é cortar cargos comissionados. Até agora, quatro museus já anunciaram demissões e alguns projetos foram cancelados.
A Organização Social (OS) POIESIS, que recebe verba do estado, fechou as sedes de seis das suas 21 Oficinas Culturais. O projeto realiza formação cultural em diversas áreas, com pessoas de todas as faixas etárias, e tem ações não apenas na capital, mas também em cidades do interior.
As oficinas afetadas foram de: Campinas, São João da Boas Vista, Araraquara, Bauru, Araçatuba e, na capital, no bairro de São Miguel Paulista. Elas devem ser remanejadas para as cidades sede mais próximas.
A POIESIS ainda administra a Casa das Rosas, a Casa Guilherme de Almeida e as Fábricas de Cultura. Até o momento, nenhum corte foi anunciado nesses equipamentos culturais, mas funcionários temem que demissões sejam anunciadas nas próximas semanas. Procurada, a OS divulgou que “todos os contratos e programas que administramos tiveram seus orçamentos readequados às restrições da conjuntura”.
Esta semana a Pinacoteca anunciou que vai reduzir seus gastos em 15%, o que deve afetar projetos e a folha de pagamento. Segundo nota divulgada pela assessoria de imprensa, “na folha serão desligados 29 colaboradores de diversas áreas, correspondendo a 11,5% do total do quadro de funcionários”.
O horário de fechamento às quintas-feiras, que era às 22h, foi adiantado para as 18h, como no resto da semana. Ainda assim, a programação de 2015 abre no próximo mês, com exposições do pintor irlandês Sean Scully, do artista Nelson Felix e com as novas esculturas de José Resende.
No Museu Afro Brasil, o corte de R$1,6 milhão - equivalente a 10% do orçamento - foi anunciado no início da semana, conforme reportagem do Estadão. Entre 18 e 25 funcionários foram demitidos ou saíram pelo plano de demissão voluntária.
Ex-colaboradores afirmam que o vale-alimentação foi cancelado e que as áreas mais afetadas foram de educação, salvaguarda e montagem, essenciais para viabilizar os projetos. Apesar dos cortes, a meta de atendimento a visitantes, incluindo escolas, permanece a mesma, o que acaba sobrecarregando a equipe que permanece no musei.
Segundo Manuel Araujo, diretor do Afro Brasil, “menos escolas serão atendidas”. Duas ou três mostras programadas para este ano não acontecerão mais. “Estamos impossibilitados de fazer exposições mais ousadas, que dependem de mais verba”, disse.
O Museu da Imagem e do Som (MIS) e o Paço das Artes, administrados pela mesma Organização Social, anunciaram a demissão de 18 funcionários no início do mês, segundo reportagem do G1.
Procurada pelo Brasil Post, a Secretaria da Cultura do estado de São Paulo não se pronunciou. Na época das demissões no MIS, a secretaria divulgou nota:
“Diante do cenário de deterioração da economia nacional, que é de conhecimento público e afeta todos os setores da sociedade brasileira, a Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo segue diretriz de qualificação dos gastos e otimização dos recursos”.
Para a administração da POIESIS, "ainda que indesejáveis, as restrições constituem uma medida necessária diante da deteriorada situação da economia do país, que afeta diretamente as finanças dos Estados da Federação".

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quinta-feira, 19 de março de 2015

MON Museu Oscar Niemeyer recebe obras de Arte.

A Polícia Federal entregará oficialmente ao Museu Oscar Niemeyer – MON, em Curitiba/PR, às 14h de amanhã, 19/03, as 139 obras de arte apreendidas por ocasião da 10ª Fase da Operação Lava Jato, realizada no último dia 16/03.


Entre as obras apreendidas, constam telas de artistas como Djanira, 
Alberto Guignard, Miró, Heitor dos Prazeres, Agostinho Batista de Freitas, Antonio Poteiro e Yara Tupynambá.


 Djanira


Ainda não foi estimado o valor das obras, uma vez que serão realizadas perícias para confirmar a autenticidade das telas.


quarta-feira, 18 de março de 2015

EFIGÊNIA Rainha do Papel de bala ganha título de Cidadã de Curitiba.


Efigênia Ramos Rolim, conhecida popularmente como a Rainha do Papel de Bala, é a mais nova... cidadã honorária de Curitiba. 
A homenagem à artesã, poeta e contadora de histórias foi entregue, na sessão plenária desta quarta-feira (18) (lei municipal 14.236/2013).





Nascida em 1931 em Abre Campo (MG), a homenageada vive em Curitiba desde 1990, onde se tornou uma das artistas populares mais conhecidas do Brasil. Há mais de 20 anos, marca presença em diversas exposições e eventos culturais, como o Concurso Nacional de Presépios, o Simpósio Nacional de Contadores de Histórias e a Exposição “A vida das coisas”, no Museu do Folclore Edison Carneiro, no Rio de Janeiro (RJ).



A vida e obra da “Mestre Efigênia” já inspirou peças de teatro, obras cinematográficas e literárias, entre elas, os documentários "Rainha do Papel", dos paranaenses Estevan Silveira e Tiomkim (1999), e "O Filme da Rainha", do argentino Sérgio Mércurio (2006) e o livro "A Viagem de Efigênia Rolim nas Asas do Peixe Voador", da jornalista paranaense Dinah Ribas Pinheiro.



“Fui reconhecida e aceita como poeta. Descobri a literatura através de um papel de bala. Foi este papel que me trouxe até aqui, que me fez crescer”, disse a mineira, única artista local a expor suas obras na Bienal Internacional de Curitiba, no Museu Oscar Niemeyer (MON), em 2013.




Julieta Reis, autora do projeto de lei que deu origem à homenagem (006.00001.2013) que concedeu o título de cidadã honorária de Curitiba à Rainha do Papel de Bala foi aprovado em 2013. (Foto – Chico Camargo/CMC). 

A imagem retrata a obra de Efigênia Rolim, exposta no Museu Oscar Niemeyer na Bienal de 2013.

terça-feira, 17 de março de 2015

Exposição "CONVERGÊNCIAS" no MEMORIAL DE CURITIBA.

Nesta quinta feira dia 19 de março, às 19h acontece no Salão Paraná no Memorial Cidade de Curitiba, a abertura da Exposição “Convergências” que reunirá obras em um encontro de linguagens visuais, enfatizando seus aspectos formais e estruturais. 
Participam desta exposição: 
Ana Serafin, Katia Kimieck, Silvana Camilotti e 
Vavá Diehl com suas pinturas. 

Também participam da Exposição: Faisal Iskandar e Jorge Kimieck, com suas fotografias digitais onde exploram texturas, formas, cores, mundos possíveis ou não, ressaltando a importância de que a fotografia serve como ferramenta de materialização para imagens concebidas antes do click final. 

 O grupo espera que o espectador se encontre num universo
de imagens que, à primeira vista, estão desencontrados, 
mas que convergem para a experimentação de sensações 
cromáticas visuais únicas.


Ana Serafin vê a linha como movimento de transformação, em seu trabalho a linha aparece desde o início de sua trajetória. A linha provoca os sentidos e através da forma construímos o novo e a partir do olhar materializamos o que sentimos no suporte. Se preocupa com as relações que a pintura faz com a luz, sombra e contrastes, criando planos de nuances.




Katia Kimieck explora o uso da linha em sua essência, trabalhando com a tinta de forma quase escultórica, criando formas geométricas que levam ao movimento, que não estão necessariamente na tela, mas no movimento do espectador ao observá-las, transferindo a cinética do objeto para o observador.



Silvana Camilotti explora materiais distintos, propondo o diálogo sujeito-objeto, rasga, cola, pinta e mancha compondo e ocupando o suporte em planos interligados como expressão do próprio ato criador, a existência como forma de linguagem.




Vavá Diehl apresenta sua linguagem a partir da linoleogravura, com formas sinuosas, em preto e branco, sobre papel, recriando padrões a partir de arabescos assimétricos, linhas e formas abstraídas de um significado formal estruturado.

 


Faisal Iskandar apresenta um olhar inquieto que procura imagens que buscam provocar o imaginário de cada um que contemple suas obras. Explora a cena urbana, integrada à natureza com todos seus elementos, compondo seu cenário ideal, principalmente onde reflexos estão presentes, suscitando formas e revelando imagens que passam despercebidas ao olhar mais atento.



Jorge Kimieck, a partir de experimentações da linguagem fotográfica, apresenta um universo imagético focado na percepção da pseudo realidade, são elementos que passam de uma realidade despercebida para uma nova significação no mundo visível, que suscita interpretações diversas e individuais.




          Memorial Cidade de Curitiba no Salão Paraná (2º andar)
Rua Doutor Claudino dos Santos, 79
          Curitiba - PR / Fone:(41) 3321-3313

         A entrada é franca no dia 19 de março, às 19h


          Parte do texto compartilhado do blog da Fundação Municipal de Cultura de Curitiba.






segunda-feira, 16 de março de 2015

ESTAÇÃO ARTE volta para a Fundação Municipal de Cultura.

O Prédio tombado pelo Patrimônio Histórico onde funcionou a Estação Arte durante muitos anos e desativada na administração anterior para funcionar o mercado da família volta a ser administrada pela Fundação de Cultura que fez na noite de hoje (16/03) uma entrega simbólica para os Artistas da Cidade. Com a presença do Prefeito Marcelo Rangel e diversos Secretários, o Presidente da Fundação Cultural Paulo Eduardo Goulart Netto recepcionou a todos no evento que contou com a apresentação da Banda Lira de Ponta Grossa e diversos Artistas. Depois da solenidade de abertura os Artistas entraram no Espaço e depositaram suas obras em cavaletes fazendo uma ocupação simbólica do Espaço. O Prefeito ressaltou o investimento que será feito no Parque Ambiental privilegiando aquela região e a Estação Arte que em breve receberá melhorias para melhor atender os Artistas e a comunidade. 


Autoridades durante a abertura oificial do evento.


Apresentação da Banda Lira de Ponta Grossa.



Assinatura de entrega da Estação Arte .


Themis de Celso Parubocz, Paisagem de Leandro Cardozzo e
 obra do Artista Lúcio Mauro Ribeiro que dá nome a Galeria





Tela de Marco Hansen e Roberttus Rodrigues



Durante o evento foi passado um vídeo com a História do local onde 
funciona a Estação Arte e o Projeto do novo ambiental.


terça-feira, 3 de março de 2015

MULHERES ARTISTAS / ESPAÇO CULTURAL OAB / PG

Nesta segunda feira dia 09 de março acontece o vernissage da Exposição "MULHERES ARTISTAS" em homenagem ao 
Dia da Mulher. 
Nesta exposição teremos desenhos, pinturas e fotografias e cada Artista apresentará duas obras de seu acervo.
Durante a abertura da Exposição, Cinara Souza falará sobre sua pesquisa em Arte Rupestre nos Campos Gerais.
O evento é aberto ao público e a exposição ficará aberta até dia 09 de abril no Espaço Cultural da Ordem dos Advogados do Brasil - Ponta Grossa, horário comercial.




quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Museu de Berlin mostra corpos de mortos.

Mostra de cadáveres abertos enfrenta oposição de autoridades locais.




A plastinação substitui líquidos corporais por resinas elásticas

BERLIM — Um museu permanente, mostrando cadáveres preservados e sem pele para revelar a complexidade do corpo humano, abre nesta quarta-feira em Berlim.
O projeto do anatomista alemão Gunther von Hagens e sua mulher, Angelina Whalley, exibe corpos que receberam silicone e resina, em um processo conhecido como "plastinação", inventado por Von Hagens.




Apelidado de "Doutor Morte", Von Hagens estava em turnê com a controversa exibição "Body Worlds" desde 1995, atraindo cerca de 40 milhões de visitantes. Berlim agora é casa do primeiro local permanente para seu trabalho, localizado em frente à torre de televisão na Alexanderplatz.



Cobrindo uma área de 1.200 metros quadrados, a exibição mostra 20 corpos abertos, mostrando músculos, veias e ossos, em poses da vida real, como sentados, se alongando ou se exercitando.
Angelina Whalley disse que a exibição dá aos visitantes uma nova perspectiva em seus corpos e estilos de vida.

"Após visitar a exposição, algumas pessoas disseram que nunca mais iam deixar de ligar para seus corpos", afirmou ela, contando que uma pesquisa feita seis meses após as pessoas visitarem a exibição itinerante mostrou que 9% delas pararam de fumar, 23% passaram a se exercitar mais e 30% decidiram comer de forma mais saudável.
No entanto, nem todos em Berlim ficaram entusiasmados com a ideia de corpos mortos em tempo integral residindo na cidade. Autoridades locais declararam a exposição ilegal, citando leis de enterro e uma proibição de mostrar corpos de mortos, e tentaram vetar a exibição em outubro. Von Hagen ganhou o caso.

Mais que simples corpos, algumas pessoas veem a exposição como obras de arte, incluindo Detlef von Wagner, de 61 anos, que concordou em doar seu próprio corpo para o processo de plastinação após sua morte.
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"Eu não quero só apodrecer ou ser cremado. Para mim, plastinação é arte. Pessoas estão pagando para ver seu corpo morto em um mostruário", disse Von Wagner.
"A ideia da existência de vida após a morte é o que me leva a fazer isso. No mais, ninguém tem que pagar pelo meu funeral, o que é ótimo, não é?", completou.